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446 que a pessoa se perca. Memorizar algo de fato depende de compreensão. Então, ao pensar em falas e apresentações, tente entender o conceito todo ao redor do que você está falando. Pesquisas mostram que apenas a repetição automática pode até impedir que você entenda o que está expondo. Terceiro, rabisque! Estudos indicam que rabiscar enquanto “ingerimos” informações não visuais (em aulas, por exemplo) aumenta a capacidade de nossa memória. Uma pesquisa de 2009 mostrou que pessoas que rabiscavam enquanto ouviam uma lista de nomes lembravam 29% a mais os nomes ditos. (Luciana Galastri. Revista Galileu, 03.02.2015. http://revistagalileu.globo.com. Adaptado) As aspas em – Estudos indicam que rabiscar enquanto “ingerimos” informações não visuais... (4º parágrafo) – sinalizam que o vocábulo ingerimos está empregado com sentido a) figurado, equivalendo a “transmitimos verbalmente”. b) figurado, equivalendo a “assimilamos mentalmente”. c) próprio, equivalendo a “engolimos facilmente”. d) figurado, equivalendo a “captamos equivocadamente”. e) próprio, equivalendo a “devoramos avidamente”. 430) Concurso: Aux AA/CM Mogi Cruzes/2017 Banca: VUNESP Leia o texto para responder à questão. O substituto da vida Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me sentava a ela, escrevia o que tinha de escrever, relia para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria e ia à vida. Se trabalhasse num jornal, isso incluiria discutir futebol com o pessoal da editoria de esporte, ir à esquina comer um pastel ou dar uma fugida ao cinema. Se já trabalhasse em casa, ao terminar de escrever eu fechava a máquina e abria um livro, escutava um disco ou dava um pulo rapidinho à praia. Só reabria a máquina no dia seguinte. Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo às Licenciado para - sara aparecida de souza consoli - 33544593874 - Protegido por Eduzz.com