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Incidências de crânio e coluna

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no sentido
longitudinal;
Técnica de referência – 50mAs e 70kV no Bucky;
RC – alinhar perpendicularmente ao RI para sair no acântion e centralizar o RI ao RC;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – estender o pescoço, apoiando contra a
mesa ou a estativa, e ajustar a cabeça para que a LMM esteja perpendicular ao plano do RI.
 RECOMENDAÇÃO
O paciente deve permanecer imóvel para evitar rotações indesejáveis.
INCIDÊNCIA AXIAL AP PELO MÉTODO DE
CALDWELL
 
Foto: Shutterstock.com
 Figura 21: Imagem ilustrativa das radiografias produzidas pela incidência dos seios da face
pelo método de Waters.
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo de fraturas na face e processos neoplásicos ou
inflamatórios.
Principais estruturas demonstradas
Margem orbital, maxilares, septo nasal, ossos zigomáticos e espinha nasal anterior.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 18x24cm ou 24x30cm no sentido
longitudinal;
Técnica de referência – 50mAs e 70kV no Bucky.
RC – ângulo do RC de 15° caudais para sair no násio e centralizar o RC ao RI.
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – apoiar o nariz e a testa do paciente
contra o topo da mesa ou a estativa e acomodar o queixo, trazendo a LOM perpendicularmente
ao RI.
 RECOMENDAÇÃO
O paciente precisa permanecer imóvel para evitar rotações indesejáveis.
INCIDÊNCIA PARA OSSOS DO NARIZ
Incidência lateral
 
Imagem : BONTRAGER; LAMPIGNANO; KENDRICK, 2018, p. 423.
 Figura 22: Ossos nasais em perfil.
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo de fraturas dos ossos nasais.
Principais estruturas demonstradas
Vista lateral dos ossos nasais.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 13x18cm no sentido transversal,
devendo-se realizar incidências laterais direita e esquerda;
Técnica de referência – 3,2mAs e 44kV fora do Bucky ou 5mAs e 50kV no Bucky;
RC – perpendicular ao receptor de imagem e direcionado para o centro da porção lateral do
nariz, que deve permanecer em perfil verdadeiro;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – paciente em ortostática lateral ou em
semidecúbito lateral com a cabeça em perfil verdadeiro direito e esquerdo e PMS paralelo.
INCIDÊNCIAS PARA ARCOS ZIGOMÁTICOS
Incidência axial AP pelo método de Towne modificado
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo de fraturas e processos neoplásicos ou inflamatórios nos
arcos zigomáticos.
Principais estruturas demonstradas
Arcos zigomáticos bilaterais e livres de sobreposição.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 24x30cm no sentido transversal;
Técnica de referência – 40mAs e 60kV no Bucky;
RC – angulação de 30° caudais à LOM ou a 37º à LIOM e centralizar o RC a 2,5cm acima da
glabela;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – apoiar a região posterior do crânio
contra a mesa ou a estativa e comprimir o queixo, trazendo a LOM ou a LIOM
perpendicularmente ao RI.
INCIDÊNCIA SUBMENTOVÉRTICE
 
Imagem: BONTRAGER; LAMPIGNANO; KENDRICK, 2018, p. 417.
 Figura 23: Posicionamento para a incidência submentovértice – Hirtz.
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo de fraturas nos arcos zigomáticos, devendo-se realizar o
estudo bilateral para efeito de comparação.
Principais estruturas demonstradas
Vista inferosuperior dos arcos zigomáticos.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 24x30cm no sentido transversal;
Técnica de referência – 4mAs e 60kV fora do Bucky ou 20mAs e 70kV no Bucky
RC – alinhar o RC perpendicularmente ao RI e centralizar o RC em um ponto intermediário
entre os arcos zigomáticos;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – colocar o paciente em decúbito dorsal
ou em ortostática com o pescoço hiperestendido até que a LIOM esteja paralela e apoiar o topo
do crânio na superfície da mesa ou da estativa.
INCIDÊNCIA PARIETO-ORBITAL PELO MÉTODO
DE RHESE
 
Imagem: BONTRAGER; LAMPIGNANO; KENDRICK, 2018, p. 428.
 Figura 24: Método de Rhese.
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo de anormalidades ósseas do forame óptico, demonstrando
as margens laterais das órbitas e corpos estranhos intraoculares.
Principais estruturas demonstradas
Margens orbitais e perspectiva do forame óptico.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 13x18cm no sentido longitudinal ou
transversal;
Técnica de referência – 20mAs e 65kV no Bucky;
RC – perpendicular ao receptor da imagem e direcionado na porção média da órbita inferior;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – girar a cabeça 37° para o lado afetado
com o paciente em decúbito ventral (inicialmente).
INCIDÊNCIAS PARA A MANDÍBULA
Incidências AP ou axial AP
 
Foto: BONTRAGER; LAMPIGNANO; KENDRICK, 2018, p. 255.
 Figura 25: AP e axial AP para mandíbula.
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo de fraturas na mandíbula e de processos neoplásicos ou
inflamatórios.
Principais estruturas demonstradas
Ramos mandibulares e porção lateral do corpo.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 18x24cm ou 24x30cm no sentido
longitudinal;
Técnica de referência – 50mAs e 70kV no Bucky;
RC – alinha o RC perpendicularmente ao RI e centralizado para sair na junção dos lábios. Para
a opção AP axial, deve-se angular ao RC de 20° e 25° cefálicos, estando centrado para sair no
acanto;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – apoiar o nariz e a testa do paciente
contra o topo da mesa ou a estativa e comprimir o queixo, trazendo a LOM perpendicularmente
ao RI.
 RECOMENDAÇÃO
O paciente tem de permanecer imóvel para evitar rotações indesejáveis.
INCIDÊNCIA SUBMENTOVÉRTICE PARA
MANDÍBULA
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo de fraturas da mandíbula.
Principais estruturas demonstradas
Mandíbula inteira e processos coronoide e condiloide.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 24x30cm no sentido transversal.
Técnica de referência – 10mAs e 60kV fora do Bucky ou 20mAs e 70kV no Bucky.
RC – alinhar o RC perpendicularmente ao RI e centralizar o RC em um ponto intermediário
entre os ângulos da mandíbula;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – colocar o paciente em decúbito dorsal
ou em ortostática com o pescoço hiperestendido até que a LIOM esteja paralela e apoiar o topo
do crânio na superfície da mesa ou da estativa.
INCIDÊNCIAS PARA ATM
Incidência axial AP pelo método de Towne modificado
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo de fraturas e relacionamento anormal ou variação de
movimento entre a cabeça mandibular e a fossa temporomandibular.
Principais estruturas demonstradas
Processos condiloides da mandíbula e fossas temporomandibulares.
Fatores técnicos e posicionamento
DFF – 1m;
Tamanho do filme/receptor de imagem e sentido – 18x24cm ou 24x30cm no sentido
transversal;
Técnica de referência – 40mAs e 60kV no Bucky;
RC – angulação de 35° caudais à LOM ou a 42° à LIOM e direcionar o RC 3cm superior ao
násio;
Posição do paciente e da parte ou região do corpo – apoiar a região posterior do crânio
contra a mesa ou a estativa e comprimir o queixo, trazendo a LOM ou perpendicularmente ao
RI, ou trazendo a LIOM perpendicular e aumentando o ângulo do RC em 7°.
INCIDÊNCIA OBLÍQUA AXIAL LATERAL PELO
MÉTODO DE LAW MODIFICADO COM A BOCA
FECHADA E ABERTA
Justificativa para realização do exame
Incidência realizada para o estudo de fraturas e relacionamento anormal ou variação de
movimento entre a cabeça mandibular e a fossa temporomandibular. Geralmente, as imagens

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