Rezende Obstetrícia, 13ª edição

Rezende Obstetrícia, 13ª edição

Carlos antonio barbosa Montenegro, Jorge de Rezende filho

Ano: 2016 | Editora: Guanabara KooganISBN 9788527730723
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Resumo

Clássico que tem contribuído para a formação de várias gerações de estudantes e profissionais da saúde, Rezende | Obstetrícia continua a prover o melhor e mais completo conteúdo da área em edição totalmente reformulada, com projeto gráfico mais arrojado, conteúdo revisado, ampliado e integralmente atualizado. Entre as principais características que complementam o texto e facilitam o aprendizado, estão tabelas pormenorizadas, imagens e ilustrações primorosas, bem como algoritmos cuidadosamente planejados. Principais destaques desta edição: • Alerta epidemiológico feito pela OPAS e pela OMS em dezembro de 2015 para a taxa de microcefalia no Brasil, que, em 14 estados, aumentou 20 vezes, de 2010 a 2015, e decreto da OMS para emergência global em saúde pública para Zika vírus (ZIKV) e microcefalia em fevereiro de 2016 • Associação da microcefalia na gravidez a infecções congênitas clássicas conhecidas como TORCH – Toxoplasmose, Outras (sífilis, varicela-zóster, parvovírus B19), Rubéola, Citomegalovírus e Herpes simples – transforma o acrônimo em TORCHZ • Abordagem dos dois maiores problemas obstétricos, que continuam sendo o parto pré-termo e a pré-eclâmpsia/eclâmpsia • Indicação da ultrassonografia universal do colo na ocasião da morfológica entre 20 e 24 semanas para prevenir o parto pré-termo, com progesterona vaginal • Rastreamento da pré-eclâmpsia/eclâmpsia no primeiro trimestre da gravidez e identificação da grávida de alto-risco, para prevenção com ácido acetilsalicílico em baixa dose, que deve ser iniciado antes de 12 semanas • Recomendação do estudo HAPO-2008 devido ao aumento da incidência do diabetes melito gestacional: o diagnóstico deve ser feito em duas etapas – glicemia de jejum na primeira consulta pré-natal e teste oral de tolerância à glicose de 75 g entre 24 e 28 semanas da gestação • Revolução do diagnóstico pré-natal pelo teste pré-natal não invasivo (NIPT) no sangue materno (cell-free DNA). Os três pilares do diagnóstico pré-natal atualmente são o NIPT com 10 semanas, a ultrassonografia de primeiro trimestre (11-13 semanas) e os testes invasivos (biopsia de vilo corial e amniocentese).
Rezende Obstetrícia, 13ª edição

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