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Algumas aulas (não todas)

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- Metrologia (INMETRO): instrumentos como paquímetro e taxímetro
- Disciplina “Tecnologia Industrial Básica”:
	- normalização técnica (DNA de uma organização, como a fórmula secreta de como fazer coca-cola -> reprodução)
	- qualidade
	- inovação tecnológica (‘pode melhorar!”)
NÍVEIS DE NORMALIZAÇÃO
(“reprodutibilidade” é a síntese da normalização técnica em uma palavra):
Existem 3 níveis de normalização:
Norma de empresa (reprodutibilidade)
- cada empresa fazia uma norma técnica (exemplo: tomadas), o que causou um problema, pois cada um fazia da sua própria maneira. Para disciplinar isso, criou-se a norma nacional. Foi preciso intercambialidade, um volume maior de normas
Norma nacional/setorial (racionalizou o mercado, disciplinou o comércio, permitiu intercambialidade)
- normas nacionais: participação de empresas estatais
- normas setoriais: participação de empresas privadas
- dependendo do país, a norma passa de norma de empresa para norma setorial. Por exemplo, nos EUA foi criada a norma setorial, onde a federação possui autonomia entre os estados, ou seja, cada estado segue uma lei, ao contrário do Brasil. Em empresas privadas, há interferência mínima do Estado.
Norma internacional/regional (multilateral)
- como é difícil chegar a um consenso, é restringido a uma região. Existe apenas uma organização internacional, com sede em Genebra, Suíça, o ISO. Possui um número menor de normas.
- norma técnica = receita de bolo: para reproduzir um mesmo produto, deve haver normas para estes ficarem iguais.
- ECONOMIA DE ESCALA: resultante de um acréscimo grande da produção
	- exemplo: A380 (aeronave gigantesca) custou US$150M para produzir, seu valor no mercado é de US$250M e o seu preço de venda é US$2,15bi. Logo, aumentando a escala de produção, uma economia a nível nacional (nível macro), o nível geral do preço cai.
- ANSI: SAE, ASTM, ASME
	- ANSI: organismo nacional nos EUA (norma nacional) -> instituto norte-americano setorial usado em vários setores do país
	- SAE: Sociedade de Engenharia Automobilística (normas setoriais dos EUA utilizadas pelo mundo inteiro)
	- ASTM: Sociedade Americana de Teste de Materiais (diferente da ANSI) -> várias indústrias do RJ e SP trabalham com essa norma setorial
	- ASME: Sociedade Americana de Engenharia Mecânica (por causa do caso do compressor que pode ser utilizado em várias empresas, como automobilística e aeronáutica, criou-se uma norma nacional)
EVOLUÇÃO DA NORMALIZAÇÃO:
- normalização nacional: AFNOR (Associação Francesa de Normalização) tem grande participação, com poder central estatal. A economia com participação estatal francesa fica mais fácil de ser normalizada, pois o Governo estabelece uma norma utilizada pela estatal.
- Carta aos Brasileiros da ABNT: Brasil possui grande participação estatal
- exemplo: um componente relativamente pequeno quebrado que não possui norma internacional precisa recorrer ao comerciante no exterior. Porém, com a norma pode-se fazer a troca internamente. Apesar disso, existem conflitos entre os países, e não é fácil chegar a um consenso. Esse consenso veio décadas atrás, com a disputa dos carros britânicos VS americanos. Por não existir consenso entre normas internacionais entre países, criou-se as normas regionais.
DIA 02:
PAUL ROMER (ECONOMISTA): “SPILL OVER”
ROBERT SALOW (MIT) VERSUS F. MALTHUS
TI (CONVERGÊNCIA)
STEVE JOBS -> CONFRONTAR A REALIDADE -> VIDRO “GORILA”
-DADO: EXPRESSÃO QUANTITAIVA OU QUALITATIVA
- INFORMAÇÃO: DADOS COM PERTINÊNCIA
- CONHECIMENTO: ESTRUTURAÇÃO LÓGICA DE INFORMAÇÕES
PLATAFORMA ELETRÔNICA: USO ATIVO EM LUGAR DE PASSIVO (MEME -> RICHARD DAWKENS)
CONJUNTO GLOBAL DE DADOS:
□□□□□□□□□□□ -> -> -> □ RELEVÂNCIA / SEGMENTAÇÃO -> -> ->
-fonte verificadda (pelo menos 2)
- aprofundamento
- especialista
- contraditório
QUALIDADE: Histórico
- Controle de Qualidade: ênfase na inspeção do produto acabado
- Garantia de Qualidade: ênfase na prevenção
- Qualidade Total: ênfase no comprometimento de toda a empresa
- Outras “ondas”: reengenharia, 5S, 6SIGMA, etc.
DIA 09:
Medidas que compõem a GARANTIA DE QUALIDADE:
- Manual de Qualidade
- Treinamento de Pessoal (aspecto permanente)
- Uso de Normas Técnicas
- Qualificação de Fornecedores
- Calibração de Equipamentos (metrologia)
- Uso de Indicadores
QUALIDADE TOTAL:
Michael Hammer: reengenharia -> ruptura/reconstrução de processos (do zero)
Gráfico -> investimentos no tempo x ganhos de produtividade (assintótico)
5S=
- senso de utilização 
- senso de ordenação
- senso de saúde
- senso de limpeza
- senso de auto -disciplina
DIA 11:
Metrologia:
- científica ou fundamental
- aplicada (indutrial ou legal)
METROLOGIA LEGAL:
Comércio exterior: medição de granéis
TABELA DE ARQUEAÇÃO (tanque fixo com boca de medição, teto e costado, boca de limpeza/inspeção)
	NÍVEL
	VOLUME
	.........N1............
.........N2............
	.........V1............
.........V2............
ENTREGA = V1 - V2
Petróleo
Correções (exemplos): temperatura, deformação
Petroleiro -> tabela de arqueação (casco duplo)
	
METROLOGIA LEGAL: OIML (Organização Internacional de Metrologia Legal)recomenda a 
verificação obrigatória de instrumentos usados em:
- transações comerciais (taximetro) – inclusive produto pré-medido, na fábrica (de supermercado) – também é obrigatória a medição deles
- transferência de custodia (plataforma continental da petrobras por exemplo, navio aliviador, que eh terceirizado, nao eh da BR encosta atras ad plataforma e retira oleo e leva pros tanques de terra – transfere a custodia do petroleo da plataforma para o navio)
-aplicação de penalidades (bafometro so pode ser utilizado se tiver veirificado, com selo do inmetro)
- saúde e segurança
- meio ambiente
OIML também exige as seguintes obrigatoriedades:
- apreciação do modelo (antes da fabricação)
- verificação inicial (na fábrica)
- verificação periódica (junto ao usuário)
- verificação eventual (após reparo)
DIA 23:
Padrões primários:
Exemplo: - comprimento -> primário: interferometria (interferômetro mede franjas interferométricas) pico com pico da onda da luz aumenta, pico com pico anula.
				Secundário: bloco padrão (“gange block”)
		-temperatura -> primário: ITS – International Temperature Scale (com pontos fixos), como por exemplo ouro (temperatura de fusão), prata, platina, etc.
				Secundário: banho termostático
TRACEABILITY: rastreabilidade metrológica (se um produto é rastreado ou não)
	Indústria [lab] -> LAB RBC (rede brasileira de calibração, PUC faz parte da RBC) -> padrão primário
Curva de calibração: banho termostático (y=ax+b; Tp=aTi+b (equação de correção)) -> para calibrar um termômetro (coloca 2 termômetros dentro dum recipiente e vai ajustando segundo tabela abaixo) -> a e b são dados pelo laboratório de padrões, usados em qualquer caso
Tp	Ti
20,0	20,4
30,0	29,8
40,0	40,7
50,0	49,2
Bota num gráfico (reta de regressão)
Critério de acreditação de Lab’s: ISO 17025 mede atuação de laboratórios, que têm que seguir uma série de regras para fazer parte do traceability e fazer parte do cross-check, que é a checagem cruzada (cruza informações de um lab com outros)
Exemplo: LAB A: 10,253 cm
LAB B: 10, 249 cm
LAB C: 10,250 cm
MÉDIA: 10,117 cm -> DEVE REVER OS MÉTODOS