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Analise as afirmativas a seguir, sobre a Constituição Política de 1824:

I - estabelecia requisitos de renda (voto censitário) para que os brasileiros pudessem exercer o direito ao voto.
II - estabelecia requisitos de renda (voto censitário) para que os brasileiros pudessem se candidatar a cargos públicos.
III – estabelecia requisitos para que as mulheres pudessem votar e se candidatar a cargos públicos.
Estão corretas:

A) Todas as alternativas.
B) I e II, apenas.
C) III, apenas.
D) II e III, apenas.
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Vamos analisar cada afirmativa sobre a Constituição Política de 1824: I - estabelecia requisitos de renda (voto censitário) para que os brasileiros pudessem exercer o direito ao voto. Verdadeiro, a Constituição de 1824 realmente estabelecia o voto censitário, que exigia um mínimo de renda para o exercício do voto. II - estabelecia requisitos de renda (voto censitário) para que os brasileiros pudessem se candidatar a cargos públicos. Verdadeiro, a Constituição também impunha requisitos de renda para a candidatura a cargos públicos. III – estabelecia requisitos para que as mulheres pudessem votar e se candidatar a cargos públicos. Falso, a Constituição de 1824 não permitia que as mulheres votassem ou se candidatassem a cargos públicos. Com base nessa análise, as afirmativas corretas são I e II. Portanto, a alternativa correta é: B) I e II, apenas.

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(Enem 2012)

TEXTO I
O que vemos no país é uma espécie de espraiamento e a manifestação da agressividade através da violência. Isso se desdobra de maneira evidente na criminalidade, que está presente em todos os redutos — seja nas áreas abandonadas pelo poder público, seja na política ou no futebol. O brasileiro não é mais violento do que outros povos, mas a fragilidade do exercício e do reconhecimento da cidadania e a ausência do Estado em vários territórios do país se impõem como um caldo de cultura no qual a agressividade e a violência fincam suas raízes.
Entrevista com Joel Birman. A Corrupção é um crime sem rosto. IstoÉ. Edição 2099; 3 fev. 2010.
TEXTO II
Nenhuma sociedade pode sobreviver sem canalizar as pulsões e emoções do indivíduo, sem um controle muito específico de seu comportamento. Nenhum controle desse tipo é possível sem que as pessoas anteponham limitações umas às outras, e todas as limitações são convertidas, na pessoa a quem são impostas, em medo de um ou outro tipo.
ELIAS, N. O Processo Civilizador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993.
Considerando-se a dinâmica do processo civilizador, tal como descrito no Texto II, o argumento do Texto I acerca da violência e agressividade na sociedade brasileira expressa a:

A) incapacidade das instituições político-legislativas em formular mecanismos de controle social específicos à realidade social brasileira.
B) incompatibilidade entre os modos democráticos de convívio social e a presença de aparatos de controle policial.
C) dificuldade histórica da sociedade brasileira em institucionalizar formas de controle social compatíveis com valores democráticos.
D) manutenção de práticas repressivas herdadas dos períodos ditatoriais sob a forma de leis e atos administrativos.
E) inabilidade das forças militares em conter a violência decorrente das ondas migratórias nas grandes cidades brasileiras.

“A Declaração Universal dos Direitos Humanos está completando 70 anos em tempos de desafios crescentes, quando o ódio, a discriminação e a violência permanecem vivos”, disse a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Audrey Azoulay.
“Ao final da Segunda Guerra Mundial, a humanidade inteira resolveu promover a dignidade humana em todos os lugares e para sempre. Nesse espírito, as Nações Unidas adotaram a Declaração Universal dos Direitos Humanos como um padrão comum de conquistas para todos os povos e todas as nações”, disse Audrey. “Centenas de milhões de mulheres e homens são destituídos e privados de condições básicas de subsistência e de oportunidades. Movimentos populacionais forçados geram violações aos direitos em uma escala sem precedentes. A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável promete não deixar ninguém para trás - e os direitos humanos devem ser o alicerce para todo o progresso.”
Segundo ela, esse processo precisa começar o quanto antes nas carteiras das escolas. Diante disso, a Unesco lidera a educação em direitos humanos para assegurar que todas as meninas e meninos saibam seus direitos e os direitos dos outros.
Disponível em: https://nacoesunidas.org. Acesso em: 3 abr. 2018 (adaptado).
Defendendo a ideia de que “os direitos humanos devem ser o alicerce para todo o progresso”, a diretora-geral da Unesco aponta, como estratégia para atingir esse fim, a:

A) promoção da dignidade humana em todos os lugares.
B) discussão desse tema desde a educação básica.
C) extinção da intolerância entre os indivíduos.
D) conquista de direitos para todos os povos e nações.
E) inclusão de todos na Agenda 2030.

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