Logo Passei Direto
Buscar
O conhecimento pedagógico do conteúdo é algo que é produzido e regulado a partir do exterior da escola e que deve ser transladado para ela. Ao contrário, trata-se de uma construção elaborada fora das práticas pedagógicas escolares, cuja fonte e destino são diferentes dessas mesmas práticas.
Podemos concluir que a afirmativa é:
FALSA
User badge image
Matematicamente

há 2 anos

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

há 2 anos

A afirmativa apresentada parece sugerir que o conhecimento pedagógico do conteúdo é algo que deve ser transladado para a escola, o que implica que ele é externo às práticas pedagógicas. No entanto, o conhecimento pedagógico do conteúdo é, na verdade, uma construção que deve ser integrada e desenvolvida dentro do contexto escolar, levando em consideração as práticas e experiências dos educadores. Portanto, a conclusão de que a afirmativa é "FALSA" está correta, pois o conhecimento pedagógico do conteúdo deve ser visto como algo que se constrói dentro da escola, e não apenas algo externo a ser transladado.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda não achou a resposta?

  • Integrado com os principais modelos de IA do mercado
  • Respostas em segundos
  • IA treinada para estudantes brasileiros.
PasseIA logoEvolua sua forma de estudar

Cadastre-se ou realize login

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

Analise as seguintes assertivas:
I- As diretrizes para o ensino de matemática presentes nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) estão em consonância com o movimento educacional mais abrangente, especialmente decorrente da Conferência Educação para Todos, ocorrida em Jomtien, Tailândia, em 1990. Essa conferência foi organizada pela Unesco e pelo Banco Mundial e contou com a participação de representantes de diversos países.
II – Nos últimos anos (2006 a 2008), alguns estados brasileiros voltaram a reformular suas propostas curriculares. Destacamos o Estado de São Paulo que em 2007 iniciou a elaboração de novas propostas curriculares. Enquanto para o ensino fundamental II (5ª a 8ª séries) e ensino médio a proposta já foi publicada em início de 2008, a do ensino fundamental I (1ª a 4ª séries) foi editada apenas na versão preliminar e contém: (a) concepção do que seja aprender e ensinar Matemática; (b) os objetivos gerais do ensino de Matemática no ciclo I; (c) as expectativas de aprendizagem para cada série; (d) orientações didáticas para o ensino de matemática.
III – A formação docente para atuação nas séries iniciais do ensino fundamental não vem ocorrendo nos cursos de pedagogia e normal superior. Curi (2005), em sua pesquisa, não analisou como as instituições de ensino superior incorporaram as orientações oficiais quanto à formação docente, nem ofereceram disciplinas voltadas à formação matemática dos futuros professores e suas respectivas ementas.
IV – A retrospectiva sobre o movimento de reforma curricular nos possibilita entender as lacunas matemáticas que os professores polivalentes trazem. Se há 30 anos o país tem vivido um intenso movimento curricular, seria de se esperar que qualquer jovem, na faixa etária de 18 a 25 anos, tivesse sido escolarizado dentro desses princípios inovadores com relação ao ensino de matemática.
Apenas I, II e IV.

Mais conteúdos dessa disciplina