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alguém tem algo sobre ética e sexualidade??


1 resposta(s)

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Nicole

Há mais de um mês

 

A ética e a moral diversas vezes podem ser substantivadas de forma incorreta, portanto a ética não tem como princípio determinar ou impor regras sobre o que é certo ou errado para a sociedade. Segundo o livro “Ética - Adolfo Vázquez”, a definição de ética dá-se por “ciência do comportamento moral dos homens em sociedade”, ou seja, a ética é uma ciência que estuda o comportamento moral do homem em seu tempo histórico e sociocultural. A moral se difere no tempo e nas formações de sociedades que se criam com os costumes, ideologias e crenças. A ética é a ciência e, portanto, é imparcial quanto aos comportamentos, apenas analisa os princípios e origem de cada um deles em seu desenvolvimento.  

O trabalho versará sobre a relação que a ética e a psicologia têm com o tema da sexualidade e como isso tem sido desesteriotipado ao longo do tempo. Hodiernamente, muitas discussões acerca do tema têm levantado questões polêmicas nos grupos sociais distintos, e como será que os Psicólogos têm se posicionado em relação à isso? Como está a participação da Psicologia nas intervenções cirúrgicas para a mudança de sexo?   

O Supremo Tribunal Federal autorizou transexuais a alterarem o nome no registro civil sem ter feito a realização cirúrgica de mudança de sexo. Advém aos psicólogos, segundo o Manual do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, RESOLUÇÃO nº 01/99 de 22/03/99, que o profissional de psicologia deve considerar que a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio, nem perversão e que mesmo havendo na sociedade uma inquietação em relação às práticas desviantes da norma estabelecida sócio culturalmente, cada um vive conforme a sua identidade e deve ser entendida e respeitada.  

A sexualidade é um direito de todo ser humano, e constitui das satisfações das necessidades humanas básicas: prazer, carinho, amor etc. Há um movimento de Lésbicas, Gays, Bisexuais e Transexuais (LGBT), onde o público participante luta contra a homofobia, o preconceito e requisita a liberdade sexual longe de preconceitos. 

Na Declaração dos Direitos Sexuais, elaborada no 13º Congresso Mundial de Sexologia - na Espanha, em 1977- no artigo 1º diz que “A liberdade Sexual está relacionada à possibilidade de os indivíduos expressarem sua plenitude sexual. Contudo, isso exclui todas as formas de coerção, exploração e abuso em qualquer época ou situações de vida”. O direito de liberdade sexual é vedado quando o preconceito e a discriminação impedem o respeito e fere a moral de determinado grupo. Assim como a moral é construída com o tempo, ela poderá ser reconstruída com os novos costumes.

 

A ética e a moral diversas vezes podem ser substantivadas de forma incorreta, portanto a ética não tem como princípio determinar ou impor regras sobre o que é certo ou errado para a sociedade. Segundo o livro “Ética - Adolfo Vázquez”, a definição de ética dá-se por “ciência do comportamento moral dos homens em sociedade”, ou seja, a ética é uma ciência que estuda o comportamento moral do homem em seu tempo histórico e sociocultural. A moral se difere no tempo e nas formações de sociedades que se criam com os costumes, ideologias e crenças. A ética é a ciência e, portanto, é imparcial quanto aos comportamentos, apenas analisa os princípios e origem de cada um deles em seu desenvolvimento.  

O trabalho versará sobre a relação que a ética e a psicologia têm com o tema da sexualidade e como isso tem sido desesteriotipado ao longo do tempo. Hodiernamente, muitas discussões acerca do tema têm levantado questões polêmicas nos grupos sociais distintos, e como será que os Psicólogos têm se posicionado em relação à isso? Como está a participação da Psicologia nas intervenções cirúrgicas para a mudança de sexo?   

O Supremo Tribunal Federal autorizou transexuais a alterarem o nome no registro civil sem ter feito a realização cirúrgica de mudança de sexo. Advém aos psicólogos, segundo o Manual do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, RESOLUÇÃO nº 01/99 de 22/03/99, que o profissional de psicologia deve considerar que a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio, nem perversão e que mesmo havendo na sociedade uma inquietação em relação às práticas desviantes da norma estabelecida sócio culturalmente, cada um vive conforme a sua identidade e deve ser entendida e respeitada.  

A sexualidade é um direito de todo ser humano, e constitui das satisfações das necessidades humanas básicas: prazer, carinho, amor etc. Há um movimento de Lésbicas, Gays, Bisexuais e Transexuais (LGBT), onde o público participante luta contra a homofobia, o preconceito e requisita a liberdade sexual longe de preconceitos. 

Na Declaração dos Direitos Sexuais, elaborada no 13º Congresso Mundial de Sexologia - na Espanha, em 1977- no artigo 1º diz que “A liberdade Sexual está relacionada à possibilidade de os indivíduos expressarem sua plenitude sexual. Contudo, isso exclui todas as formas de coerção, exploração e abuso em qualquer época ou situações de vida”. O direito de liberdade sexual é vedado quando o preconceito e a discriminação impedem o respeito e fere a moral de determinado grupo. Assim como a moral é construída com o tempo, ela poderá ser reconstruída com os novos costumes.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes