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A parada cardiorrespiratória (PCR) na criança e no adolescente é um evento que costuma ser raro, mas quanto acontece, diferentemente dos adultos, n...

A parada cardiorrespiratória (PCR) na criança e no adolescente

é um evento que costuma ser raro, mas quanto acontece,

diferentemente dos adultos, nos quais a causa cardíaca é

frequente, as principais etiologias da PCR são síndrome

da morte súbita do lactente, trauma e causas respiratórias.

Diante do cenário do risco de morte da criança, seja nos

cenários pré-hospitalar ou hospitalar, existe a possibilidade de prognósticos distintos, dependendo da organização do

sistema de atendimento da PCR quanto aos suportes básico

e avançado de vida.

As recomendações para suporte básico de vida pediátrico (SBVP)

e reanimação cardiopulmonar (RCP) em bebês, crianças e adolescentes foram combinadas com as recomendações para suporte avançado de vida pediátrico (SAVP)nas diretrizes internacionais, como a American Heart Association (AHA).

Atenção:

A maioria das vítimas de PCR súbita extra-hospitalar não

recebem nenhuma manobra de RCP de pessoas presentes

no local.

A parada cardíaca com assistolia está associada a uma taxa

média de sobrevida em torno de 10%, e muitas dessas crianças sobrevivem com lesões neurológicas.

A parada súbita na faixa etária pediátrica, na maioria das vezes, representa o resultado de uma deterioração clínica não percebida

ou ineficazmente tratada. Portanto, é imprescindível reconhecer precocemente os sinais e os sintomas que indicam a insuficiência respiratória e cardiovascular para a instituição de medidas que

impeçam a progressão para a falência orgânica e a PCR.

Desse modo, é necessário conhecer a cadeia de sobrevivência

da AHA para PCR pediátrica em ambientes intra-hospitalar (PCRIH)

e extra-hospitalar (PCREH).

Suponha que você atue na emergência de um hospital pediátrico

e ficou sabendo da seguinte situação:

Sendo assim, analise as falhas na condução do caso e diga como deveria ter sido o manejo da situação descrita.


💡 2 Respostas

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Antônia Maria de Sousa Rocha Bento

A parada cardiorrespiratória (PCR) na criança e no adolescente

é um evento que costuma ser raro, mas quanto acontece,

diferentemente dos adultos, nos quais a causa cardíaca é

frequente, as principais etiologias da PCR são síndrome

da morte súbita do lactente, trauma e causas respiratórias.

Diante do cenário do risco de morte da criança, seja nos

cenários pré-hospitalar ou hospitalar, existe a possibilidade de prognósticos distintos, dependendo da organização do

sistema de atendimento da PCR quanto aos suportes básico

e avançado de vida.

As recomendações para suporte básico de vida pediátrico (SBVP)

e reanimação cardiopulmonar (RCP) em bebês, crianças e adolescentes foram combinadas com as recomendações para suporte avançado de vida pediátrico (SAVP)nas diretrizes internacionais, como a American Heart Association (AHA).

Atenção:

A maioria das vítimas de PCR súbita extra-hospitalar não

recebem nenhuma manobra de RCP de pessoas presentes

no local.

A parada cardíaca com assistolia está associada a uma taxa

média de sobrevida em torno de 10%, e muitas dessas crianças sobrevivem com lesões neurológicas.

A parada súbita na faixa etária pediátrica, na maioria das vezes, representa o resultado de uma deterioração clínica não percebida

ou ineficazmente tratada. Portanto, é imprescindível reconhecer precocemente os sinais e os sintomas que indicam a insuficiência respiratória e cardiovascular para a instituição de medidas que

impeçam a progressão para a falência orgânica e a PCR.

Desse modo, é necessário conhecer a cadeia de sobrevivência

da AHA para PCR pediátrica em ambientes intra-hospitalar (PCRIH)

e extra-hospitalar (PCREH).

Suponha que você atue na emergência de um hospital pediátrico

e ficou sabendo da seguinte situação:

Sendo assim, analise as falhas na condução do caso e diga como deveria ter sido o manejo da situação descrita.


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késsia costa

Padrão de resposta esperado

A monitorização não muda a morbimortalidade. O que muda a condição são os ajustes de conduta diante dos dados obtidos com a monitorização. Cada dado extraído deve ser cuidadosamente analisado, discutido e registrado. Dessa forma, a conduta a ser adotada mediante o quadro de comprometimento cardiopulmonar, estado mental alterado e choque evidente, seria uma rápida intervenção da equipe.

Nesse caso, o médico demorou muito a ser chamado. A enfermeira deveria ter providenciado uma intervenção imediata, mantendo as vias aéreas com ventilação positiva e oxigênio,não apenas oxigênio sob cateter. Assim, a sugestão da estagiária em iniciar ventilação com bolsa-válvula-máscara foi eficaz por ser o método padrão para fornecer rapidamente ventilação de resgate a pacientes com apneia ou insuficiência ventilatória grave.

Ao constatar a frequência cardíaca (FC) < 60/min, a RCP deveria ter sido iniciada, providenciando acesso venoso para uso da epinefrina (segundo prescrição médica). Devido à demora, a bradicardia tornou-se persistente, evoluindo para a ausência de pulso.


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