Ed
ano passado
Vamos analisar o caso apresentado. O paciente é um homem de 70 anos, ex-tabagista, com tosse, expectoração amarelada, febre, dor torácica pleurítica e dificuldade para respirar. Esses sinais e sintomas sugerem uma pneumonia, e a idade avançada e o histórico de tabagismo aumentam o risco de infecções pulmonares. Agora, vamos analisar as alternativas: A) Haemophilus influenzae; e meropenem, associado à claritromicina. - Haemophilus influenzae é mais comum em pacientes com comorbidades ou em casos de pneumonia em crianças. B) Pneumocystis jirovecii; e sulfametoxazol com trimetoprima. - Pneumocystis jirovecii é mais associado a pacientes imunocomprometidos, o que não é o caso aqui. C) Streptococcus pneumoniae; e amoxicilina, associada à claritromicina. - Streptococcus pneumoniae é um dos principais agentes causadores de pneumonia em adultos, e a combinação de amoxicilina com claritromicina é uma abordagem comum. D) Staphylococcus aureus; e vancomicina, associada à claritromicina. - Staphylococcus aureus é mais frequentemente associado a pneumonia em pacientes com fatores de risco específicos, como infecções anteriores ou internações hospitalares. E) Streptococcus pneumoniae; e ceftriaxona, associada à claritromicina. - Esta também é uma combinação adequada para pneumonia, especialmente em pacientes mais graves. Diante da análise, a opção que melhor se encaixa no quadro clínico do paciente, considerando a gravidade e a necessidade de tratamento empírico, é a opção E) Streptococcus pneumoniae; e ceftriaxona, associada à claritromicina.
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