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A sociedade civil é dividida em três setores: primeiro, segundo e terceiro. O primeiro setor é formado pelo governo, o segundo setor é formado pelas empresas privadas, e o terceiro setor são as associações sem fins lucrativos. Com a criação do novo Código Civil, em 2002, foi estabelecida uma nomenclatura jurídica para as organizações do terceiro setor.
De acordo com essa estrutura jurídica, as organizações que podem iniciar sem capital são:
a) Fundações.
b) ONGs.
c) Associações.
d) Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIPs.
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SocialeAmbiental

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Para responder à sua pergunta, vamos analisar as opções apresentadas em relação à estrutura jurídica das organizações do terceiro setor, especialmente no contexto do novo Código Civil de 2002. a) Fundações - Geralmente, as fundações requerem um capital inicial para sua constituição, pois são criadas a partir de um patrimônio destinado a um fim específico. b) ONGs - As Organizações Não Governamentais (ONGs) podem ser formadas sem capital inicial, mas não têm uma definição jurídica específica no Código Civil. c) Associações - As associações podem ser constituídas sem a necessidade de um capital inicial, pois são formadas pela união de pessoas com um objetivo comum. d) Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIPs - Também podem ser criadas sem capital, mas são uma categoria específica que requer um registro e cumprimento de certos requisitos. Dentre as opções, a que melhor se encaixa na descrição de organizações que podem ser iniciadas sem capital é a c) Associações.

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O Artigo III da Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada pelas Nações Unidas (ONU) em 10 de dezembro de 1948, assegura que: "Todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal". Conduto, em meados de 2018, no Brasil, uma discussão voltou à tona com relação aos direitos humanos, especificamente sobre a descriminalização do aborto. A pedido de um partido político, a ministra do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, coordenou audiência pública para debater o tema, alegando se tratar de um assunto polêmico. O argumento dos autores favoráveis a alteração da lei é de que a proibição do aborto fere preceitos fundamentais da Constituição, como o direito da mulher à vida e à dignidade. Hoje, a prática só é permitida em três casos no Brasil: gravidez resultante de estupro, risco de vida à mãe e feto anencéfalo. Dentre os argumentos contrários à descriminalização do aborto, destaca-se que indubitavelmente a vida humana se inicia desde a concepção, haja visto que a partir deste momento o desenvolvimento embrionário se dá conforme a combinação de genes paternos (50%) e maternos (50%) para o desenvolvimento da pessoa, que é geneticamente única e já definida como do sexo masculino (XY) ou feminino (XX), em igual probabilidade.
Considerando o exposto, classifique V para as sentenças verdadeiras e F para as falsas:
( ) O direito à vida é prerrogativa fundamental dos direitos humanos, e a liberdade prevista na DUDH deveria ser reconhecida, inclusive, para o embrião em formação desde a concepção, visto que já se reconhece um novo indivíduo com carga genética única.
( ) O direito fundamental da mulher prevê a liberdade de escolha para as mulheres decidirem o que fazer com seu corpo, e isso deve ser reconhecido para além do direito à vida previsto na DUDH, pois o embrião ou feto ainda não são considerados humanos.
( ) A discussão se faz necessária, pois, quando as mulheres não eram plenas de direitos tudo lhes era proibido. Atualmente, o empoderamento da mulher lhe dá o direito de abortar quando bem entender.
( ) A probabilidade de nascer uma menina é a mesma que a de nascer um menino, isso é determinado geneticamente, contudo, o direito da mãe de abortar seu filho é previsto na DUDH e deve ser respeitado pela legislação brasileira.
a) V - F - F - F.
b) V - F - V - F.
c) F - V - V - V.
d) F - F - V - F.