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Justiça

Justiça obriga Funai a demarcar duas terras indígenas no Médio e Baixo Rio Negro. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) decidiu manter medida liminar obtida pelo Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) para obrigar a União e a Funai a concluírem a demarcação de terras ocupadas por caboclos ribeirinhos no Médio e Baixo Rio Negro, nos municípios de Santa Isabel do Rio Negro e Barcelos, interior do Estado. Os caboclos mestiços foram considerados índios pela Funai como forma de viabilizar a demarcação das terras como indígenas. Com a manutenção da decisão, a Funai segue obrigada a apresentar os estudos técnicos e o laudo antropológico em 45 dias. Em caso de descumprimento, há previsão de multa diária no valor de R$ 5 mil. O texto acima retrata o processo de formação e reconhecimento de novas identidades étnicas, frequentemente verificado no Brasil atual. Esse processo pode ser, neste caso, atestado pelo fato de:

A demarcação de terras ter sido feita na região amazônica.

Caboclos mestiços passarem a ser reconhecidos como índios.

As populações ribeirinhas não serem índios verdadeiros.

A Justiça obrigar a Funai a demarcar terras indígenas.

Os índios receberem privilégios do Estado Brasileiro.



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