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EM QUE CONSISTE O PRINCÍPIO DA RACIONALIDADE

EM QUE CONSISTE O PRINCÍPIO DA RACIONALIDADE

Fundamentos da EconomiaHumanas / Sociais

5 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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Passei Direto

Há mais de um mês

O Princípio da racionalidade é um princípio proposto pela psicologia, no qual evidencia que cada individuo sempre escolhe algo que lhe dará maior satisfação. Trazendo esse raciocínio para a economia, podemos dizer que esse princípio mostra que as escolhas que um individuo faz, estão diretamente ligadas ao sem bem-estar. Por exemplo, durante a escolha de uma função dentro de uma empresa, o indivíduo sempre escolherá a que ele se sente mais a vontade de exercer, e a que ele irá precisar ter o mínimo de esforço com o máximo de satisfação. Nesse âmbito, é necessário definir asa principais necessidades para que se tenha uma ordem de satisfação. Essa é a opção ideal para que ocorra a racionalidade. Além disso, ela também pode ser utilizada diretamente na economia, sendo assim chamada de racionalidade econômica.

O Princípio da racionalidade é um princípio proposto pela psicologia, no qual evidencia que cada individuo sempre escolhe algo que lhe dará maior satisfação. Trazendo esse raciocínio para a economia, podemos dizer que esse princípio mostra que as escolhas que um individuo faz, estão diretamente ligadas ao sem bem-estar. Por exemplo, durante a escolha de uma função dentro de uma empresa, o indivíduo sempre escolherá a que ele se sente mais a vontade de exercer, e a que ele irá precisar ter o mínimo de esforço com o máximo de satisfação. Nesse âmbito, é necessário definir asa principais necessidades para que se tenha uma ordem de satisfação. Essa é a opção ideal para que ocorra a racionalidade. Além disso, ela também pode ser utilizada diretamente na economia, sendo assim chamada de racionalidade econômica.

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Paulo

Há mais de um mês

Principio da Racionalidade Economica

Dispondo de bens e escassos e a susceptíveis de diversas utilizações alternativas, as pessoas vão aplica-los na satisfação das suas múltiplas necessidades de modo a conseguírem a máxima satisfação – nisto consiste o principio da racionalidade económica.

A racionalidade económica traduz-se, por um lado, na máxima realização e, por outro, na economia de meios.

Exemplifiquemos:

- o consumidor individual – procurando obter a máxima satisfação das suas múltiplas necessidades com um rendimento limitado, vai, por um lado, satisfazer primeiro as necessidades mais prementes ( máxima realização) e, por outro, adquirir os bens ao menos preço possível( economia de meios)

- a empresa - procurando obter os maiores lucros possíveis, vai, por um lado, reduzir os custos de produção economia de meios) e, por outro, vender os bens ao preço mais elevado possível ( máxima realização).

- o estado – vai afectar os recursos escassos de que dispõe para a satisfação das necessidades colectivas, procurando proporcionar o máximo bem-estar aos cidadãos (máxima realização) ou produzir bens e serviços com o mínimo de recursos (economia de meios).

Vemos, assim, como é importante que as escolhas sejam racionais, que as opções na satisfação das necessidades, quer individuais quer colectivas, sejam feitas no sentido de maximizar a sua satisfação. Isto tendo sempre em consideração que há que preservar os recursos no sentido de permitir que as futuras gerações possam também garantir a satisfação das suas necessidades.

 

http://ern-ati.blogspot.com.br/2008/05/o-principio-da-racionalidade-economica.html

Espero ter ajudado, se gostou da resposta não esqueça de aprová-la!

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Chanderson

Há mais de um mês

Falou-se em racionalidade até Freud, depois este conceito implodiu em racionalidades. Um princípio para atender às exigências da racionalidade não pode ser subjetivo, então ele pode se confundir com a própria verdade, pois será recebido da mesma maneira por todos. Platão propugnava que tal princípio vinha diretamente do mundo das idéias - sob a ótica da dualidade corpo-imperfeição versus espírito-perfeição. Com o advento do conceito de inconsciente coletivo freudiano, caíram por terra os antigos dogmas dualistas, porque não se pode mais aceitar uma obra humana totalmente desprovida de subjetividade. Assim a filosofia mergulhou num relativismo de patético empenho para tentar superar a dualidade intrínseca ao princípio racional, onde permanece até hoje, negando o mundo do espírito puro e não validando completamente a subjetividade como marco derradeiro para o fim da busca da verdade.

Bons estudos e entendimentos.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas