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Guarda dos Filhos: Compartilhada e Unilateral
A guarda dos filhos é uma das questões mais importantes e complexas em processos de separação ou divórcio, refletindo diretamente o bem-estar da criança. No Brasil, existem duas modalidades principais de guarda: a compartilhada e a unilateral.
A guarda compartilhada é a modalidade preferencial estabelecida pelo ordenamento jurídico, em que ambos os pais, independentemente de estarem casados ou separados, têm a responsabilidade conjunta sobre as decisões mais importantes na vida do filho, como saúde, educação e convivência familiar. Na guarda compartilhada, as responsabilidades são divididas, mas a convivência do filho com ambos os pais é essencial.
Já a guarda unilateral ocorre quando apenas um dos pais detém a responsabilidade pela criação e decisões relativas ao filho, enquanto o outro pode ter direitos de visitação ou convivência, dependendo da sentença judicial. A guarda unilateral é adotada em casos onde um dos pais é considerado incapaz de exercer a guarda ou quando o outro não demonstra interesse em participar ativamente da criação do filho.
A escolha entre essas modalidades leva em consideração o melhor interesse da criança, que é sempre a prioridade do juiz.
Perguntas e Respostas
1. Qual a diferença entre guarda compartilhada e unilateral?
A guarda compartilhada envolve a responsabilidade conjunta dos pais sobre a criação do filho, enquanto a guarda unilateral é atribuída a apenas um dos pais.
2. Qual modalidade de guarda é preferida pela lei brasileira?
A guarda compartilhada é a modalidade preferencial no ordenamento jurídico brasileiro.
3. Na guarda compartilhada, os pais devem morar juntos?
Não, a guarda compartilhada não exige que os pais moram juntos, mas implica que ambos têm responsabilidade sobre decisões importantes na vida do filho.
4. Quem define a guarda unilateral?
O juiz é quem decide sobre a guarda unilateral, com base no melhor interesse da criança.
5. Quais são as implicações da guarda unilateral para o pai ou mãe não guardião?
O pai ou mãe não guardião geralmente mantém o direito de convivência com o filho, mas não tem poder para tomar decisões importantes, como na guarda compartilhada.