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Um homem de setenta anos de idade, ex-tabagista (dez anos/maço), sem outras comorbidades, apresenta, há cinco dias, quadro de tosse, com expectoração amarelada, acompanhado de febre diária de 38,3 ºC e dor torácica de características pleurítica e ventilatório-dependente. Há um dia, evoluiu com piora progressiva do quadro, passando a apresentar dificuldade para respirar. Ao exame físico: agitação importante; confusão mental; FC de 114 bpm; FR de 28 irpm; e PA, bilateralmente, de 80 x 62 mmHg. Foram realizados exames complementares para a avaliação e foi prescrita uma antibioticoterapia empírica. Com base nesse caso hipotético, é correto afirmar que o provável agente etiológico e o tratamento empírico para o contexto epidemiológico atual mais adequado, respectivamente, são:

A) Haemophilus influenzae; e meropenem, associado à claritromicina.
B) Pneumocystis jirovecii; e sulfametoxazol com trimetoprima.
C) Streptococcus pneumoniae; e amoxicilina, associada à claritromicina.
D) Staphylococcus aureus; e vancomicina, associada à claritromicina.
E) Streptococcus pneumoniae; e ceftriaxona, associada à claritromicina.
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Desafios Para o Conhecimento

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Vamos analisar o caso apresentado. O paciente é um homem de 70 anos, ex-tabagista, com tosse, expectoração amarelada, febre, dor torácica pleurítica e dificuldade para respirar. Esses sinais e sintomas sugerem uma pneumonia, e a idade avançada e o histórico de tabagismo aumentam o risco de infecções pulmonares. Agora, vamos analisar as alternativas: A) Haemophilus influenzae; e meropenem, associado à claritromicina. - Haemophilus influenzae é mais comum em pacientes com comorbidades ou em casos de pneumonia em crianças. B) Pneumocystis jirovecii; e sulfametoxazol com trimetoprima. - Pneumocystis jirovecii é mais associado a pacientes imunocomprometidos, o que não é o caso aqui. C) Streptococcus pneumoniae; e amoxicilina, associada à claritromicina. - Streptococcus pneumoniae é um dos principais agentes causadores de pneumonia em adultos, e a combinação de amoxicilina com claritromicina é uma abordagem comum. D) Staphylococcus aureus; e vancomicina, associada à claritromicina. - Staphylococcus aureus é mais frequentemente associado a pneumonia em pacientes com fatores de risco específicos, como infecções anteriores ou internações hospitalares. E) Streptococcus pneumoniae; e ceftriaxona, associada à claritromicina. - Esta também é uma combinação adequada para pneumonia, especialmente em pacientes mais graves. Diante da análise, a opção que melhor se encaixa no quadro clínico do paciente, considerando a gravidade e a necessidade de tratamento empírico, é a opção E) Streptococcus pneumoniae; e ceftriaxona, associada à claritromicina.

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