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<p>374</p><p>RESPOSTAS E COMENTÁRIOS</p><p>1. A resposta é b). O pico de incidência encontra-se entre os 15 e 25 anos de idade, sendo</p><p>mais frequente no sexo masculino (FORNAZIERI et al., 2008).</p><p>2. A resposta é a). Os principais fatores relacionados aos tipos de fraturas e suas sequelas</p><p>são idade do paciente (mais velhos apresentam fraturas mais graves), intensidade e</p><p>direção da força aplicada, natureza do instrumento causador do trauma. O padrão da</p><p>fratura nasal varia, dependendo da direção e da intensidade da força aplicada (CALDAS</p><p>NETO et al., 2011).</p><p>3. A resposta é e). As possíveis complicações que podem acontecer em fraturas dos ossos</p><p>próprios do nariz são: obstrução nasal crônica, desvio de septo e de pirâmide nasal,</p><p>hematoma septal, infecção local, epistaxe e rinoliquorréia (SANTOS, 2017).</p><p>4. A resposta é e). Todas as alternativas estão corretas. As lesões comuns de tecidos</p><p>moles são laceração, equimoses e hematomas do nariz. A força aplicada de direção lateral</p><p>pode causar depressão do osso nasal ipsilateral ou ser forte o suficiente para ocasionar</p><p>fratura do osso contralateral. Já a força aplicada de direção frontal pode causar lesões</p><p>simples, como a fratura interna da margem inferior dos ossos nasais. As fraturas ocorrem</p><p>mais frequentemente em zonas fracas estruturais do osso (CALDAS NETO et al., 2011).</p><p>5. A resposta é d). Os ossos nasais são relativamente espessos em suas articulações e em</p><p>seu terço superior e mais finos em sua parte inferior, onde são frequentemente sujeitos a</p><p>traumas e fraturas (COTO et al., 2010).</p><p>6. A resposta é e). São sintomas frequentes de paciente com trauma nasal: dor no nariz e</p><p>ao redor da área do rosto, aparência de nariz torto, mudança na cor do nariz, hemorragia.</p><p>Na suspeita de fratura nasal, deve-se sempre questionar sobre a história de epistaxe,</p><p>obstrução nasal, mudança da aparência nasal e dor, pois, quando presentes, são dados que</p><p>ajudam a confirmar o diagnóstico (FORNAZIERI et al., 2008).</p><p>7. A resposta é e). São sinais encontrados no exame físico de paciente com trauma nasal:</p><p>equimose, ruptura de mucosa, laceração, edema palpebral. Inspeção: avaliar edema,</p><p>equimose ou hematoma (nasal e periorbitário), telecanto, desvios da pirâmide nasal e</p><p>afundamentos frontais ou laterais, uni ou bilaterais. Palpação: edema, mobilidade e</p><p>crepitações ósseas e dor. Rinoscopia anterior: avaliar sangramento ativo; hematoma</p><p>septal; posição do septo na crista maxilar; desvios anteriores, médios e posteriores;</p><p>relação com as válvulas nasais interna e externa, presença de lacerações de mucosa do</p><p>septo e das conchas (CALDAS NETO et al., 2011).</p><p>8. A resposta é b). O pico de incidência das fraturas nasais é dos 15 aos 25 anos de idade.</p><p>Uma das afecções mais atendidas pelos otorrinolaringologistas no pronto socorro é a</p><p>fratura dos ossos nasais. O pico de incidência encontra-se entre os 15 e 25 anos de idade,</p><p>sendo mais frequente no sexo masculino (FORNAZIERI et al., 2008).</p><p>9. A resposta é e). Todas as alternativas estão corretas. É importante que o exame físico</p><p>seja realizado nas primeiras horas após o trauma, pois poderá ser prejudicado pelo edema.</p>