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Estratégia MED| Simulado Nacional ENAMED - 100 DIAS ATÉ A PROVAENAMED 2
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• A prova poderá ser baixada no Portal do Estratégia MED. Se preferir, você pode baixá-la e imprimi-la;
• A prova terá duração máxima de 2 horas e 30 minutos. Os candidatos terão das 14h às 16h30min (horário de Brasília) para responder 
às questões e para enviar o gabarito preenchido por meio do formulário eletrônico disponível no link constante neste caderno de 
questões ou, também, no Portal do Estratégia MED;
• O formulário ficará disponível para preenchimento durante toda aplicação da prova (14h às 16h30);
• O Estratégia MED divulgará o gabarito preliminar em seu portal a partir das 17h do dia 29 de junho de 2025;
• É de inteira responsabilidade do candidato a verificação prévia da integridade e conectividade de seus equipamentos eletrônicos;
• O candidato deverá usar no preenchimento do gabarito o mesmo e-mail que será utilizado no cadastro da plataforma;
• A premiação será a chance de concorrer a 01 Kit Exclusivo do Estratégia MED para o primeiro colocado, desde que o endereço de 
entrega esteja localizado no Brasil.
• Para fins de desempate entre os candidatos, será considerado o menor horário de envio do gabarito.
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Estratégia MED | Caderno de questões | Simulado Nacional ENAMED - 100 DIAS ATÉ A PROVA 3
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CLÍNICA MÉDICA
1. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Uma mulher de 67 anos 
procura a unidade básica de saúde. Ela está na menopausa há 
17 anos, não faz uso de terapia hormonal e tem antecedente 
materno de fratura de quadril aos 80 anos após uma queda da 
própria altura. Relata não praticar atividade física regularmente. 
Nega tabagismo ou etilismo. Ao exame físico, apresenta-se em 
bom estado geral, IMC de 22 kg/m², sem alterações relevantes. 
Qual deve ser a conduta mais apropriada para a saúde óssea 
dessa paciente?
A) Iniciar imediatamente suplementação com cálcio e vitamina D 
e prescrever bisfosfonato.
B) Solicitar densitometria óssea de coluna lombar e fêmur 
proximal.
C) Solicitar radiografia de coluna toracolombar para rastreio de 
fraturas vertebrais.
D) Solicitar dosagem de PTH e cálcio sérico para investigação de 
hiperparatireoidismo primário.
3. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Um paciente de 62 anos, 
tabagista com histórico de 45 maços/ano, apresenta-se ao 
ambulatório de pneumologia com queixa de dor persistente no 
ombro direito, irradiando para a região medial do braço e mão. 
A dor tem piorado progressivamente nos últimos três meses, 
sem melhora significativa com analgésicos convencionais. Além 
disso, o paciente relata fraqueza muscular na mão direita, com 
dificuldade para segurar objetos e perda de força. Ele também 
apresenta tosse seca há cerca de um mês, sem expectoração. 
Ao exame físico, observa-se atrofia dos músculos da mão direita 
e presença de síndrome de Horner (ptose palpebral e miose) no 
lado direito. Na radiografia de tórax, observa-se uma massa no 
ápice pulmonar direito, com bordas irregulares. A tomografia 
computadorizada de tórax confirma uma massa no ápice 
pulmonar direito. 
Com base no quadro clínico e nos exames realizados, qual é a 
hipótese diagnóstica mais provável?
A) Síndrome de Pancoast-Tobias.
B) Neoplasia pulmonar com metástase em nível cervical.
C) Dissecção de aorta torácica com comprometimento do plexo 
braquial.
D) Síndrome do desfiladeiro torácico. 
2. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Um paciente de 78 
anos procura atendimento na Unidade Básica de Saúde 
(UBS), queixando-se de diarreia aquosa volumosa (cerca de 8 
evacuações por dia), cólicas abdominais e febre baixa (37,8 °C) 
há 48 horas. Refere ter recebido alta hospitalar há 5 dias, onde 
havia permanecido por 10 dias para tratamento de pneumonia 
comunitária com ceftriaxona intravenosa. Ao exame físico, o 
abdome encontra-se doloroso à palpação difusa, sem sinais de 
irritação peritoneal.
Considerando a suspeita clínica de colite por C. difficile, qual 
é o exame diagnóstico de primeira linha mais adequado para 
confirmação nesse paciente?
A) Pesquisa de sangue oculto nas fezes.
B) Coprocultura para pesquisa de patógenos entéricos comuns.
C) Pesquisa de toxinas A e B de Clostridioides difficile nas fezes.
D) Colonoscopia com biópsia da mucosa colônica.
Paulo Ribeiro
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Paulo Ribeiro
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Paulo Ribeiro
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4. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem de 68 anos é 
trazido à consulta com queixa de marcha instável, parestesias 
em membros inferiores e episódios de confusão mental. Refere 
alimentação irregular, consumo crônico de álcool e perda de 
peso nos últimos meses. Ao exame: palidez, sinal de Romberg 
positivo, reflexos profundos diminuídos em membros inferiores. 
Exames laboratoriais revelam: hemoglobina = 7,2 g/dL; VCM = 
122 fL; leucócitos = 2.600/mm³; plaquetas = 78.000/mm³; LDH 
elevado; bilirrubina indireta aumentada. Com base no quadro 
clínico-laboratorial, a alternativa menos compatível com a 
etiologia provável é:
A) deficiência de vitamina B12 por gastrite atrófica autoimune.
B) doença de Crohn com acometimento ileal terminal.
C) cirurgia bariátrica com exclusão de íleo distal.
D) deficiência de folato por alcoolismo crônico.
5. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem de 29 anos procura 
atendimento por dor lombar há 6 meses. Nota que a dor é 
pior durante a noite e que, pela manhã, tem dificuldade em 
movimentar a região com melhora em torno da hora do almoço. 
Desde então, apresentou dois episódios de olho vermelho com 
diagnóstico de uveíte e melhora após uso de colírio. Ao exame 
físico, apresenta limitação à flexão de coluna lombar e manobra 
de Patrick com dor em topografia de sacroilíaca. Assinale a 
alternativa correta sobre o caso clínico acima.
A) A uveíte é, classicamente, anterior e crônica. 
B) O padrão de acometimento de esqueleto periférico mais típico 
é a oligoartrite assimétrica de membros inferiores. 
C) Na radiografia, são esperadas esclerose subcondral e 
irregularidade nas sacroilíacas, além de osteófitos na coluna 
lombar. 
D) Caso contraindicação ou falha ao tratamento com anti-
inflamatório não esteroidal, glicocorticoides de ação sistêmica 
são segunda linha de tratamento. 
6. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem, 67 anos de idade, 
apresenta-se ao pronto-socorro com queixa de dor torácica 
retroesternal há 2 horas, irradiando para a mandíbula. Histórico 
de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e dislipidemia, em uso 
irregular de enalapril e sinvastatina. Nega tabagismo e consumo 
de álcool. Exame físico revela estado geral regular, lúcido, com 
fácies de dor, frequência cardíaca (FC) de 75 bpm, pressão arterial 
(PA) de 140 x 90 mmHg, frequência respiratória (FR) de 22 irpm, 
saturação de oxigênio (SatO2) de 96%. Ausculta respiratória 
sem alterações. Ausculta cardíaca mostra ritmo regular, bulhas 
normofonéticas em dois tempos, sem sopros. Abdome sem 
alterações. Na admissão, foi realizado eletrocardiograma 
conforme imagem apresentada. Considerando o relato do caso, 
indique o tratamento apropriado para a situação aguda desse 
paciente.
Fonte ECG: Prova REVALIDA INEP 2021
A) AAS, clopidogrel, enoxaparina, nitrato, morfina e oxigênio.
B) AAS, prasugrel, alteplase,heparina não fracionada.
C) AAS, ticagrelor, enoxaparina, nitrato, angioplastia coronariana.
D) AAS, heparina não fracionada, morfina e oxigênio.
Paulo Ribeiro
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Paulo Ribeiro
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Paulo Ribeiro
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7. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente de 30 anos, 
boia-fria, é levado por colegas ao atendimento na emergência 
após ser encontrado perto da lavoura, apresentando confusão 
mental, fraqueza e dor torácica. Na avaliação inicial, observa-
se dificuldade respiratória, com roncos intensos, abundante 
sialorreia, lacrimejamento ocular, tremores musculares difusos 
e miose bilateral. Diante desse cenário, quais são o provável 
diagnóstico e o antídoto a ser imediatamente administrado?
A) Síndrome anticolinérgica – atropina.
B) Síndrome narcótica – naloxona.
C) Síndrome colinérgica – naloxona.
D) Síndrome colinérgica – atropina
8. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher de 28 anos 
procura atendimento por apresentar episódios recorrentes de 
dor abdominal difusa há cerca de 8 meses. Refere que a dor 
melhora após evacuações e que o padrão do hábito intestinal 
oscila entre diarreia e constipação. Nega febre, perda ponderal, 
sangramentos ou história familiar de doenças inflamatórias 
intestinais. Ao exame físico, apresenta abdome plano, ruídos 
hidroaéreos normais e dor difusa à palpação superficial, sem 
sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais revelaram: 
hemograma = Hb 13,2 g/dL (VR = 12–16), leucócitos = 6.800/
mm³ (VR = 4.000–11.000), eosinófilos = 1% (VR =Diverticulite aguda.
[ ] Síndrome de Mirizzi.
[ ] Isquemia mesentérica aguda.
Tomografia de abdome e pelve sem contraste.
Tomografia de abdome e pelve com contraste.
Cintilografia hepatobiliar.
Angiotomografia abdominal (vasos mesentéricos).
Colangiorresonância .
A) 1, 5, 2, 3, 4
B) 2, 3, 1, 5, 4
C) 2, 5, 1, 3, 4
D) 1, 3, 2, 5, 4
Paulo Ribeiro
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Paulo Ribeiro
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16. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Paciente feminina, 49 anos, 
obesa e com antecedente de diabetes tipo 2, com diagnóstico 
confirmado de colecistite aguda, com 4 dias de evolução. Durante 
a colecistectomia videolaparoscópica, houve dificuldade na 
dissecção e identificação das estruturas anatômicas do triângulo 
de Callot. Foram realizadas duas clipagens, supostamente o 
ducto cístico e artéria cística, porém havia uma terceira estrutura 
saindo no infundíbulo da vesícula biliar. Nesse caso, qual deve 
ser a conduta do cirurgião?
A) Ligar a terceira estrutura e realizar colecistectomia fundo-
cística.
B) Realizar uma colangiografia intraoperatória e, persistindo a 
dúvida, conversão para via aberta tradicional.
C) Solicitar CRPE no intraoperatório para melhor visualização das 
vias biliares.
D) Conversão para via aberta tradicional por incisão de Kocher.
17. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Um homem de 42 anos, 
previamente hígido, iniciou tratamento com isoniazida para 
tuberculose latente. Após 4 semanas, procurou atendimento 
com astenia, náuseas e urina escurecida. Ao exame físico, 
encontrava-se ictérico, com fígado palpável a 3 cm do rebordo 
costal. Exames laboratoriais revelam: TGO = 890 U/L, TGP = 
1120 U/L, FA = 220 U/L, BT = 5,2 mg/dL (direta 3,4), INR = 1,2 e 
sorologias virais negativas. A relação R (ALT/FA) foi calculada em 
7. Nenhum outro medicamento foi introduzido.
Sobre esse caso, assinale a alternativa CORRETA.
A) A presença de hiperbilirrubinemia com transaminases > 3x o 
LSN caracteriza lesão hepática grave, indicando necessidade de 
transplante.
B) A reintrodução do fármaco está indicada após resolução clínica 
e laboratorial, para confirmar a causalidade.
C) O padrão de lesão é hepatocelular, com provável mecanismo 
idiossincrásico e risco aumentado de evolução para insuficiência 
hepática aguda.
D) O uso de N-acetilcisteína está formalmente indicado nesse 
contexto para redução de necrose hepática mediada por 
radicais livres.
Paulo Ribeiro
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Paulo Ribeiro
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18. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem, de 35 anos de 
idade, foi admitido na unidade de emergência após ser vítima 
de queda de moto. Na admissão, estava estável, queixando-se 
de dor suprapúbica e incapacidade de urinar. A uretrocistografia 
retrógrada evidenciou extravasamento de contraste para o fundo 
de saco de Douglas e goteiras parietocólicas. Qual é a conduta 
inicial mais adequada para o manejo do trauma urológico desse 
paciente?
A) Realizar cateterismo vesical com sonda de Foley para 
esvaziamento da bexiga.
B) Solicitar tomografia computadorizada da pelve para melhor 
estadiamento da lesão. 
C) Proceder com cistostomia suprapúbica para descompressão 
vesical. 
D) Laparotomia exploradora e rafia da lesão vesical.
19. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Uma criança de 8 anos 
chega à UPA após traumatismo frontal contra a quina de uma 
mesa, há cerca de uma hora. Ao exame físico, apresenta ferida 
cortocontusa em região frontal direita, com 3 cm de extensão. 
Está clinicamente bem, com a vacinação atualizada. Nesse 
contexto, qual é a melhor escolha de fio e agulha para a sutura 
da lesão?
A) Poliglactina 3-0 com agulha circular.
B) Poliamida 5-0 com agulha triangular.
C) Poliamida 3-0 com agulha circular.
D) Poliglactina 5-0 com agulha triangular.
20. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem de 38 anos, 
hipertenso, apresenta quadro de dor lombar intermitente à 
direita há cerca de 4 meses, associada a episódios esporádicos 
de hematúria macroscópica. Nega febre ou disúria. Refere 
três episódios semelhantes nos últimos dois anos, todos 
autolimitados. Ultrassonografia mostra cálculo único de 21 mm 
no cálice inferior do rim direito, de aspecto hiperecogênico e 
com sombra acústica posterior. A tomografia computadorizada 
sem contraste confirmou o achado, com cálculo de 1400 UH, 
distância pele-cálculo de 9 cm, sem dilatação do trato urinário 
a montante. Não há alterações do parênquima renal. Urina I e 
função renal normais. Qual é a melhor conduta nesse caso?
A) Litotripsia extracorpórea por ondas de choque.
B) Nefrolitotomia percutânea.
C) Ureteroscopia.
D) Terapia medicamentosa expulsiva com acompanhamento 
ambulatorial.
Paulo Ribeiro
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Paulo Ribeiro
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Paulo Ribeiro
Riscado
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Riscado
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GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
21. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Uma mulher com 46 anos, 
casada, G3P3(N), comparece ao serviço de ginecologia. Refere 
menstruação regular a cada 29 dias, fluxo com duração de 6 dias, 
e nega dismenorreia. É sexualmente ativa e usa a camisinha como 
método anticoncepcional. Traz resultado de ultrassonografia 
transvaginal que apresentou útero com contornos irregulares, 
miométrio com nódulo miomatosos hipoecogênicos intramurais, 
sendo o maior localizado na parede lateral, medindo 1,7 × 1,6 cm; 
volume uterino de 216,5 cm3, ovários de dimensões normais; 
endométrio regular, medindo 7,3 mm de espessura. 
Qual é a conduta mais indicada para essa paciente?
A) Seguimento clínico e com ultrassom.
B) Prescrever anticoncepcional combinado oral.
C) Indicar miomectomia laparoscópica.
D) Indicar histerectomia.
22. (Estratégia MED 2025 – Inédita) O sangramento uterino 
anormal (SUA) é uma das queixas mais frequentes nos 
consultórios de ginecologia, sendo uma das principais causas de 
faltas no trabalho e prejuízo na qualidade de vida da mulher. São 
opções de tratamento medicamentoso para o SUA, EXCETO:
A) análogos antagonistas do GnRH.
B) anticoncepcionais combinados.
C) SIU de levonorgestrel.
D) ácido tranexâmico.
23. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Uma mulher de 38 
anos, IGIP(C), comparece ao serviço de ginecologia referindo 
irregularidade menstrual, calores noturnos, dificuldade para 
dormir, secura vaginal e diminuição da libido. Foram realizados 
exames laboratoriais e a hipótese diagnóstica foi de insuficiência 
ovariana prematura.
Assinale a alternativa que descreve os resultados laboratoriais 
esperados que confirmam a hipótese diagnóstica.
A) FSH e LH baixos, estradiol elevado e inibina elevada.
B) FSH e LH baixos, estradiol e inibina baixos.
C) FSH e LH elevados, estradiol e inibina elevados.
D) FSH e LH elevados, estradiol e inibina baixos.
24. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Uma mulher de 31 
anos, G4P3(N)A1, puérpera de parto normal há 2 semanas, 
amamentando, comparece à UBS desejando prescrição de um 
método anticoncepcional. A paciente refere ser hipertensa e 
está em tratamento com enalapril. Ao exame físico: PA = 120 x 
80 mmHg. De acordo com os critérios de elegibilidade da OMS, 
qual é o método anticoncepcional que pode ser indicado para 
essa paciente?
A) Anel vaginal.
B) DIU de cobre.
C) Implante de etonogestrel.
D) SIU de levonorgestrel.
Paulo Ribeiro
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25. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Uma mulher com 27 anos, 
IGIP(C), realizou uma colpocitologia na UBS. Refere que o último 
Papanicolaou apresentou resultado normal. O exame atual 
apresentou o seguinte resultado: células escamosas atípicas 
de significadoindeterminado, não se podendo excluir lesão 
intraepitelial de alto grau (ASC-H).
Qual é a conduta indicada para este caso?
A) Repetir a colpocitologia em 6 meses.
B) Repetir a colpocitologia em 1 ano.
C) Encaminhar para colposcopia.
D) Realizar exérese da zona de transformação.
26. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Secundigesta, 38 anos, 
com idade gestacional de 14 semanas, comparece à consulta na 
unidade básica de saúde (UBS) trazendo exames solicitados na 
primeira consulta de pré-natal. Está assintomática e, ao exame 
clínico, não são identificadas alterações. A paciente refere que, 
na gestação anterior, há 4 anos, apresentou diabetes gestacional, 
mas não precisou usar insulina. A glicemia de jejum, realizada 
há 2 semanas, apresentou o seguinte resultado: 128 mg/dL. 
Restante dos exames sem alterações. Considerando o caso 
descrito, a conduta preconizada é: 
A) solicitar teste oral de tolerância à glicose.
B) introduzir inicialmente dieta, exercício físico e controle 
glicêmico.
C) introduzir insulina, além do tratamento não medicamentoso e 
controle glicêmico.
D) introduzir hipoglicemiante oral, dieta, exercício físico e controle 
glicêmico.
27. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Primigesta, idade 
gestacional de 32 semanas, comparece à consulta de rotina 
na unidade básica de saúde (UBS). Nega comorbidades ou 
complicações até o momento. Está assintomática. Ao exame, 
apresenta pressão arterial de 120 x 80 mmHg, altura uterina de 
26 cm, batimentos cardíacos fetais de 145 bpm, movimentação 
fetal presente, ausência de contrações uterinas. Considerado o 
caso descrito, qual é a conduta preconizada nesse momento?
A) Solicitar ultrassonografia obstétrica.
B) Solicitar cardiotocografia.
C) Solicitar perfil biofísico fetal.
D) Encaminhar para internação hospitalar.
28. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Primigesta com atraso 
menstrual para 8 semanas, vem ao pronto-socorro por queixa 
de sangramento e cólica leve há 1 dia. Refere que realizou 
ultrassonografia transvaginal com 5 semanas, em que foi 
observada gestação tópica, com saco gestacional de 16 mm com 
vesícula vitelínica, não sendo visualizado embrião. Ao exame, 
apresenta abdome flácido e indolor à palpação, especular 
com presença de pequena quantidade de sangue coletado, 
sem sangramento ativo, toque vaginal identificando colo 
impérvio, útero aumentado de tamanho, intrapélvico, indolor 
à mobilização. Realizado ultrassonografia novamente que 
identifica gestação tópica, saco gestacional de 30 mm, embrião 
de 9 mm sem batimentos cardíacos identificados. Considerando 
o caso descrito, o diagnóstico é:
A) ameaça de aborto.
B) aborto retido.
C) aborto incompleto.
D) aborto em curso.
Paulo Ribeiro
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29. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Tercigesta, com dois partos 
vaginais anteriores, 30 semanas de gestação, sem intercorrências 
até o momento, vem à consulta de pré-natal de rotina. Ao exame 
obstétrico, durante a palpação do abdome materno, o médico 
identifica, nas manobras obstétricas, que o fundo uterino está 
vazio, o dorso está anterior, não é possível sentir a cabeça fetal na 
manobra de Leopold e a escava está desocupada. Considerando 
o caso apresentado, indique a apresentação fetal e a região do 
abdome materno em que se devem auscultar os batimentos 
cardíacos fetais. 
A) Pélvica, à direita acima da cicatriz umbilical.
B) Pélvica, anterior acima da cicatriz umbilical.
C) Cefálica, à esquerda abaixo da cicatriz umbilical.
D) Córmica, anterior periumbilical.
30. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Secundigesta, 22 anos, 
usuária de drogas, moradora de rua, ausência de pré-natal, vem 
à maternidade trazida pelo SAMU em trabalho de parto. Não 
sabe a data da última menstruação, não realizou ultrassonografia 
durante a gestação. Ao exame, apresenta pressão arterial de 130 
x 80 mmHg, frequência cardíaca de 90 bpm, dinâmica uterina 
presente com 3 contrações de 40 segundos em 10 minutos, altura 
uterina de 34 cm, toque vaginal com colo fino, medianizado, 8 
cm de dilatação, cefálico, bolsa íntegra. Realizado teste rápido de 
sífilis e HIV, sendo esse último reagente. Considerando o quadro 
apresentado, a conduta preconizada é: 
A) acompanhamento do trabalho de parto e aplicação de 
zidovudina endovenosa até o clampeamento do cordão 
umbilical
B) inibição do trabalho de parto, confirmação do HIV com um 
segundo exame, solicitação de ultrassonografia obstetrícia 
para datar a gestação. 
C) inibição do trabalho de parto para realização de zidovudina 
endovenosa por pelo menos 4 horas.
D) cesariana de urgência e zidovudina endovenosa até o 
clampeamento do cordão. 
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PEDIATRIA
31. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Um menino de 9 anos é 
levado ao pronto-socorro com queixa de fraqueza progressiva, 
vômitos, dor abdominal e respiração rápida há dois dias. Os pais 
relatam que ele tem urinado com maior frequência e emagrecido 
nas últimas semanas. Ao exame físico, sonolento, desidratado, 
com frequência respiratória de 36 irpm com respiração profunda 
(tipo Kussmaul), PA: 90/60 mmHg, FC: 120 bpm. Glicemia capilar: 
520 mg/dL. Gasometria venosa: pH = 7,28; HCO₃⁻ = 13 mEq/L. 
Cetonúria: ++.
Com base nesse quadro clínico, qual é a conduta inicial mais 
apropriada para o manejo dessa criança?
A) Iniciar infusão de insulina rápida em bólus seguida de infusão 
contínua intravenosa.
B) Iniciar hidratação com solução salina isotônica (0,9%) e coletar 
eletrólitos.
C) Corrigir imediatamente a acidose com bicarbonato de sódio.
D) Prescrever regime com insulina NPH e regular subcutâneas e 
mandar contrarreferência para a Unidade Básica de Saúde para 
seguimento de diabetes mellitus tipo 1.
32. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Durante atendimento 
em uma Unidade Básica de Saúde, uma enfermeira avalia o 
cartão vacinal de um menino de 12 anos, sem comorbidades, 
acompanhado por sua mãe. A profissional orienta a aplicação da 
vacina contra HPV, mas a mãe questiona se esse imunizante é 
indicado para meninos, já que acreditava que só era oferecido 
para meninas.
Com base no Programa Nacional de Imunizações, a conduta 
correta é:
A) adiar a vacinação, pois a vacina contra HPV só é recomendada 
para meninos de 13 e 14 anos.
B) administrar a vacina contra HPV, já que é recomendada em 
dose única para meninos e meninas de 9 a 14 anos.
C) informar que a vacina contra HPV não está disponível para 
meninos na rede pública.
D) aplicar a vacina somente se houver história de atividade sexual.
33. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Uma lactente de 4 meses 
é levada à consulta de rotina em UBS. Está em bom estado 
geral, com crescimento e desenvolvimento adequados, sem 
contraindicações vacinais. O cartão vacinal contém as vacinas 
obrigatórias que foram realizadas ao nascimento, 2 meses e 3 
meses. Considerando o calendário nacional vigente, que vacinas 
devem ser administradas nessa consulta?
A) Pentavalente, VIP, rotavírus e pneumocócica 10.
B) Pentavalente, VOP e meningocócica C.
C) Pentavalente, VIP e pneumocócica 13.
D) Pneumocócica 10, meningocócica C e influenza.
Paulo Ribeiro
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34. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Em consulta de 
puericultura, um lactente de 2 meses, nascido a termo e 
saudável, sem fatores de risco, apresenta hemoglobina de 10,2 
g/dL. Está em aleitamento materno exclusivo, com bom ganho 
de peso. A mãe demonstra preocupaçãocom a possibilidade de 
anemia devido ao resultado do exame. Considerando os dados 
apresentados, o valor da hemoglobina pode ser explicado por:
A) Anemia carencial por deficiência de ferro e necessidade de 
suplementação imediata.
B) Anemia fisiológica do lactente, sem necessidade de intervenção 
específica.
C) Talassemia menor, sugestiva pela queda precoce da 
hemoglobina.
D) Sinais precoces de doença crônica, exigindo investigação 
complementar.
35. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mãe de um bebê de 3 
meses comparece à UBS para retorno de rotina e refere que 
voltará a trabalhar em 10 dias. Questiona a profissional de saúde 
sobre como proceder com a ordenha e a conservação do leite.
A orientação correta é:
A) o leite ordenhado deve ser fervido antes de ser oferecido ao 
bebê.
B) pode-se armazenar o leite na geladeira por até 12 horas e, no 
freezer, por até 15 dias.
C) a ordenha deve ser feita com bomba elétrica exclusiva e o leite 
oferecido em mamadeira.
D) O leite ordenhado deve ser descartado após 2 horas em 
temperatura ambiente, mesmo refrigerado.
36. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Menina de 6 anos e 8 
meses é levada à Unidade Básica de Saúde por sua mãe, que 
notou aumento das mamas há cerca de 4 meses. A criança 
apresenta crescimento acelerado, com estatura acima do 
percentil 97 e estadiamento puberal M2P1. Ao exame, não há 
sinais de hiperandrogenismo. Foi solicitada radiografia de punho, 
que revelou idade óssea compatível com 9 anos.
Considerando os achados clínicos e complementares, a hipótese 
diagnóstica mais provável e a conduta inicial são:
A) telarca precoce isolada; apenas observação sem exames 
adicionais.
B) puberdade precoce central; encaminhamento para 
endocrinologia pediátrica.
C) puberdade precoce periférica; iniciar tratamento com análogo 
de GnRH.
D) puberdade normal; manter acompanhamento sem necessidade 
de investigação.
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37. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Lactente de 4 meses é 
levado à emergência com quadro de tosse e coriza iniciado há 
3 dias e piora do padrão respiratório há 1 dia. Ao exame, FR de 
58 irpm, sibilos difusos e saturação de 92% em ar ambiente. 
Apresenta dificuldade para mamar e tiragem subcostal 
moderada.
Qual é a conduta inicial mais adequada?
A) Internação hospitalar para hidratação e oxigenoterapia se 
necessário.
B) Iniciar corticoide e broncodilatador por 5 dias.
C) Solicitar radiografia de tórax e iniciar antibiótico empírico.
D) Prescrever salbutamol e liberar para casa.
38. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Menino de 9 anos é levado 
à UBS com queixa de ganho ponderal excessivo nos últimos anos. 
Apresenta IMC acima do percentil 97 para idade, com acantose 
nigricans em região cervical. Nega comorbidades. A mãe 
questiona sobre o início de medicação para emagrecer.
A conduta inicial mais apropriada nesse momento é:
A) iniciar análogo de GLP-1 e dieta hipocalórica.
B) prescrever metformina e atividade física supervisionada.
C) encaminhar para endocrinologia pediátrica para iniciar 
orlistate.
D) implementar mudanças de estilo de vida com acompanhamento 
multiprofissional.
39. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Menina de 2 anos é levada 
à UBS com quadro de coriza e febre alta há 4 dias e exantema que 
começou na face e se espalhou para o tronco. Apresenta manchas 
de Koplik na mucosa oral. Está com vacinação incompleta. A 
mãe relata que outras crianças da creche apresentaram quadro 
semelhante.
A principal hipótese diagnóstica e a conduta são:
A) escarlatina; iniciar penicilina benzatina.
B) exantema súbito; liberar para creche após 24h sem febre.
C) rubéola; notificação compulsória e isolamento.
D) sarampo; notificar o caso e iniciar bloqueio vacinal.
40. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Bernardo, de 7 anos, vem 
novamente com seu pai ao pronto-socorro nos últimos 7 dias. 
Iniciou o quadro com tosse, obstrução nasal, febre moderada 
e dor de garganta, quando foram prescritos amoxicilina e 
ibuprofeno. No momento, ocorreu desenvolvimento de manchas 
avermelhadas na pele e “caroços” nos pescoço que levaram o 
pai a fazer uma nova avaliação. Ao exame: temperatura de 38,5 
ºC, orofaringe com placas branco acinzentadas nas tonsilas, 
otoscopia com hiperemia da membrana timpânica, ausculta 
pulmonar com roncos, pescoço com linfonodomegalia cervical 
fibroelástica anterior e posterior.
Considerando o quadro acima, assinale a alternativa correta.
A) Estamos com uma suspeita de infecção de vias aéreas 
superiores, sendo importante a realização de exames 
laboratoriais e de imagem para orientar a conduta
B) Orientar que se trata de evolução natural de infecção viral, 
sendo indicada a suspensão do antibiótico e sintomáticos.
C) O paciente apresenta infecção bacteriana nas vias aéreas 
superiores com resistência ao antibiótico prévio, sendo 
necessário novo antimicrobiano de maior espectro.
D) Trata-se de infecção de vias aéreas superiores e inferiores com 
reação alérgica, sendo necessário suspensão do antibiótico e 
antialérgicos.
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MEDICINA PREVENTIVA
41. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Homem de 34 anos, 
trabalhador rural, procura a unidade básica de saúde com 
queixa de dor intensa em “ferroada” no ombro esquerdo 
há 1 semana. Ao exame, observa-se uma lesão eritematosa, 
nodular, com orifício central e saída intermitente de secreção 
serossanguinolenta. À compressão lateral da lesão, o paciente 
refere dor aguda e discreta movimentação no interior do nódulo.
Com base no quadro clínico, quais são o diagnóstico mais 
provável e a conduta adequada?
A) Furúnculo – iniciar antibiótico sistêmico e drenagem cirúrgica 
imediata.
B) Picada de aranha – prescrever anti-inflamatório e acompanhar 
evolução da lesão.
C) Miíase primária – realizar oclusão do orifício com vaselina para 
extrusão da larva.
D) Hidrosadenite supurativa – iniciar antibiótico tópico e orientar 
higiene local.
42. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Uma mulher transexual 
de 28 anos procura uma unidade de saúde para atendimento 
de rotina. Ao preencher sua ficha de cadastro, a profissional da 
recepção recusa-se a chamá-la pelo nome social, argumentando 
que somente o nome civil pode ser utilizado nos documentos 
oficiais do serviço. A paciente, visivelmente constrangida, 
menciona que já passou por esse tipo de situação diversas vezes, 
inclusive durante consultas médicas, e questiona seus direitos 
como usuária do SUS.
Considerando a Política Nacional de Saúde Integral LGBT e as 
normativas vigentes, assinale a alternativa correta.
A) O principal princípio doutrinário do SUS quebrado nessa 
situação é a universalidade. O reconhecimento do nome social 
nos serviços de saúde depende de autorização judicial, por 
tratar-se de dado sensível, vinculado à identidade de gênero e 
orientação sexual.
B) O principal princípio doutrinário do SUS quebrado nessa 
situação é o acesso. O direito ao uso do nome social é garantido 
por portaria ministerial e integra os direitos dos usuários da 
saúde, devendo ser respeitado por todos os profissionais do 
SUS.
C) O principal princípio doutrinário do SUS quebrado nessa 
situação é a integralidade. O atendimento à população trans 
deve ocorrer, preferencialmente, em unidades de referência 
específicas, sendo permitido o uso do nome civil apenas nesses 
serviços.
D) O principal princípio doutrinário do SUS quebrado nessa 
situação é a equidade. A população trans encontra-se em 
vulnerabilidade e, na UBS, recebe outra barreira de acesso. 
O nome social é garantido por lei e deve ser respeitado 
independentemente do juízo de valordos profissionais. 
Paulo Ribeiro
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43. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Em uma cidade de médio 
porte com 90 mil habitantes, o gestor municipal de saúde 
identifica grande tempo de espera em serviços de pronto 
atendimento (UPA e hospital municipal), grande parte dos casos 
é relacionado à hipertensão crônica mal controlada, diabetes 
mellitus do tipo II mal controlada, dor crônica em membros e 
lombalgia mecânica crônica, entre outras condições crônicas 
com demandas relacionadas ao acompanhamento, além de 
infecções respiratórias leves e cefaleias crônicas primárias e 
leves, assim como de gestantes e crianças com cuidado de pré-
natal e puericultura atrasados. 
Diante do exposto, assinale a alternativa que apresenta a ação 
mais adequada para reorganizar o sistema de saúde no município.
A) Investigar como os médicos estão conduzindo os casos 
dentro dos prontos atendimentos, e ampliar o horário 
de funcionamento das Unidades de Pronto Atendimento 
(UPAs), com contratação de novos médicos de acordo com as 
necessidades em saúde da população. 
B) Investigar como está o fluxo de atendimento dentro dos prontos 
atendimentos para achar pontos de melhorias, como: criar um 
programa de capacitação hospitalar para os profissionais da 
urgência e emergência, visando qualificar o atendimento dos 
casos clínicos de baixa complexidade que chegam aos serviços 
de alta demanda, criar novas especialidades ambulatoriais nas 
policlínicas para absorver a demanda espontânea e melhorar o 
acesso da população.
C) Investigar como está a cobertura e qualidade da atenção 
primária e avaliar possibilidades a depender dos problemas 
vistos: expandir a cobertura da Estratégia Saúde da Família, 
investir em capacitação dos profissionais na atenção primária, 
fortalecer a atuação dos Agentes Comunitários de Saúde.
D) Investigar as possibilidades de aumento de financiamento do 
SUS, contratar clínicas privadas conveniadas para desafogar o 
sistema público e garantir o acesso da população aos serviços 
ambulatoriais básicos e especializados com mais rapidez.
44. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Em um estudo sobre um 
novo teste diagnóstico para hanseníase, havia 500 pessoas sem 
hanseníase e 400 com diagnóstico de hanseníase por clínica 
e conjunto de métodos atuais. Daquelas sem hanseníase, 
50 testaram positivo e 450 testaram negativo no novo teste. 
Daquelas com hanseníase, 340 testaram positivo e 60 testaram 
negativo. Qual é a especificidade?
A) 85%
B) 90%
C) 15%
D) 10%
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45. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Durante consulta de 
rotina na Unidade Básica de Saúde (UBS), uma mulher de 29 
anos, assintomática e sem fatores de risco pessoais ou familiares 
relevantes, solicita ao médico exames “de check-up completo”, 
incluindo mamografia, colonoscopia e ultrassonografia 
transvaginal, que viu recomendados em uma matéria de revista.
Após a anamnese e exame físico, o médico explica que, no seu 
caso, em sua idade, não há indicação clínica para a realização 
desses exames.
Com base nas boas práticas clínicas do SUS e nos princípios da 
comunicação centrada na paciente, qual deve ser a conduta mais 
adequada?
A) Oferecer apenas colpocitologia oncótica, sorologias, 
ultrassonografia de mama e transvaginal, sem indicação de 
colonoscopia e mamografia ainda. 
B) Explicar que, de acordo com as diretrizes nacionais, a realização 
dos exames solicitados pela paciente não traria benefícios 
e poderia causar danos, buscando corresponsabilização na 
decisão.
C) Se, mesmo após conversa, a paciente insistir, solicitar os 
exames para atender à vontade da paciente, pois a autonomia 
dela deve prevalecer, acrescentando, além dos solicitados, 
colpocitologia oncótica e sorologias. 
D) Negar de forma objetiva os exames, alegando que eles são 
desnecessários e geram custos para o sistema de saúde.
46. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Em um município da 
região Centro-Oeste, uma equipe da Estratégia Saúde da 
Família observou aumento de casos de diarreia aguda em 
diversas pessoas de uma microárea da UBS. Os casos estavam 
concentrados em uma região com abastecimento irregular de 
água, presença de esgoto a céu aberto. Em algumas dessas 
pessoas, foi realizado o diagnóstico de cólera. A equipe notificou 
os casos ao setor de vigilância do município, que passou a 
investigar o evento. Durante a investigação, identificou-se que a 
água consumida vinha de poços artesianos contaminados.
Diante do exposto, assinale a alternativa correta sobre a atuação 
das vigilâncias no SUS.
A) A situação descrita é de competência exclusiva da Vigilância 
Epidemiológica, pois envolve uma doença de notificação 
compulsória. A vigilância ambiental atua apenas em desastres 
naturais ou exposição química.
B) A Vigilância em Saúde, nesse contexto, deve restringir-se à 
vigilância sanitária, pois não há agravo de alta letalidade ou 
surto oficial decretado. 
C) A atuação conjunta da Vigilância Ambiental e Epidemiológica 
é essencial, pois a situação envolve investigação do agravo, 
identificação de fatores ambientais de risco, notificação 
compulsória e articulação intersetorial para controle.
D) A Vigilância Sanitária e a Epidemiológica devem agir em 
conjunto por se tratar de um problema de contaminação de 
água e uma doença de notificação compulsória. A vigilância 
ambiental atua apenas em desastres naturais ou exposição 
química.
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47. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher de 48 anos, 
artesã, procura a unidade básica de saúde por dor em mãos 
e punhos há 2 meses. Apresenta melhora temporária com 
uso de ibuprofeno, mas, logo que suspende a medicação, as 
queixas voltam. Nota rigidez matinal com melhora após cerca 
de 1 hora e meia. Tabagista 15 maços/ano. Exame físico mostra 
aumento de volume e espessamento sinovial em punhos, 2ª e 
3ª metacarpofalangeanas bilateral e 4ª e 5ª interfalangeanas 
proximais bilateral. Exames laboratoriais: hemoglobina = 11,2 
g/dL, leucócitos = 5.800/μL, plaquetas = 180.000/μL, proteína 
C reativa (PCR) = 15 mg/dL, VHS = 38 mm, fator reumatoide = 
10 UI/mi (VRde forma 
intensa recentemente. Nas últimas semanas, acredita estar 
sendo perseguido por mafiosos italianos e alega que os escuta 
cochichando embaixo da escada de sua casa, o que reforça sua 
relutância em sair de seu quarto. A hipótese diagnóstica mais 
provável é:
A) transtorno esquizoafetivo.
B) episódio maníaco com sintomas psicóticos.
C) transtorno delirante persistente.
D) transtorno psicótico breve.
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PREENCHA SEU GABARITO
50. (Estratégia MED 2025 – Inédita) Mulher, 30 anos, procura atendimento em PSF por queixa de cefaleia há 15 dias. A paciente não 
tem antecedente de cefaleia nem de outras patologias e faz uso apenas de anticoncepcional oral combinado. Refere que a cefaleia é de 
forte intensidade, pulsátil, unilateral, associada a foto e fonofobia, náuseas e vômitos, piora com o esforço e não melhora mesmo com o 
uso de analgésicos. Nos últimos dias, associou-se à queixa de visão embaçada. Ao exame físico, a paciente apresenta PA: 120 x 80 mmHg, 
FC: 80 bpm, FR: 18 irpm. Está consciente e orientada, apresenta baixa acuidade visual em ambos os olhos e, ao fundo de olho, é possível 
identificar edema de papila bilateralmente. Não há déficit de força ou sensibilidade, os reflexos estão preservados, rigidez de nuca ausente 
e a marcha sem alterações. Considerando o caso clínico, qual é sua principal hipótese diagnóstica e conduta? 
A) Enxaqueca sem aura e uso de sumatriptano. 
B) Hemorragia subaracnóidea e encaminhar para avaliação de urgência.
C) Neoplasia intracraniana e encaminhar para avaliação neurológica ambulatorial. 
D) Trombose venosa cerebral e encaminhar para serviço de urgência.
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