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Para Zilberman (2012), a literatura infantil precisa ser pensada enquanto sua função formadora, esta que não deve ser confundida com a missão pedagógica, mas que “propicia os elementos para uma emancipação pessoal, o que é a finalidade implícita do próprio saber” (Zilberman, 2012). Assim, o projeto da escola com a literatura infantil precisa ser


X A) libertadora, ou seja, se desvincular da sua gênese moralista ou do “bom comportamento”, devendo-se, pois, romper a sua relação com a educação contraditória e tradicional em prol de uma proposta de apreensão de conhecimentos de mundo, por meio da ficção.
B) libertadora, ou seja, se vincular da sua gênese moralista ou do “bom comportamento”, devendo-se, pois, romper a sua relação com a educação contraditória e tradicional em prol de uma proposta de apreensão de conhecimentos de mundo, por meio da ficção.
C) encorajadora, ou seja, se desvincular da sua gênese moralista ou do “bom comportamento”, devendo-se, pois, romper a sua relação com a educação contraditória e tradicional em prol de uma proposta de apreensão de conhecimentos de mundo, por meio da ficção.
D) avassaladora, ou seja, se desvincular da sua gênese moralista ou do “bom comportamento”, devendo-se, pois, acelerar a sua relação com a educação contraditória e tradicional em prol de uma proposta de apreensão de conhecimentos de mundo, por meio da ficção.
E) devastadora, ou seja, se desvincular da sua gênese moralista ou do “bom comportamento”, devendo-se, pois, romper a sua relação com a educação contraditória e tradicional em prol de uma proposta de apreensão de conhecimentos de mundo, por meio da ficção.
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Aprendendo com Desafios

há 3 anos

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ano passado

Vamos analisar as alternativas com base na citação de Zilberman (2012) sobre a literatura infantil e sua função formadora. A ideia central é que a literatura infantil deve ser libertadora e não deve estar atrelada a uma abordagem moralista ou de "bom comportamento". O foco deve ser na emancipação pessoal e na apreensão de conhecimentos de mundo por meio da ficção. Agora, vamos analisar as opções: A) libertadora, ou seja, se desvincular da sua gênese moralista ou do “bom comportamento”, devendo-se, pois, romper a sua relação com a educação contraditória e tradicional em prol de uma proposta de apreensão de conhecimentos de mundo, por meio da ficção. - Esta opção está alinhada com a ideia de Zilberman. B) libertadora, ou seja, se vincular da sua gênese moralista ou do “bom comportamento”, devendo-se, pois, romper a sua relação com a educação contraditória e tradicional em prol de uma proposta de apreensão de conhecimentos de mundo, por meio da ficção. - Esta opção é contraditória, pois "se vincular" não faz sentido no contexto. C) encorajadora, ou seja, se desvincular da sua gênese moralista ou do “bom comportamento”, devendo-se, pois, romper a sua relação com a educação contraditória e tradicional em prol de uma proposta de apreensão de conhecimentos de mundo, por meio da ficção. - Embora "encorajadora" tenha um sentido positivo, não é a palavra que Zilberman utiliza. D) avassaladora, ou seja, se desvincular da sua gênese moralista ou do “bom comportamento”, devendo-se, pois, acelerar a sua relação com a educação contraditória e tradicional em prol de uma proposta de apreensão de conhecimentos de mundo, por meio da ficção. - "Avassaladora" não se encaixa no contexto e "acelerar" não é o foco. E) devastadora, ou seja, se desvincular da sua gênese moralista ou do “bom comportamento”, devendo-se, pois, romper a sua relação com a educação contraditória e tradicional em prol de uma proposta de apreensão de conhecimentos de mundo, por meio da ficção. - "Devastadora" também não se encaixa no contexto. Portanto, a alternativa correta é: A) libertadora, ou seja, se desvincular da sua gênese moralista ou do “bom comportamento”, devendo-se, pois, romper a sua relação com a educação contraditória e tradicional em prol de uma proposta de apreensão de conhecimentos de mundo, por meio da ficção.

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há 3 anos

A alternativa correta é a A) libertadora, ou seja, se desvincular da sua gênese moralista ou do "bom comportamento", devendo-se, pois, romper a sua relação com a educação contraditória e tradicional em prol de uma proposta de apreensão de conhecimentos de mundo, por meio da ficção.

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Questão 001 a ao conceito da autora, a partir do texto “Mediação de leitura’: o encontro entre livro, leitura e leitor” (REIS; ROGERIO, 2021):


A) Mesmo em um espaço profissional de leitura, como uma biblioteca pública, por exemplo, a mediação pode acontecer de forma muito diversa. Assim como as vitrines e os espaços atrativos (ou não) das livrarias, os espaços físicos das bibliotecas já são mediação.
B) “Oralidade e literatura são coisas muito diferentes. Para justificar a oralidade, se criou esse vínculo. De alguma forma, os contadores de história encontraram aí uma possibilidade de trabalho. Tem contadores que fazem efetivamente o trabalho com o livro, com a narração literária.”
C) “O professor que tem o objetivo de mediar, de apresentar uma leitura como projeto pedagógico naquele lugar, tem um plano, é uma tarefa educativa, mesmo que seja a de formação literária, formar repertório, observar linguagens.”
D) “Esta poderia ser, no entanto, a premissa do papel do mediador de leitura: gostar de ler e gostar de contagiar o outro com a sua paixão por determinado livro.”
E) “Com a prática de dessacralização do livro, de transformá-lo em algo comum, que se pode pegar, montar castelo, pular página, tem de vir a figura de alguém que tem experiência leitora acumulada e que, na hora que está conversando com leitor, traz elementos.”

Questão 002 Meireles (2009) acredita que a literatura tradicional é a primeira a acessar a memória da criança. Logo, “Ela representa o seu primeiro livro, antes mesmo da alfabetização, e o único, nos grupos sociais carecidos de letras.” (p. 77). Por isso, ainda na primeira infância, fase em que a criança não adquiriu compreensão sobre os códigos linguísticos da sua língua materna, será a presença dos mais experientes que concretizará essa primeira etapa de formação leitora. De modo que Reyes também considera que o ofício do mediador de leitura consiste em ler de muitas formas, sendo a primeira destacada por ele:


A) Primeiro, ler para si mesmo, pois um bom leitor é sensível e perspicaz, que se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas.
B) Primeiro, ler para si mesmo, pois um mediador de leitura é um leitor insensível e perspicaz, que se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas.
C) Primeiro, ler para si mesmo, pois um mediador de leitura é um leitor sensível e perspicaz, que se não se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas.
D) Primeiro, ler para si mesmo, pois um mediador de leitura é um leitor sensível e perspicaz, que se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas.
E) Primeiro, ler para outros, pois um mediador de leitura é um leitor sensível e perspicaz, que se deixa tocar pelos livros, que desfruta e que sonha em compartilhá-los com outras pessoas.

Questão 003 A relação entre literatura e pedagogia, para Minuzzi (2019, p. 101), se vinculam a partir do entendimento de que a educação necessita formar cidadãos críticos e atuantes na sociedade, para quem a literatura desemprenha papel essencial. A afirmação da autora está de acordo com qual alternativa a seguir:


A) A literatura não tem relação com a pedagogia, pois, por se tratar de um fazer artístico, a literatura só deve servir a fruição, isto é, para o desfrute estético da obra.
B) A literatura falha ao formar cidadão críticos, visto que não estabelece qualquer vínculo com o mundo real. Por isso, não é possível estabelecer relação com a propostas pedagógica da instituição escolar.
C) A literatura permite aos estudantes diferentes leituras de realidade e a compreensão de distintas formas de viver. Também perceberão as verdades humanas. Assim como poderão debater sobre questões so

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