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Qual é a função do afastador de Balfour em cirurgias abdominais?

a) Separar as paredes laterais e afastar as extremidades superior ou inferior.
b) Realizar a hemostasia de vasos menos grosseiros.
c) Auxiliar na passagem de fios de ligadura e na dissecção de vasos e pedículos.
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Questões para Estudantes

há 2 anos

Respostas

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há 12 meses

O afastador de Balfour é um instrumento cirúrgico utilizado em cirurgias abdominais para manter a cavidade abdominal aberta, proporcionando uma melhor visualização e acesso aos órgãos internos. Analisando as alternativas: a) Separar as paredes laterais e afastar as extremidades superior ou inferior - Esta descrição se alinha com a função do afastador de Balfour, que realmente separa as paredes laterais da cavidade abdominal. b) Realizar a hemostasia de vasos menos grosseiros - Esta função não é típica do afastador de Balfour, que não é utilizado para hemostasia. c) Auxiliar na passagem de fios de ligadura e na dissecção de vasos e pedículos - Embora o afastador possa ajudar na visualização, essa não é sua função principal. Portanto, a alternativa correta é: a) Separar as paredes laterais e afastar as extremidades superior ou inferior.

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há 2 anos

A função do afastador de Balfour em cirurgias abdominais é: a) Separar as paredes laterais e afastar as extremidades superior ou inferior.

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A classificação do instrumental é feita segundo sua função principal e tempo de utilização no ato operatório. Os tempos cirúrgicos podem ser divididos em: Diérese - Hemostasia - Exérese – Síntese. DIÉRESE (1º quadrante): Ato realizado pelo cirurgião para provocar uma solução de descontinuidade entre tecidos (ou uma via de acesso), pela utilização de um conjunto de manobras manuais e instrumentais, com finalidade terapêutica. Características básicas: demarcação (Após a antissepsia e a correta aposição e fixação dos panos cirúrgicos estéreis, a diérese deve ser previamente traçada, de forma que seja corretamente executada); Isolamento provisório do local da incisão; Fixação da pele para diérese, sentido da incisão (As incisões se realizam em 1 ou mais tempos, da esquerda para a direita e do lado distal para o proximal. Quando for realizada em áreas de declive, a incisão deve ser iniciada de baixo para cima). Os principais instrumentais de diérese são: bisturis, tesouras, serras e agulhas, trépano, ruginas entre outros instrumentos capazes de separar os tecidos com fim operatório. As principais manobras realizadas neste tempo, são: • Incisão; • Secção; • Divulsão; • Punção; • Dilatação; • Serração. Incisão: feita com instrumento de corte que secciona os tecidos (bisturi, bisturi elétrico -eletrocautério). Bisturi frio: instrumento de corte por excelência, constituído por um cabo reutilizável ao qual se adapta uma lâmina desmontável e descartável. Para a colocação e retirada das lâminas no cabo do bisturi utiliza-se um porta agulha ou uma pinça hemostática. Lâminas (iniciadas com número 1) cabo nº 3: 11, 12 e 15. Lâminas (iniciadas com número 3) cabo nº 4: 21, 22, 23. Empunhadura (tipo lápis): maior delicadeza e precisão (incisões pequenas e ou curvas). Empunhadura (tipo arco de violino): incisões longas, retilíneas ou curvas suaves. Incisão: feita de uma só vez, em um único movimento; iniciar perpendicular → 45º → terminar 90º. Bisturi elétrico: Utilizado para complementar e/ou substituir o uso dos bisturis convencionais durante os procedimentos cirúrgicos, com o objetivo de realizar corte e/ou coagulação dos tecidos de maneira hemostática, rápida e segura. A este aparelho somam-se três acessórios indispensáveis: pedal, caneta e placa dispersiva. Secção: ato de cortar (tesoura, serra, lâmina, bisturi elétrico, laser). Tesoura: instrumento utilizado para efetuar corte, divulsão, dissecção e desbridamento de tecidos orgânicos e corte de materiais cirúrgicos. As tesouras podem ser retas ou curvas. As retas são usadas em superfície e as curvas em cavidades. Quanto à ponta, podem ser romba, aguda ou semiaguda. Tesoura Mayo: mais robusta, apresenta porção distal que corresponde à metade de seu comprimento total. Utilizada para secção de fios e de outros materiais cirúrgicos. Na mesa: ponta virada para o cirurgião (pois será usada pelo instrumentador). Tesoura Metzenbaum (retas ou curvas com ambas as pontas arredondadas): mais delicada, apresenta porção distal equivalente a 1/3 de seu comprimento total e pontas arredondadas. É utilizada em tecidos orgânicos e fios na cavidade. Função: Alcançar estruturas mais profundas. A Metzembaum CURVA é mais utilizada em campo cirúrgico. Tesoura de Íris: Pequena e delicada. Função: cirurgia oftálmica. Empunhadura: deve ser feita com a introdução apenas das falanges distais dos dedos polegar e anular nos anéis, enquanto o dedo indicador firma a articulação da tesoura, dando precisão ao movimento, e o dedo médio firma seu ramo inferior, auxiliando na estabilidade do instrumento à mão. A empunhadura inversa é feita pelo polegar e o indicador e apoiada pelos três últimos dedos, quando o corte deve ser feito em direção ao cirurgião. A tesoura deve ser manipulada forçando seus ramos cortantes um contra o outro, o polegar puxando para a palma da mão e o indicador empurrando o anel correspondente no sentido oposto. Divulsão: separação de tecidos (pinça, tesoura, afastadores, tentacânula). Pinça anatômica: possui ranhuras finas e pouco traumáticas na sua face preensora, sendo utilizada para a preensão de tecidos delicados, vasos, nervos, paredes viscerais etc. Pinça dente de rato: possui dentes na extremidade, sendo utilizada para a apreensão de tecidos mais resistentes como pele e aponeuroses. Pinça Adson: pinças delicadas, com ou sem dentes em suas pontas (traumáticas ou pouco traumáticas, respectivamente), de grande utilização em cirurgias neurológicas, plásticas e pediátricas. Pinça DeBakey (atraumáticas). Pinça Cushing. Pinça Mayo-Russa. Tentacânula: Trata-se de um instrumento com 15 em de comprimento, com múltiplas aplicações. Em uma das extremidades, apresenta uma fenestração que lhe permite ser de grande valia para a realização de liberação de “freios” de língua e de lábio. Na outra extremidade, mais longa, apresenta duas faces: uma côncava e outra convexa. Na face côncava, existe uma discreta calha ou canaleta que, ao ser introduzida, por exemplo, sob um plano tecidual, permite, com facilidade, a realização de incisões retilíneas. A face convexa, bem como a sua extremidade, é de grande utilidade nas operações sobre as unhas. Afastadores: São instrumentos auxiliares utilizados para o afastamento de estruturas teciduais, visando a fornecer exposição propícia ao desenvolvimento de determinado ato operatório. São divididos em afastadores (ou retratores) de parede ou de conteúdo intracavitário (abdominal ou torácico); ambos os tipos são subdivididos em manuais (ou dinâmicos) e autoestáticos (ou autofixantes). Afastadores dinâmicos: São instrumentos que exigem tração manual contínua e permitem fácil alteração de posição devido manuseio mais ágil. Afastador de Farabeuf: formado por uma haste de comprimento e curvatura variados e duas extremidades curvadas (formato de “C” característico). Utilizado para afastar pele, subcutâneo e músculos superficiais. Afastador de Langenbeck: possui um cabo longo e com lâmina delicada na ponta. Semelhante ao Farabeuf, porém, pode atingir planos mais profundos. Afastador de Volkmann: possui um cabo longo com garras (1 a 6) em sua extremidade. Utilizado em planos musculares. Afastador de Doyen: formado por cabo de 20 a 22cm e lâmina descendente em ângulo reto de diversos tamanhos. Utilizado para exposição da cavidade abdominal. Afastador de Deaver: é curvilíneo e em tamanhos diversos. Utilizado em cirurgias torácicas e abdominais. Afastador Gillies: delicado, com extremidade em gancho, muito utilizado em cirurgias plásticas. Válvula/afastador suprapúbica é um afastador manual para cavidade pélvica. Afastadores autoestáticos: Instrumentos que por si só mantêm as estruturas afastadas e estáveis. Permitem que o cirurgião e seus auxiliares se ocupem de outras funções durante o ato operatório. São utilizados em cirurgias abdominais e torácicas. Afastador de Gosset: É utilizado em cirurgias abdominais (afastamento das paredes laterais). Deve ser manipulado em sua extremidade proximal, para que se movimente, uma vez que a distal promove o afastamento autoestático das estruturas. Também conhecido como laparost.

O que é hemostasia e qual a importância durante um procedimento cirúrgico?

a) Hemostasia é o tempo cirúrgico que objetiva prevenir ou coibir hemorragias, sendo importante para evitar perda sanguínea e formações de coleções sanguíneas.
b) Hemostasia é o tempo cirúrgico que objetiva prevenir ou coibir infecções, sendo importante para evitar complicações pós-operatórias.
c) Hemostasia é o tempo cirúrgico que objetiva prevenir ou coibir inflamações, sendo importante para acelerar a cicatrização.

Qual a função da pinça Babcock em procedimentos cirúrgicos?

a) Fazer preensão e tração de tecidos que não se deseja comprimir.
b) Fixar panos de campo e objetos ao campo operatório.
c) Realizar hemostasia de vasos de pequeno calibre.

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