Ed
há 10 meses
Para responder a essa pergunta, precisamos entender a concepção de língua segundo Possenti (1997), que enfatiza a gramática normativa e a ideia de que a língua é um manual de regras a serem seguidas. Isso sugere uma visão mais rígida e tradicional da língua, onde a variação e a mudança não são bem-vindas. Vamos analisar as alternativas: a) A língua é variável, uma vez que há variação, pois há reflexão do pensamento. - Esta opção contradiz a ideia de gramática normativa, que não aceita variações. b) A língua é imutável, sem variação, uma vez que, para que haja variação, é preciso que haja reflexão do pensamento, algo que não ocorre nessa concepção. - Esta opção se alinha com a visão de que a língua deve seguir regras fixas e não deve variar. c) A língua é mutável, com variação, uma vez que há a reflexão do pensamento. - Esta opção também contradiz a ideia de gramática normativa. d) A língua é multiforme, sem variação, uma vez que, para que haja variação, é preciso que haja reflexão do pensamento, algo que não ocorre nessa concepção. - A ideia de "multiforme" não se encaixa bem com a concepção de língua como um manual de regras. e) A língua é mutável, sem variação, uma vez que, para que haja variação, é preciso que haja reflexão do pensamento, algo que não ocorre nessa concepção. - Esta opção é contraditória, pois se a língua é mutável, não pode ser "sem variação". A alternativa que melhor representa a concepção de língua segundo Possenti, que enfatiza a rigidez e a falta de variação, é: b) A língua é imutável, sem variação, uma vez que, para que haja variação, é preciso que haja reflexão do pensamento, algo que não ocorre nessa concepção.
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