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O texto precedente apresenta a ideia central da teoria denominada
a) normalidade das circunstâncias concomitantes.
b) coculpabilidade.
c) tipicidade conglobante.
d) elementos negativos do tipo.
e) imputação objetiva.
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Exercícios Para o Conhecimento

há 12 meses

Respostas

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há 12 meses

Para responder a essa pergunta, precisamos analisar as alternativas em relação à teoria mencionada no texto. Vamos considerar cada uma: a) Normalidade das circunstâncias concomitantes - Refere-se à análise das circunstâncias que ocorrem ao mesmo tempo que o ato, mas não é uma teoria central em Direito Penal. b) Coculpabilidade - Trata da responsabilidade compartilhada em um crime, mas não é a ideia central que parece ser abordada. c) Tipicidade conglobante - Refere-se à tipicidade que considera o contexto e as circunstâncias do ato, sendo uma teoria relevante no Direito Penal. d) Elementos negativos do tipo - Refere-se a aspectos que excluem a tipicidade, mas não é uma teoria central. e) Imputação objetiva - Trata da responsabilidade penal em relação ao resultado do ato, mas não é a ideia central que parece ser abordada. Com base na análise, a alternativa que melhor se encaixa como a ideia central da teoria mencionada é: c) tipicidade conglobante.

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A edição de medidas provisórias sobre matéria relativa a processo penal
(A) é admitida, mas só terá eficácia no ano civil subsequente.
(B) é admitida, mas apenas em situação de estado de defesa ou estado de sítio.
(C) é excepcionalmente admitida, mas a medida provisória perderá eficácia, desde a edição, se não for convertida em lei no prazo de sessenta dias.
(D) é excepcionalmente admitida, mas a medida provisória perderá eficácia, desde a edição, se não for convertida em lei no prazo indicado em seu próprio texto.
(E) é constitucionalmente vedada.

No que concerne à confissão, é correto afirmar que
(A) é indivisível e irretratável.
(B) é divisível e retratável.
(C) é indivisível e retratável.
(D) não se lhe admite prova contrária.
(E) o silêncio do acusado a caracteriza.

Em inquérito que investiga crime de roubo tentado, e tendo em vista a presença de outros requisitos legais, a prisão temporária
(A) só pode ser decretada se o crime houver sido cometido por associação criminosa.
(B) será decretada por decisão irrecorrível e fundamentada, prolatada dentro do prazo de 24 (vinte e quatro) horas, contadas a partir do recebimento da representação ou do requerimento.
(C) será decretada pelo Juiz, em face da representação da autoridade policial ou de requerimento do Ministério Público, e terá o prazo de 5 (cinco) dias, prorrogável por igual período em caso de extrema e comprovada necessidade.
(D) não pode ser decretada em desfavor de portador de diploma de nível superior.
(E) não pode ser decretada, pois o crime não consta do rol legal.

Determinada investigação foi instaurada para apurar estelionato consistente em fraude, ocorrido em 02 de julho de 2020, em Macapá, na obtenção de auxílio emergencial concedido pelo Governo Federal, por meio da Caixa Econômica Federal, em decorrência da pandemia da Covid-19. A competência para o processo e julgamento do presente caso é do(a):
(A) Justiça Federal em primeiro grau;
(B) Justiça Federal em segundo grau;
(C) Justiça Estadual em primeiro grau;
(D) Justiça Estadual em segundo grau;
(E) Superior Tribunal de Justiça.

No que tange à oitiva das testemunhas arroladas pela acusação em audiência de instrução e julgamento, na forma do Art. 212 do Código de Processo Penal, é correto afirmar que:
(A) a nulidade pela alteração da ordem de inquirição deve indicar o prejuízo gerado;
(B) é possível ao juiz formular perguntas de forma detalhada, após as partes;
(C) a ordem de inquirição pode ser alterada no caso de ausência momentânea de uma das partes;
(D) havendo atuação comedida, o juiz pode iniciar a inquirição da testemunha;
(E) o juiz pode intervir, a qualquer momento, diante de ilegalidade na condução do depoimento.

Na hipótese de agente que tem contra si condenação definitiva a cinco anos de reclusão em regime fechado e mandado de prisão pendente de cumprimento, o pedido de antecipação da expedição da sua guia de recolhimento ou expedição de carta de execução de sentença deve ser:
a) deferido, visando possibilitar a análise de pedido de progressão de regime ou de prisão domiciliar pelo Juízo competente.
b) indeferido, pois a expedição tem como pressuposto o cumprimento do mandado de prisão.
c) indeferido, pois a expedição tem como pressuposto o início do cumprimento da pena privativa de liberdade.
d) indeferido, por permitir a administração, à distância, da execução da própria pena.
e) deferido, permitindo o cômputo de prazos aquisitivos de benefícios executórios a seu favor.

coautoria ou participação e existência de uma infração penal. Essa obrigatoriedade persiste mesmo com o exercício da ação penal. Assim, abre-se ao titular da ação penal pública um poder-dever de aditar a denúncia quando reunidos elementos de prova ou de informação que indiquem uma divergência com a proposição inicial.
No que concerne ao aditamento da denúncia, é correto afirmar que:
(A) o recebimento do aditamento da denúncia, que traz modificação fática substancial, enseja a interrupção da prescrição;
(B) o recebimento do aditamento da denúncia, para inclusão de corréu, constitui causa interruptiva da prescrição para os demais imputados;
(C) o recebimento da denúncia, na sua versão original, pode ser considerado termo inicial para efeito de contagem prescricional relativamente aos imputados incluídos posteriormente por aditamento;
(D) admite-se o aditamento da denúncia a qualquer tempo, enquanto não transitado em julgado o processo, desde que observados o contraditório e a ampla defesa;
(E) constitui requisito para o oferecimento de aditamento da denúncia a existência de novas provas, desde que até o final da instrução probatória.

A respeito do procedimento relativo ao Tribunal do Júri, assinale a alternativa correta.
(A) Oferecida a denúncia por crime de competência do Tribunal do Júri, o Juiz Singular pode, desde logo, rejeitá-la, se presentes as hipóteses previstas no artigo 395, do Código de Processo Penal.
(B) Recebida a denúncia, não sendo localizado o réu, para fins de citação pessoal, far-se-á a citação por edital. Findo o prazo fixado no edital, caso o réu não compareça, o juiz lhe nomeará defensor, prosseguindo o feito, até a finalização da fase de pronúncia.
(C) Citado o acusado, não apresentada a resposta à acusação no prazo legal, o Juiz nomeará defensor para oferecê-la, no prazo de 05 dias.
(D) O desaforamento do julgamento para outra Comarca da mesma região poderá ser feito apenas a requerimento do acusado.
(E) Encerrada a instrução processual da primeira fase do Júri, poderá o Juiz pronunciar o acusado, impronunciar, absolver sumariamente ou reconhecer a prática de crime não sujeito à competência do Tribunal do Júri, proferindo, desde logo, a sentença condenatória.

A respeito da Lei no 9.099/95, é correto afirmar que:
(A) a transação penal, nas ações penais públicas condicionadas à representação, oferecida pelo Ministério Público ao autor da infração e por ele aceita, não será homologada pelo Juiz se não contar com a anuência da vítima.
(B) na eventual reunião de processos, perante o juízo comum, decorrentes da aplicação de regra de conexão e continência, às infrações de menor potencial ofensivo aplicar-se-ão os institutos da transação penal e composição dos danos civis.
(C) são infrações de menor potencial ofensivo as contravenções penais e os crimes cuja pena mínima não exceda a 1 (um) ano.
(D) a suspensão condicional do processo, prevista no artigo 89 da Lei, aplica-se aos crimes cuja pena mínima não exceda a 2 (dois) anos.
(E) não cabe prisão em flagrante nos crimes de menor potencial ofensivo.

A respeito das causas de impedimento e suspeição do juiz, de acordo com o Código de Processo Penal, assinale a alternativa correta.
(A) Nos juízos coletivos, não poderão servir no mesmo processo os juízes que forem entre si parentes, consanguíneos ou afins, em linha reta ou colateral, até o quarto grau.
(B) O juiz será suspeito, podendo ser recusado por qualquer das partes, se já tiver funcionado como juiz de outra instância, pronunciando-se de fato ou de direito sobre a questão.
(C) Ainda que dissolvido o casamento, sem descendentes, que ensejava impedimento ou suspeição, não funcionará como juiz o sogro, o padrasto, o cunhado, o genro ou enteado de quem for parte no processo.
(D) O juiz será impedido se for credor ou devedor de qualquer das partes.
(E) A suspeição poderá ser reconhecida ou declarada ainda que a parte injurie, de propósito, o juiz.

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