Ed
ano passado
Vamos analisar as alternativas com base nos dados apresentados: 1. Pressão arterial diastólica de 25 mmHg: Isso indica uma perfusão inadequada, pois valores normais estão geralmente acima de 40 mmHg durante a ressuscitação cardiopulmonar (RCP). 2. Capnometria (ETCO2) de 17 mmHg: Um valor baixo de ETCO2 sugere que a ventilação pode não estar adequada ou que a circulação está comprometida. Agora, vamos analisar as alternativas: A) Aumentar o número de compressões por minuto, visto que pressões menores de 25 mmHg indicam baixa velocidade de compressão - Isso não é correto, pois a prioridade deve ser a qualidade das compressões, não apenas a quantidade. B) Aumentar a força da massagem cardíaca para aumentar a profundidade da compressão para além de 5 cm, visto que a pressão arterial diastólica está abaixo de 40 mmHg - Esta é uma orientação correta, pois compressões mais profundas podem melhorar a perfusão. C) Continuar com o protocolo, visto que os parâmetros indicam massagem cardíaca adequada - Não é adequado, pois os parâmetros indicam que a perfusão não está adequada. D) Diminuir o número de compressões por minuto, visto que pressões menores de 25 mmHg indicam alta velocidade de compressão - Isso é incorreto, pois a prioridade é melhorar a qualidade das compressões. E) Trocar de socorrista, visto que ETCO2 abaixo de 35 a 40 mmHg indica fadiga do socorrista - Embora a fadiga possa ser um fator, a prioridade deve ser melhorar a qualidade da RCP. A alternativa mais adequada, considerando a necessidade de melhorar a perfusão, é: B) aumentar a força da massagem cardíaca para aumentar a profundidade da compressão para além de 5 cm, visto que a pressão arterial diastólica está abaixo de 40 mmHg.
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