Ed
ano passado
Analisando as opções apresentadas: a. A origem (localização geográfica, hospedeiro, etc) do material potencialmente infeccioso não é importante para avaliação dos riscos. - A origem do material potencialmente infeccioso é sim importante para a avaliação de riscos em biossegurança, pois pode influenciar na presença de agentes patogênicos específicos. b. A existência de vacinas profiláticas não interfere na avaliação de risco de agentes biológicos. - A existência de vacinas profiláticas pode influenciar na avaliação de risco, pois pode reduzir a probabilidade de infecção e impactar nas medidas de biossegurança a serem adotadas. c. Não é importante considerar a patogenicidade de um agente biológico na avaliação de riscos. - A patogenicidade de um agente biológico é fundamental para a avaliação de riscos, pois indica o potencial de causar doenças e a gravidade das mesmas. d. Ao trabalhar com um agente biológico novo, com modo de transmissão ainda desconhecido, recomenda-se considerar sua transmissão por via aerossol, ou seja, de alto risco, até que se tenha mais dados. - Esta afirmação está correta, pois em situações de incerteza sobre o modo de transmissão, é prudente adotar medidas de biossegurança mais rigorosas. e. O número de organismos infectados por unidade de volume (concentração de organismos infectados) não é importante na determinação do risco. - A concentração de organismos infectados é relevante na determinação do risco, pois influencia diretamente na probabilidade de exposição e infecção. Portanto, a alternativa correta sobre avaliação de riscos em termos de biossegurança é: d. Ao trabalhar com um agente biológico novo, com modo de transmissão ainda desconhecido, recomenda-se considerar sua transmissão por via aerossol, ou seja, de alto risco, até que se tenha mais dados.