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RESPIRAÇÃO E RELAXAMENTO
Respirar bem para viver melhor é um princípio de bem-estar físico e mental que exige nossa atenção entre a pressa e as pressões com as quais convivemos todos os dias. A respiração profunda é uma forma simples de melhorar nossa vida, nos ajuda a acalmar a agitação, o estresse e a ansiedade. 
Trazendo benefícios ao praticarmos a técnica da respiração profunda, como: Alívio da ansiedade e estresse; Melhora do funcionamento dos intestinos e da digestão; Melhora do metabolismo celular; Melhora da capacidade pulmonar; Coração menos estressado e pressão arterial equilibrada; Eliminação de radicais livres, pele mais jovem e saudável; Controle do peso corporal; entre tantos.
Os estudos corroboram com pesquisas escritas e demonstradas em diversos artigos, explicando a importância das técnicas de relaxamento para a diminuição da ansiedade. Mas também é necessário ressaltar que a utilização destas técnicas não é universal, é importante que haja um conhecimento das limitações e facilidades de cada paciente, para que seja escolhido o manejo adequado. Torna-se válido ressaltar também que as técnicas comportamentais de relaxamento ajudam nos sintomas corporais de tensão e rigidez, o que pode ser de grande valia para pacientes que também possuam esses sintomas. 
Dando ênfase na condução da sessão: O olhar para si; Saber escutar a respiração; Controlar o tom de voz monótono, mas não significa falar baixo; Usar uma fala audível e tranquila; Como também falar em conformidade com o entendimento de quem está sendo trabalhando.
Na primeira parte foi realizado uma dinâmica onde os participantes foram levados à um relaxamento individual e em outro momento a dinâmica utilizando foi a técnica de Imaginação Ativa, levando o indivíduo a visualizar uma trilha e seguir os comandos. O paciente tem que se permitir para que seja trabalhado aquilo que foi visto e explorar aquilo que foi aflorado. 
No segundo momento realizou-se a técnica do role-play, uma técnica amplamente utilizada em terapia psicológica, a mesma é conhecida como um jogo em que os jogadores fingem ser outra pessoa, para melhor compreender o comportamento e as interações sociais, ajudando o cliente a descrever relações funcionais e produzir autoconhecimento diante das queixas interpessoais. Assim, a técnica de role-play, consiste na encenação de um problema ou situação na área das relações humanas, onde duas ou mais pessoas simulam uma situação hipotética de forma mais real possível, liberando emoções, eliminando inibições e facilitando a comunicação. É importante que a pessoa que coordene este tipo de técnica conheça bem e compreenda as pessoas que interpretam a dramatização, para que o profissional possa desenvolver a capacidade de relacionamento das pessoas, de compreender o comportamento do paciente, e de analisar e discutir essas relações, facilitando a comunicação, permitindo despersonalizar o problema.
A dinâmica utilizada com a técnica de role-play foi de desenvolver os casos como esquetes com possíveis soluções, a turma foi dividida em seis grupos e a cada um foi determinado uma situação: Atendimento mulher após aborto espontâneo; Morte cerebral; Violência doméstica; Paraplégico; Não aceitação do tratamento; Psicológico dar notícia da doença terminal para o paciente.
Após apresentação de cada grupo, outro grupo fez análise sobre os procedimentos utilizados na apresentação. 
 A mente quando em ansiedade sente dor, o profissional para utilizar a técnica de respiração tem que estar seguro que é o mais adequado para aquele paciente. Pode haver problemas no uso inadequado, podendo prejudicar. Quando com ansiedade a técnica tem que ser diferente para momentos diferentes. Ter domínio na forma de respirar, pois a falta de ar é somente a parte aparente da ansiedade. Na execução da técnica o paciente tem que sentir o peso e o alívio na respiração e pode ser utilizada com grupos e individuais A falta de conhecimento do grupo trabalhado traz menor retorno. O programa de visualização leva o paciente a repensar a vida, trazendo mais conhecimento das dificuldades de cada um e qual o tipo de suporte pode dar ao paciente individualmente ou em Grupo de Apoio dos familiares. Normalmente se trabalha em grupo uma vez por semana e depois durante a semana trabalha-se individualmente com cada um.