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Fisioterapia

Colégio Objetivo
Cliente com 36 semanas de gestação dá entrada no pronto atendimento da maternidade municipal com dor abdominal intensa, sangramento vaginal moderado, com saída de coágulos, PA = 90 x 60 mmHg, frequência cardíaca materna de 100 bpm, colo pérvio para 6 cm e frequência cardíaca fetal de 120 bpm. O quadro clínico apresentado define

(A) placenta prévia.
(B) gravidez ectópica.
(C) abortamento.
(D) vasa prévia.
(E) descolamento prematuro de placenta.
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estudandofisioterapia

há 2 anos

Respostas

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ano passado

Vamos analisar as opções com base no quadro clínico apresentado: - A) Placenta prévia: Geralmente se apresenta com sangramento vaginal indolor, especialmente no terceiro trimestre. Não é o caso aqui, pois a paciente apresenta dor abdominal intensa. - B) Gravidez ectópica: Normalmente ocorre antes das 20 semanas de gestação e é caracterizada por dor abdominal intensa e sangramento, mas a paciente está com 36 semanas, o que torna essa opção improvável. - C) Abortamento: O abortamento é mais comum antes das 20 semanas e, neste caso, a paciente está em 36 semanas, o que não se encaixa. - D) Vasa prévia: É uma condição rara onde os vasos sanguíneos do cordão umbilical estão localizados sobre o colo do útero. Geralmente, isso causa sangramento, mas não é comum em 36 semanas e não se relaciona com dor abdominal intensa. - E) Descolamento prematuro de placenta: Essa condição é caracterizada por dor abdominal intensa, sangramento vaginal e pode ocorrer em qualquer momento do terceiro trimestre. Os sinais vitais da mãe e a frequência cardíaca fetal também são compatíveis com essa condição. Diante da análise, a opção correta é: E) descolamento prematuro de placenta.

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há 2 anos

Com base no quadro clínico apresentado, com dor abdominal intensa, sangramento vaginal moderado, saída de coágulos, colo pérvio para 6 cm e frequência cardíaca fetal de 120 bpm, podemos concluir que se trata de um caso de descolamento prematuro de placenta. Portanto, a resposta correta é: (E) descolamento prematuro de placenta.

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De acordo com o autor,
as pessoas só trabalham motivadas por sua crença em Deus e nas passagens bíblicas.
nenhum cientista acredita em Deus e na Bíblia, motivo pelo qual são muito odiados.
há um distanciamento entre o discurso da ciência e as necessidades da maioria das pessoas.
a ciência não acredita no fim do mundo e concebe as catástrofes mundiais como normais.
os cataclismos celestes desmentem as narrativas bíblicas e frustram os fiéis a ela e a Deus.
A) as pessoas só trabalham motivadas por sua crença em Deus e nas passagens bíblicas.
B) nenhum cientista acredita em Deus e na Bíblia, motivo pelo qual são muito odiados.
C) há um distanciamento entre o discurso da ciência e as necessidades da maioria das pessoas.
D) a ciência não acredita no fim do mundo e concebe as catástrofes mundiais como normais.
E) os cataclismos celestes desmentem as narrativas bíblicas e frustram os fiéis a ela e a Deus.

Com a chegada do fim do ano, um patrão resolveu dar um bônus de 5% para seus estagiários. Com o bônus, os estagiários receberam um salário de R$ 270,90. De quanto era o salário antes do bônus?

(A) R$ 236,00
(B) R$ 248,00
(C) R$ 250,00
(D) R$ 258,00
(E) R$ 260,00

Durante uma consulta pré-natal, a enfermeira depara-se com uma gestante de 35 anos, primigesta, no oitavo mês de gravidez, com edema generalizado, hipertensão arterial, cefaleia e proteinúria de 03 (três) g/L em 24 horas. As orientações e condutas nesta situação objetivam prevenir

(A) o estresse fisiológico pré-parto.
(B) a eclâmpsia.
(C) a doença hipertensiva específica da gravidez.
(D) a doença hemolítica do recém-nascido.
(E) o diabetes gestacional.

Para o cálculo da idade gestacional, com base na regra de Näegele, uma gestante, multípara, cuja data provável de parto será em 16 de março de 2014, teve o primeiro dia do último ciclo menstrual em

(B) dois anos.
(C) três anos.
(D) quatro anos.
(E) cinco anos.

Na assistência à parturiente, no 2º período do trabalho de parto, com contrações efetivas, “puxos” involuntários e/ou visualização de distensão perineal, o profissional de saúde assistente do parto deve prestar cuidados à cliente baseado na especificidade de cada uma, mas é importante que tenha como base as orientações do Ministério da Saúde. Observe as seguintes condutas, relacionadas ao período expulsivo do trabalho de parto, e assinale a alternativa correta.
(A) Quando indicada, deve-se realizar a episiotomia, preferencialmente mediana por apresentar menor risco de extensão para reto e esfíncter anal.
(B) Auscultar os batimentos cardiofetais (BCF) a cada quinze minutos durante o período expulsivo; imediatamente antes, durante e após a contração uterina.
(C) Realizar episiotomia de forma seletiva, somente nos casos em que exista algumas das indicações: sofrimento fetal agudo, fetos macrossômico, cardiopatia materna, período expulsivo prolongado.
(D) Colocar a paciente na mesa de parto sempre em posição ginecológica, pois não há diferenças nos resultados perinatais maternos e fetais quando posições verticais são adotadas pela parturiente.
(E) Não utilizar pera de borracha para aspirar vias aéreas superiores do recém-nascido, pois há grande risco de traumatismo facial do bebê.
A) Quando indicada, deve-se realizar a episiotomia, preferencialmente mediana por apresentar menor risco de extensão para reto e esfíncter anal.
B) Auscultar os batimentos cardiofetais (BCF) a cada quinze minutos durante o período expulsivo; imediatamente antes, durante e após a contração uterina.
C) Realizar episiotomia de forma seletiva, somente nos casos em que exista algumas das indicações: sofrimento fetal agudo, fetos macrossômico, cardiopatia materna, período expulsivo prolongado.
D) Colocar a paciente na mesa de parto sempre em posição ginecológica, pois não há diferenças nos resultados perinatais maternos e fetais quando posições verticais são adotadas pela parturiente.
E) Não utilizar pera de borracha para aspirar vias aéreas superiores do recém-nascido, pois há grande risco de traumatismo facial do bebê.

A doença hemolítica perinatal (DHP) é decorrente da incompatibilidade sanguínea materno-fetal e caracteriza-se pela hemólise fetal, com graves repercussões sobre a vitalidade do feto. Portanto, é imprescindível que o diagnóstico da DHP seja feito precocemente no pré-natal. Sobre a referida doença, assinale a alternativa correta.
(A) A tipagem sanguínea, com fator Rh e o teste de Coombs indireto devem ser solicitados para todas as gestantes na primeira consulta pré-natal.
(B) A hemólise fetal é provocada por anticorpos maternos que atravessam a barreira placentária e agem contra antígenos eritrocitários fetais. Ocorre, neste caso, uma reação antígeno-anticorpo que promove a hemólise eritrocitária.
(C) Sempre que possível, se deve investigar a tipagem sanguínea do companheiro/pai do bebê, pois se este apresentar um fator Rh positivo não será necessário solicitação do exame de Coombs indireto.
(D) Todas as gestantes identificadas como Rh negativas devem ser encaminhadas ao serviço de referência em pré-natal de alto risco para pesquisa da presença do anticorpo anti-D, por meio do teste de Coombs indireto.
(E) A isoimunização pode ocorrer sempre que a mãe apresentar fator Rh negativo e o bebê fator Rh positivo, sendo necessário aplicar a imunoglobulina Matergan no bebê logo que ele nascer.
A) A tipagem sanguínea, com fator Rh e o teste de Coombs indireto devem ser solicitados para todas as gestantes na primeira consulta pré-natal.
B) A hemólise fetal é provocada por anticorpos maternos que atravessam a barreira placentária e agem contra antígenos eritrocitários fetais. Ocorre, neste caso, uma reação antígeno-anticorpo que promove a hemólise eritrocitária.
C) Sempre que possível, se deve investigar a tipagem sanguínea do companheiro/pai do bebê, pois se este apresentar um fator Rh positivo não será necessário solicitação do exame de Coombs indireto.
D) Todas as gestantes identificadas como Rh negativas devem ser encaminhadas ao serviço de referência em pré-natal de alto risco para pesquisa da presença do anticorpo anti-D, por meio do teste de Coombs indireto.
E) A isoimunização pode ocorrer sempre que a mãe apresentar fator Rh negativo e o bebê fator Rh positivo, sendo necessário aplicar a imunoglobulina Matergan no bebê logo que ele nascer.

A infecção urinária representa uma complicação importante durante a gestação, sendo muito comum neste período. Assim, quando uma gestante de 14 semanas comparece à Unidade Básica de Saúde trazendo resultado de exame de urocultura positiva, o profissional pré-natalista deve iniciar tratamento medicamentoso para evitar

A) DHEG.
B) diabetes gestacional.
C) descolamento prematuro de placenta.
D) macrossomia fetal.
E) trabalho de parto prematuro e restrição de crescimento intrauterino.

O diabetes gestacional é uma complicação da gravidez que pode trazer consequências tanto para mãe como para o bebê, sendo necessária a vigilância pré-natal para seu diagnóstico e tratamento precoces. Numa consulta de enfermagem no pré-natal, uma gestante de 37 anos refere um parto anterior com óbito fetal à 36ª semana de gestação, de causa desconhecida, com peso fetal de 3900 gramas. Na consulta atual, está com 24 semanas de gestação, exame de glicemia de jejum mostra valor de 130mg/dl, 22 cm altura uterina, pesando 78 kg, com IMC de 29,8. O procedimento adequado para esse quadro é

A) dosar Hb glicada; se o resultado for > 6,9 %, descartar diabetes.
B) repetir glicemia de jejum; se o valor for ≤ 110mg/dL, descartar diabetes gestacional.
C) repetir glicemia de jejum; se o valor de glicemia for maior ou igual a 100mg/dL, considerar possibilidade de diabetes gestacional.
D) solicitar TOTG com 50 gramas imediato; se glicemia de 30 minutos for ≥ 130mg/dL, realizar curva glicêmica.

A evolução clínica do parto pode ser dividida em 4 períodos. Assinale a alternativa correta para a sequência destes períodos.

A) Período de Greenberg; Dequitação; Dilatação; Expulsão.
B) Dequitação; Dilatação; Expulsão; Período de Greenberg.
C) Período de Greenberg; Dilatação; Expulsão; Dequitação.
D) Dilatação; Expulsão; Dequitação; Período de Greenberg.
E) Dilatação; Expulsão; Período de Greenberg; Dequitação.

Segundo a rotina de consultas de pré-natal recomendada pelo Ministério da Saúde, entre 32 e 36 semanas de gestação, as consultas devem ser marcadas pela equipe de saúde com intervalo de

A) 7 dias entre as mesmas.
B) 30 dias entre as mesmas.
C) 48 horas entre as mesmas.
D) 15 dias entre as mesmas.
E) 5 dias entre as mesmas.

Durante a consulta pré-natal alguns exames são solicitados para verificação do bem estar materno e fetal, entre eles está o exame de rubéola. Sobre esse exame, é correto afirmar que

A) detecta a presença de anticorpos para rubéola no sangue do feto. Quando positiva, indica imunidade passiva.
B) exame indicado para o diagnóstico e seguimento terapêutico de sífilis. Quando reagente, indica imunidade adquirida.
C) exame dispensado para as gestantes com vacinação para rubéola em dia.
D) deve ser realizado no primeiro e no segundo trimestre, mesmo que indique a presença de anticorpos maternos.
E) detecta a presença de anticorpos específicos para rubéola na corrente sanguínea. Quando o resultado for reagente, indica imunidade adquirida por meio de vacinação ou exposição ao vírus.

Gestante de 28 semanas chega ao hospital com queixa sugestiva de ruptura prematura de membranas, que foi confirmada ao exame especular: saída de líquido claro em pequena quantidade, com odor característico. Ao exame físico apresenta dinâmica uterina positiva, altura uterina de 27 cm e batimento cardiofetal presente. Ao ser questionada, refere não ter apresentado febre ou dor em nenhum momento nas últimas horas. A melhor conduta a ser adotada é

A) internar, após a realização de toque vaginal, para avaliação da dilatação cervical, administrar antibióticos e corticosteróides.
B) internar, orientar repouso e avaliação de sinais vitais a cada quatro horas e administrar corticoide prescrito.
C) internar, solicitar repouso e avaliação de sinais vitais a cada quatro horas, administrar antibiótico e corticoide.
D) após confirmar que não há hipertermia, orientar a paciente sobre sinais e sintomas de infecção e início de trabalho de parto e encaminhar para o domicílio.
E) internar, não realizar toque vaginal e administrar corticosteroide.

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