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locomotor problema 3

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para formar miofibrilas adicionais. • Moléculas sinalizadoras: fatores de crescimento (ex: IGF-1, GH, testosterona). • Treino de força estimula os motoneurônios a liberarem fatores que induzem a sua proliferação
Fatores mecânicos influenciam através da regeneração do dano muscular 
Lesão ocorre principalmente durante o movimentos de alongamento (excentrico) • Danos ocorrem comumente no sarcolema, discos Z, Túbulos T, miofibrilas e citoesqueleto • A lesão inicial é dada seguida por uma resposta inflamatória • Produz emema • Afeta mais as fibras rápidas que as lentas • Reparo inicia ~3 dias pos-exercicio 
· A diminuição da quantidade de lesão proveniente do exercício excêntrico parece estar vinculada à adição de mais sarcômeros em série às fibras musculares, ou a alterações no citoesqueleto da fibra muscular
· O dano muscular, proveniente de ações excêntricas produz um processo inflamatório que ativa as células satélites 
 
• A ativação, proliferação e diferenciação dessas células levam à hipertrofia miofibrilar 
 
• A infiltração de macrofagos é necessária para que haja a ativação de células satélites 
· O treinamento de força aumenta a secreção de testosterona e GH, que por sua vez estimula os fatores de crescimento (IGF) – moduladores da síntese proteica • Quanto mais intenso o treino, maior a liberação de GH • GH age em populações específicas de células satélites. • IL-15 e IGF-1 estimulam a proliferação, diferenciação e fusão das células satélites
· A miostatina é um “freio” que atua sobre as células satélites. • Existem maneiras de desativar e depletar a miostatina ou de aplicar anticorpos que bloqueiam sua ação. • Estudos com camundongos e gados (magros e musculosos) • Medicamentos para ajudar pessoas com distrofia muscular, AIDS.
· A oclusão do fluxo sanguíneo parece ser um fator importante para os ganhos de força muscular - cria um ambiente ácido. 
 
• Ela estimularia a hipóxia, fadiga local, produzindo maiores ganhos em força. 
 
• Treino com altas cargas induzem a hipóxia. 
 
• Não existe hipertrofia por hipóxia sem tensão. 
 
• Oclusão aumenta a síntese proteica. 
Takarada
relaxantes musculares
1) Relaxantes musculares de ação periférica ou bloqueadores neuromusculares: atuam interferindo na transmissão a nível da junção neuromuscular e não têm atividade no SNC. São frequentemente usados durante a cirurgia e nas UTIs para inibir a contratilidade muscular.
2) Relaxantes musculares de ação central : atuam a nível do SNC (encefálico ou medular), tais como o Carisoprodol, a Orfenadrina, a Tizanidina e o Baclofeno. Além desses, fármacos com outros efeitos podem ser empregados como relaxantes musculares, como os Benzodiazepinicos (Diazepam) e a Ciclobenzaprina. Relaxantes de ação central s ão usados para aliviar dor musculo -esquelética e espasmos e para reduzir a espasticidade em várias patologias neurológicas.
Assim, como inibe a contração, que é a causadora do crescimento muscular, atrapalha sim este.
AINES : Esse tipo de droga é amplamente utilizado, principalmente, pelos seus efeitos de alívio da dor e efeito anti-inflamatório. Elas agem inibindo as enzimas envolvidas na síntese de prostaglandinas, potentes moduladores inflamatórios (BARNETT, 2006). Uma diminuição na resposta inflamatória leva a uma redução de edema muscular e de pressão intramuscular, dois fatores que contribuem para a dor muscular.
alimentação 
INGESTÃO DE CARBOIDRATOS ANTES DO TREINO DE FORÇA 
Antes do treino de força, uma refeição ou lanche deve providenciar quantidades suficientes de líquidos para manter a hidratação, ser relativamente baixo em gorduras e fibras para facilitar o esvaziamento gástrico e minimizar o estresse gastrointestinal, ser relativamente alto em carboidratos para maximizar a manutenção da glicose sanguínea e moderado em proteínas e composto por alimentos que o atleta esteja familiarizado, para reduzir os riscos de intolerância (American College of Sports Medicine, American Dietetic Association e Dietitians of Canada, 2000). A utilização de estratégias nutricionais envolvendo a ingestão de uma alimentação rica em carboidratos antes da prática de exercícios de força aumenta as reservas de glicogênio, tanto muscular quanto hepático (Coggan, 1997; Costill e Hargreaves, 1992) pois se acredita que a alta concentração de glicogênio muscular pré-exercício é essencial para o ótimo desempenho (Jentjens e colaboradores, 2001) garantindo assim energia suficiente para a realização do treino.
INGESTÃO DE CARBOIDRATOS APÓS O TREINO DE FORÇA
O processo de recuperação envolve a restauração dos estoques de glicogênio hepático e muscular. Após o término do exercício é necessário que a ingestão do glicogênio muscular seja completa, não comprometendo assim a recuperação do praticante (Guerra, 2002). Segundo Coyle (2005) citado por Silva, Miranda e Liberali (2008) alimentos ricos em carboidratos com índice glicêmico moderado e alto são boas fontes de carboidratos para a síntese de glicogênio muscular e devem ser a primeira escolha de carboidratos nas refeições de recuperação. Após a sessão de treinamento de força, a ingestão de carboidratos se faz extremamente necessária para a reposição das reservas de glicogênio muscular depletadas durante a prática do treino. Esse procedimento tem sido também recomendado para facilitar a ressíntese do glicogênio muscular entre as sessões de treinamento (Liebman e Wilkinson, 1996) e colaborar no ganho de massa muscular (Bacurau, 2005).
OBS : Porém, níveis ainda maiores de glicogênio foram verificados quando a combinação de carboidrato e proteína foi consumida após o exercício (BERARDI et al., 2006). A disponibilidade de aminoácidos essenciais, principalmente os BCAA’s, tem sido relacionada com uma melhora na recuperação, a qual ocorre por meio da otimização da taxa de ressíntese de proteína, bem como a de glicogênio após o exercício (IVY, 1998; IVY et al., 2002; TARNOPOLSKI, 1997). Esses estudos sugerem que a ingestão de carboidratos (1,5 g/dia/kg) dentro de 30 minutos após o término do exercício promove a restauração do glicogênio muscular, enquanto a adição de proteína, principalmente na forma de aminoácidos essenciais, pode ter benefícios adicionais no aumento da ressíntese de proteína e glicogênio musculares.
HIPERTROFIA MUSCULAR E METABOLISMO PROTEICO
As proteínas são derivadas da combinação de 20 aminoácidos. A sequência destes determina a sua função no organismo que pode ser estrutural, reguladora, de defesa ou transporte (Lehninger, Nelson e Cox, 2006). Induzem sinais complexos, incluindo neuropeptídios secretados no intestino e hormônios metabólicos, tais como a insulina, produzida em resposta à absorção de nutrientes. Estes sinais são integrados e participam no controle do equilíbrio nutricional (Journel e colaboradores, 2012). Ainda, têm papel essencial na recuperação e hipertrofia, pois servem como substrato para a síntese muscular, além de estarem presentes na produção de energia para a realização de trabalho muscular (Dunford, 2012). As necessidades referentes ao consumo de proteínas têm sido pesquisadas nos últimos anos. Compreende-se que as necessidades nutricionais diferem de acordo com o gasto energético e o objetivo de cada indivíduo. Um atleta de resistência, por exemplo, tem suas necessidades nutricionais aumentadas e um atleta que utiliza da força para sua performance, tem necessidades distintas (American Dietetic Association, 2009). É importante citar que a resposta metabólica proteica, em indivíduos previamente bem alimentados é diferente da resposta metabólica em indivíduos desnutridos ou que sofrem agressão patológica (Marchini e colaboradores, 1998). Como as necessidades são distintas, as recomendações para ingestão de proteína seguem o mesmo raciocínio. Segundo Dabaghi, Ramos e Bonde (2014) e a American Dietetic Association (2009), para a produção de massa muscular são necessários os aminoácidos essenciais. Para adultos levemente ativos ou sedentários, a necessidade proteica é de 0,8

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