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Pureza de um Sal

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DETERMINAÇÃO DA PUREZA DE UM SAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Determinação da Pureza de um Sal 
 
1. Introdução 
Determinamos a pureza de um sal quando a quantidade de matéria existente está 
relacionada com a matéria total, que são as impurezas. O sal puro é aquele que 
passa por um processo de remoção de impurezas, fazendo assim que haja a 
purificação. A reação química em que determinamos a pureza de do sal é a 
decomposição do clorato de potássio com massa de aproximadamente 0,2g, na 
presença de um catalisador, o óxido de manganês. Essa reação química de 
decomposição produziu o sal cloreto de potássio e liberou o gás oxigênio, e esse 
gás oxigênio produzido nessa reação química de decomposição vem do clorato de 
potássio. Ao final da reação química quando quantificamos a quantidade de 
oxigênio liberada conseguimos correlacionar com a quantidade de clorato de 
potássio puro em que temos na massa de 0,2g. Todo oxigênio decomposto do 
clorato de potássio vai se resultar no oxigênio que vai ser liberado, produzido e 
quantificado. O Oxigênio foi aprisionado dentro de uma bureta, onde depois 
quantificamos o volume de oxigênio produzido nas condições normais da CNTP, 
usamos a estequiometria da reação e chegamos na massa de cloreto de potássio 
puro, assim determinamos a pureza de um sal,com a ajuda de um catalisador. Tal 
reação acontece com o aquecimento, porém,não podemos aquecer por tempo 
prolongado, para não aquecer o catalisador e não formar oxigênio pelo oxido de 
manganês , o clorato de potássio puro que se transforma em oxigênio. 
 
 
2. Objetivos 
● Determinar experimentalmente a pureza do clorato de potássio KClO 3 a partir 
do volume de O 2 nas CNTP, obtido pela decomposição desse sal na presença 
do catalisador MnO 2 
 
3. Materiais 
● Tubo de vidro 
● Bico de bunsen 
● Massa KClO 3 
● Catalisador dióxido de manganês (MnO 2 ) 
● Garra para prender o tubo 
● Bureta de 100 mL 
● Água destilada 
● Pedaço de Papel 
● Béquer 
● Régua 
 
4. Método 
4.1 Antes de começar o experimento foi medido o volume morto da bureta, 
colocou-se água na parte sem graduação, acertou o menisco e escoou o líquido em 
uma proveta, obtendo o valor de 8 mL. 
4.2 Na preparação do experimento enchemos a bureta com água destilada até a 
boca, cortou-se um pedaço de papel e colocou-se sobre a borda da bureta. Após 
umedecer o pedaço de papel inverteu-se a bureta dentro de um béquer com água 
cuidadosamente para não entrar ar ou desprender o papel antes de mergulhar a 
bureta. Após isso, o papel foi retirado e a bureta foi presa no suporte. Uma 
tubulação de vidro foi usada para conectar o tubo com o sal + catalisador e o béquer 
com a bureta. 
4.3 Após a preparação, o bico de bunsen foi ligado e começamos aquecer o tubo 
com o clorato de potássio fazendo movimentos circulares com a chama e tomando 
cuidado para não aquecer muito e decompor o catalisador. 
4.4 Observou-se a passagem do gás O 2 pela tubulação de vidro e sua posterior 
entrada dentro da bureta com a formação de bolhas. 
4.5 Quando vimos que a formação de gás tinha parado, desligamos o bico de 
bunsen 
4.6 A nossa coluna de agua nao se igualou com o nivel de agua dentro do béquer 
portanto foi necessário medir a altura (ha) da coluna de água com uma régua 
4.7 Cuidados que devem ser tomados: durante o procedimento experimental erros 
podem ser cometidos e alterar o resultado final, é importante ficar atento durante a 
realização e leitura das medidas como, massa, Vx, volume morto e erro da proveta, 
altura da coluna de água, presença de bolhas na bureta e o tempo de aquecimento 
pois se aquecermos demais podemos decompor o catalisador alterando o valor da 
pureza do sal. 
 
5. Resultados e Discussão 
Para acharmos a massa de KClO 3 pura precisamos antes encontrar o volume de O 2 
nas CNTP obtido pela decomposição do sal e a pressão de O 2 experimental através 
dos cálculos: 
 
5.1 Volume experimental: 
 100: volume da bureta usada O 100 x) mV 2 = ( − V + V 
 Vx: volume lido na bureta O 100 5)V 2 = ( − 3 + 8 
 Vm: volume morto da bureta O 3 mLV 2 = 7 
 
5.2 Pressão experimental: 
● O volume lido com a régua foi de 13,9 cm, porém devemos converter esse 
valor para mmHg 
● 13,9 cm = 139 mm de H 2 O 
● Transformando mm de agua para mmHg 
 d H2O : 1,0 g/cm 3 
 h H20 : 139 mm 
 d Hg : 13,6g/cm 3 
 d H2O .h H20 = d Hg .h Hg 
 1,0.139 = 13,6.h Hg ∴ h Hg = 10,22 mmHg 
Agora que já temos a altura da coluna de água em mmHg podemos achar a pressão 
usando a fórmula: 
P atm = P VH20 + P ha + PO 2 
P atm: pressão nas condições do laboratório 
P VH2O : pressão de vapor de água na temperatura do laboratório (26°C) 
P ha: altura da coluna de água lida com a régua em cm 
Nas condições do laboratório temos: 
710 = 25,2 + 10,22 + PO 2 
PO 2 = 674,58 mmHg 
 
5.3 Encontrando o volume de O 2 
Com todos os dados agora podemos utilizar a Lei dos Gases e descobrir o volume 
de O 2 nas CNTP: 
Experimental CNTP 
 T 1
P .V1 1 = T 2
P V2. 2 
 ∴ VO 2 = 0,059 L = 59 mL 299
674,58.(0,073) = 273
769.V O2 
5.4 Calculando a massa a partir do volume de O 2 
Com esse volume agora é possível calcular a massa pura do KClO 3 através da 
estequiometria da reação: 
 , 59L O ( )( )( )0 0 2
1 mol O2
22,4L O 2 3 mol O2
2 mol KClO3
1 mol KClO3
122,55g KClO3 
Massa de KClO 3 pura = 0,215g 
 Pureza do sal % = massa total (pesada)
massa pura (determinada experimentalmente) 
 de pureza do KClO 3 Pureza do sal , 41 04, %% = 
0,215 g
0,2065 g = 1 0 = 1 1 
 
 
6. Conclusões 
Através dos cálculos experimentais feitos nas condições da CNTP, obtemos a 
decomposição do sal e a pressão de O2, achamos a massa de cloreto de potássio, 
em que os resultados foram 73 mL. O volume de água existente na bureta logo após 
a formação de oxigênio por KClO 3 foi de 139 mm que transformando e em h Hg = 
10,22 mmHg que é a altura da coluna de água. Pelo

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