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Exercícios resolvidos: Macroeconomia - 5ª Ed. - 2011

Olivier BlanchardIBSN: 9788576057079

Elaborado por professores e especialistas

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b. Verdadeiro. Os Estados Unidos, na década de 1960 e início de 1970, passavam por uma grande crise de desemprego e muitos economistas estudaram o caso da Europa para tentar descobrir, com o baixo desemprego do continente, como reduzir as taxas norte-americanas. No entanto, esse período, conhecido como “milagre do desemprego europeu”, não durou muito. No início da década de 1980, o desemprego europeu foi maior do que o norte-americano e desde então não voltou aos padrões baixos de antes, nem ficou abaixo do desemprego norte-americano.

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c. Falso. Os Estados Unidos tinham, até a década de 1990, uma taxa de crescimento do produto por trabalhador, também chamada de taxa de crescimento da produtividade, com média de 1,8% ao ano. Porém, a partir de meados da década de 1990, a taxa de crescimento da produtividade fica maior, atingindo uma média de 2,8%, ou seja, 1% maior do que no período anterior. Assim, podemos perceber que a taxa de crescimento da produtividade está maior atualmente do que na década de 1990 nos Estados Unidos.

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d. Incerta. A nova economia é um conceito de que o país apresentará níveis maiores de crescimento econômico e níveis menores de desemprego e inflação. Este cenário é muito agradável, mas ainda é cedo para afirmar que os Estados Unidos se encontram nesta nova economia, pois os dados são muito recentes e precisamos observar um horizonte de tempo mais amplo para afirmarmos com certeza que os níveis de crescimento econômico estão de fato mais altos que antigamente, assim como para afirmarmos que o desemprego e a inflação estão menores.

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e. Falso. A China apresentou uma taxa de crescimento com média de 10% ao ano desde a década de 1980 e, apesar do país ainda ser um país comunista, os economistas têm analisado seus dados cuidadosamente e ainda não perceberam um viés nos dados obtidos pela China. Sendo assim, podemos afirmar que de fato o crescimento econômico chinês é significativamente alto desde a década de 1980.

f.

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Falso. A expressão “milagre do desemprego europeu” é utilizada para designar um período de baixas taxas de desemprego que foi obtido pelos países da Europa durante a década de 1960 e 1970. Neste período, o desemprego europeu ficou em torno de 2% ao ano. Porém, a partir da década de 1980, o desemprego da Europa passa a ser maior do que o desemprego nos Estados Unidos e, entre 1996 e 2006, o desemprego na Europa teve média de 8,7%, ou seja, podemos perceber que é uma taxa alta de desemprego.

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g. Verdadeiro. Os países costumam utilizar a política monetária para regular a quantidade de moeda na economia e, com isto, melhorar os indicadores de crescimento econômico ou diminuir a inflação. Assim, o FED (Banco Central norte americano), quando deseja aumentar o crescimento econômico, pode reduzir as taxas de juros. Com esta medida, temos mais moeda circulando na economia, o crédito fica mais barato e há uma tendência de aumento do consumo. No entanto, quando a economia apresenta um crescimento muito elevado e este crescimento impacta aumentando os preços da economia, ou seja, aumentando a inflação, o país pode utilizar o aumento da taxa de juros para ter o movimento inverso. Assim, com juros mais altos, temos menos moeda circulando, com crédito mais caro e redução do consumo, podendo provocar uma redução dos preços.

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h. Verdadeiro. Os Estados Unidos mesmo tendo um PIB (Produto Interno Bruto) de US$ 13 trilhões em 2006, não possui uma balança comercial equilibrada. Isto significa que o país importa mais produtos do exterior do que exporta. Esse desequilíbrio faz com que os Estados Unidos precisem recorrer a empréstimos internacionais para quitar o saldo negativo de sua balança comercial. No período de 1996 a 2006, houve um aumento do desequilíbrio de -1% para -6%, ou seja, as importações aumentaram muito mais do que as exportações, o que causou uma necessidade de financiamento externo de US$ 760 bilhões.

Depoimentos de estudantes que já assinaram o Exercícios Resolvidos

Nathalia Nascimento fez um comentárioCEFET/RJ • Engenharia
Foi um apoio àquelas aulas que não acabam totalmente com as dúvidas ou mesmo naquele momento de aprender o conteúdo sozinha. Além disso, dispensou a necessidade de um orientador e por isso, permitiu que eu estudasse em qualquer local e hora.
Valdivam Cardozo fez um comentárioUFRB • Engenharia
Tive uma sensação maior de autonomia nos estudos, as vezes era frustante não conseguir resolver uma determinada questão e nem sempre os professores corrigem as listas que passam.