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@raphaelacs1 
Teoria Geral do Processo 
• Juiz Natural – o estado não pode a partir de um 
conflito determinar como será aquele procedimento 
e quem vai julga-lo. São vedados os tribunais de 
exceção. 
→ O estado não pode nomear o julgador de 
modo aleatório. 
→ Regras anteriores previas a instalação do 
conflito, ao inicio do processo, e a partir disso 
será definido quem irá julgar o caso e como 
será o procedimento adotado. 
• Imparcialidade – o juiz escolhido não pode ter 
nenhuma relação próxima com a causa. 
→ Nenhum interesse próprio e nem relação com 
as partes. 
• Fundamentação das decisões judiciais art.93, IX da 
CF. 
Decisão do juiz seja detalhada e fundamentada, o juiz 
deve explicar o porquê decidiu desta forma, quais as 
provas no processo que formaram sua convicção que 
permitiram chegar a conclusão. 
→ É uma forma de garantir o controle da 
atuação do juiz. 
→ Decisões não fundamentadas são nulas. 
• Duração Razoável do Processo – não pode ser 
tida como rapidez, mas como uma duração razoável. 
-- art. 5, LXXVIII – CF. 
- Celeridade = refere a duração do processo. Art. 4 do 
CPC. 
→ Não existe atos desnecessários e muito 
prolongados, mas também não seja uma 
rapidez que acabe tirando a essência da 
própria decisão judicial. 
→ Deve observar a complexidade de cada caso. 
• Duplo grau de jurisdição – garante que as decisões 
poção ser apreciada por um órgão hierarquicamente 
superior. 
→ Podem ter erros, não está de acordo com o 
ordenamento jurídico, garantindo o mínimo 
de falhas possíveis, e a melhor decisão 
possível dentro da organização do poder 
jurídico. 
→ Principio de aplicação limitada, também 
existem decisões irrecorríveis. 
Exemplo; 
-- as decisões transitadas em julgado são irrecorríveis, 
porque já esgotaram todos os recursos possíveis ou 
terminou o prazo para recorrer, ou as partes fizeram 
um acordo homologado por sentença. 
 
 
Princípios processuais infraconstitucionais. 
 
• Efetividade – produção de efeitos da decisão judicial 
no mundo fático, ou seja, não basta que a sua 
decisão seja adequada, ela deve permitir que o direito 
seja exercido de fato e efetivo. 
• Eficiência – forma de gestão do processo ‘aplicação 
de menos recurso para obter maior satisfação’. 
• Dispositivo – iniciativa dá parte de provocar o 
judiciário. 
• Inquisitivo – trata do magistrado que iniciativa de 
produção de provas dentro do processo. 
• Oralidade – seu objetivo é proporcionar o máximo 
possível o juiz das partes e das provas, para que 
tenha a melhor compreensão dos fatos ocorridos. 
Exemplo – oitiva de uma testemunha, ou oitiva de 
um depoimento da parte que deve ser prestado de 
forma oral. 
• Persuasão Racional – não existe hierarquia entre os 
meios de prova, o juiz tem liberdade pra apreciar as 
provas e decidir conforme as provas sem hierarquia, 
porém o juiz deve fazer de forma fundamentada e 
motivada. 
• Sistema de livre apreciação ou da convicção 
íntima – o juiz pode decidir do jeito que ele ‘bem 
entender’, sem precisar motivar suas decisões, e não 
vai precisar fundamentar suas decisões – no tribunal 
do júri. 
• Sistema da prova legal ou tarifada – nesse 
sistema as provas têm uma hierarquia, é determinada 
pela própria lei.

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