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Kanban Essencial Condensado
Ano de publicação: 2016
Autor: David J. Anderson
77 páginas
É evidente que o ambiente empresarial vem sofrendo constantes mudanças e a 
adaptação e adequação às transformações é uma questão de sobrevivência 
empresarial.
Nesse sentido, o autor de “Kanban Essencial Condensado” avistou uma nova 
abordagem para os procedimentos tradicionais de gestão de projetos. 
A metodologia Kanban foi popularizada justamente por David J. Anderson e se 
concentra na melhoria contínua da cadeia de valor de um produto ou serviço por 
meio de um panorama do fluxo de tarefas.
A prática é uma excelente ferramenta para traçar o caminho da agilidade 
empresarial que as grandes indústrias aplicam há muitas décadas. 
Continue a leitura para entender mais sobre os princípios e valores desse método. 
Principais ensinamentos do livro "Kanban Essencial Condensado"
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● O método é caracterizado por “começar pelo que você já faz”;
● O Kanban mostra como a equipe trabalha;
● Ele é guiado por valores;
● O objetivo do Kanban é controlar o trabalho em andamento;
● Os colaboradores que utilizam a metodologia Kanban são mais independentes e produtivos;
● O método melhora o alinhamento entre toda a empresa, pois cada colaborador consegue 
visualizar o fluxo de trabalho completo;
● O Kanban melhora a entrega do serviço e aumenta a satisfação do cliente.
Por que ler “Kanban Essencial Condensado”?
O livro “Kanban Essencial Condensado” é indicado para pessoas que desejam se aprofundar mais em 
gerenciamento de projetos para alcançar os objetivos estratégicos da empresa, sendo especialmente 
fundamental para empresários, gestores e colaboradores.
Além disso, o Kanban pode ser aplicado em organizações de diversas áreas, como o design de produtos 
físicos, desenvolvimento de software, finanças, atividades criativas, gestão de TI, entre outros. 
Ao ler esse resumo, você aprenderá sobre os benefícios do método Kanban e os princípios para definir, 
gerenciar e melhorar produtos e serviços. 
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O que é Kanban?
Para entendermos o que é essa metologia precisamos, primeiramente, diferenciar as variações da 
palavra “kanban”.
O termo “kanban”, com “k” minúsculo, tem origem no Japão e significa “sinal”, “placa de sinalização” ou 
“grande sinal visual”. Ele é utilizado para contextualizar o “sistema kanban” ou “sistema puxado” de 
limitação do trabalho em progresso, conceito que entenderemos melhor a seguir.
Já “Kanban”, com “k” maiúsculo, refere-se ao método Kanban que ganhou esse nome após as 
apresentações de David J. Anderson para a Microsoft em 2005.
Na parte inicial do livro, o autor diz que a obra é um ponto de partida para a jornada de aprendizagem 
sobre o Kanban. Dessa forma, David caracteriza o método como “começar pelo que você já faz”.
Nesse sentido, o Kanban é um sistema visual que torna tangível o trabalho desempenhado pela 
empresa, garantindo a execução das atividades de forma equilibrada e que a equipe tenha condições 
de exercer o serviço. 
Para isso, utilizam-se sinais visuais em um quadro físico ou virtual (comumente chamado de quadro 
Kanban) que representa o sistema de fluxo de entrega que limita a quantidade de trabalho em 
progresso ou, como é explicitado no livro, Work in Progress (WiP).
A metodologia traz uma visão panorâmica do trabalho realizado pela equipe, a quantidade de tarefas a 
serem executadas e a qualidade do produto ou serviço entregue para os clientes. 
Como surgiu o Kanban?
Resgatando a origem da palavra, o método Kanban foi criado nos anos 40 por Taiichi Ohno, engenheiro 
da Toyota. A inspiração para os sistemas kanban é proveniente da organização do fluxo de estoque das 
prateleiras dos supermercados. 
Dessa forma, Ohno aplicou essa ideia na Toyota através de sinais visuais e cartões para alinhar o nível 
de estoque com o uso dos elementos para a confecção dos automóveis. Esse processo ficou conhecido 
como fabricação “just in time”. Deu até para se lembrar das aulas de história no Ensino Médio, não é?
Após esse evento, o Kanban foi implementado por grandes empresas de desenvolvimento de software, 
sendo popularizado pelo autor de “Kanban Essencial Condensado”, David J. Anderson. 
Como usar o Kanban?
De acordo com David J. Anderson, para que o sistema de fluxo de trabalho (workflow) seja um sistema 
kanban, ele deve atender algumas condições:
● Sinais para limitar o WiP;
● Colunas ou listas nomeadas (Ex.: To Do, Doing, Done) que podem ser ajustadas conforme a 
necessidade do projeto;
● Divisão do workflow em seções e cartões para cada atividade;
● Deve-se identificar os pontos de compromisso e entrega;
● Antes do ponto de compromisso pode haver um conjunto de ideias que podem ou não ser 
selecionadas.
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Visão geral do livro
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Como usar o Kanban?
De acordo com David J. Anderson, para que o sistema de fluxo de trabalho (workflow) seja um sistema 
kanban, ele deve atender algumas condições:
● Sinais para limitar o WiP;
● Colunas ou listas nomeadas (Ex.: To Do, Doing, Done) que podem ser ajustadas conforme a 
necessidade do projeto;
● Divisão do workflow em seções e cartões para cada atividade;
● Deve-se identificar os pontos de compromisso e entrega;
● Antes do ponto de compromisso pode haver um conjunto de ideias que podem ou não ser 
selecionadas.
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Além disso, o autor ressalta que o fluxo de trabalho deve priorizar a entrega de valor e minimizar o 
tempo de espera. Nesse sentido, David menciona o termo Lead Time (Tempo de Espera):
“O tempo em que um item está em processo entre os pontos de compromisso e de entrega é referido 
como Lead Time do item.”
Quais são os benefícios do Kanban?
Ao aplicar esse método, a organização pode alcançar um melhor alinhamento entre todos os setores da 
empresa, o que significa que os objetivos estratégicos são atingidos mais facilmente.
Além disso, a organização das atividades executadas e um fluxo de trabalho equilibrado entre todos os 
colaboradores levam a uma maior agilidade e permite a aplicação da filosofia Kaizen (melhoria 
contínua). 
Isso significa que caso algum contratempo surja, seja devido ao ambiente externo ou questões da 
própria empresa, o Kanban permite que o problema seja contornado. Em consequência disso, de 
acordo com o autor, o método também é chamado de Caminho Alternativo para a Agilidade. 
Por fim, com o Kanban é possível implementar loops de feedback. Através dos indicadores gráficos ou 
da revisão do workflow, o gestor pode se certificar que a entrega da equipe supriu ou não as 
necessidades do cliente, além de minimizar os riscos devido à visibilidade imediata do problema.
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Quais os princípios fundamentais do Kanban?
● O método Kanban conta com seis princípios fundamentais, sendo eles:
● Comece com o que você faz agora;
● Busque mudanças evolucionárias e incrementais;
● Respeite o organograma da empresa;
● Incentive a liderança em todos os níveis;
● Foque nas necessidades dos seus clientes;
● Crie metas para melhorar os resultados do cliente e dos negócios. 
Quais são os valores do Kanban?
Além dos princípios, o Kanban também é movido por valores que estimulam a melhoria contínua dos 
serviços através da boa relação entre a equipe. 
Os valores podem ser resumidos unicamente na palavra “respeito”. Segundo o autor, para que os 
processos funcionem com sucesso, todos os indivíduos envolvidos devem ser respeitados. 
Contudo, o sistema kanban conta com um conjunto de outros oito valores:
● Transparência;
● Equilíbrio;
● Colaboração;
● Foco no cliente;
● Fluxo;
● Liderança;
● Entendimento;
● Acordo.
O que e quais são as cadências do método Kanban?
De acordo com David J. Anderson, além de contar com o sistema kanban, o método também se 
caracteriza pelos loops de feedback,ou seja, sete oportunidades de cadências.
As cadências são reuniões cíclicas de revisões que estimulam a melhoria contínua e a entrega efetiva de 
serviços de cada equipe. A escolha da cadência ideal para as revisões dependerá do contexto da 
organização e é um ponto decisivo para bons resultados futuros. 
O autor sugere as seguintes reuniões:
1. Análise estratégica (Strategy Review)
Tem o objetivo de selecionar os serviços a serem prestados, revisar a estratégia de negócios e 
assegurar se o produto e a entrega correspondem aos valores esperados pelo mercado. A cadência é 
trimestral. 
2. Análise de Operações (Operations Review)
Refere-se à revisão global do sistema para compreender os recursos para maximizar a entrega de valor 
para os clientes e sugerir eventos Kaizen. A cadência é mensal.
3. Análise de Risco (Risk Review)
Busca revisar os riscos dos sistemas kanban e solucionar os problemas que comprometam a entrega. A 
cadência é mensal. 
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4. Análise da Entrega de Serviços (Service Delivery Review)
O objetivo dessa análise é revisar e melhorar a eficácia de um produto ou serviço, a fim de verificar se 
eles estão sendo entregues em conformidade com as exigências dos clientes. A cadência é quinzenal. 
5. Reunião de reabastecimento (Replenishment Meeting)
É uma reunião para definir e mover elementos para o ponto de compromisso e decidir quais atividades 
serão trabalhas na próxima entrega. A cadência é semanal. 
6. Reunião do Kanban (Kanban Meeting)
É uma reunião com duração entre 10 a 20 minutos de revisão do status de trabalho entre os colabores 
responsáveis pela entrega do produto. A cadência é diária.
7. Reunião de Planejamento de Entrega (Delivery Planning Meeting)
Visa monitorar e planejar os critérios de aceitação dos clientes. A cadência varia de acordo com o prazo 
de cada entrega.
Como aplicar o Kanban na sua empresa?
Para implementar o método Kanban na sua organização, David argumenta que os gestores devem 
reconhecer que o trabalho envolve um fluxo de valor desde a solicitação do produto ou serviço pelo 
cliente até a entrega dele propriamente dita.
Em outros termos, eles devem realizar um exercício de visualização do trabalho e do processo para a 
entrega. Feito isso, o processo deve ser melhorado continuamente, aplicando as práticas, princípios e 
valores do Kanban.
Segundo o autor, fazendo isso você estará aplicando o método sem mesmo estar utilizando um sistema 
kanban (com os sinais visuais para limitar o WiP).
Entretanto, caso você busque por uma ferramenta para inserir o Kanban na sua empresa, David J. 
Anderson compartilha a Abordagem de Pensamento de Sistemas para Introduzir Kanban (STATIK).
O método STATIK é uma forma de definir os passos para adotar o Kanban em uma organização. São 
eles:
● Passo 0: Mapear os serviços;
● Passo 1: Entender o que torna o serviço adequado para o objetivo do cliente;
● Passo 2: Compreender as fontes de insatisfação com o sistema atual;
● Passo 3: Analisar a demanda;
● Passo 4: Analisar a capacidade;
● Passo 5: Moldar o workflow;
● Passo 6: Descobrir classes de serviços;
● Passo 7: Incorporar o sistema kanban;
● Passo 8: Socializar o sistema e projeto do quadro e negociar a implementação.
É válido ressaltar que as etapas não são necessariamente sequenciais e é normal rever todos os pontos 
em busca de melhorias adicionais.
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Mais livros sobre produtividade e gestão ágil
Por vezes, o Kanban é utilizado como processo principal ou em conjunto com outro, como o SCRUM. 
Por isso, aprenda mais sobre essa outra metodologia de gestão de projetos com o livro “SCRUM: a arte 
de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo”, do autor Jeff Sutherland.
Jake Knapp, em seu livro “SPRINT”, mostra que é possível testar o seu produto antes de entregá-lo ao 
cliente para que você possa entender as possíveis concepções e melhorá-lo a tempo. 
Em “Mais rápido e melhor”, do autor e repórter estadunidense Charles Duhigg, você aprenderá a 
delimitar metas, enxergar oportunidades e exercer boas escolhas para alcançar a produtividade na vida 
e nos negócios.
● Caso não queira usar o Kanban de modo físico, você pode utilizar algum sistema on-line 
como o Trello para acompanhar os projetos e garantir que a equipe cumprirá os prazos; 
● Compreenda todos os processos da empresa, desde os mais simples até os mais complexos;
● Encoraje a liderança em todos os setores da organização;
● Entenda e foque nas necessidades dos seus clientes;
● Deixe que os colaboradores gerenciem o trabalho de forma independente;
● Motive a sua equipe a trazer feedbacks para a melhoria do processo;
● A participação de todos os colaboradores é fundamental! Trabalhe com a motivação ao invés 
da obrigação.
Certo, então como executar as metas?
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