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1. A noção de capacidade Civil plena não se confunde com a noção de capacidade jurídica, são distintos, por abarcarem as duas espécies de capacidade

porquê?

Direito Civil I

UNINASSAU SALVADOR


4 resposta(s)

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Hugo Figueira

Há mais de um mês

Capacidade civil plena é aquela que o sujeito adquiri quando possui capacidade de direito juntamente com a capacidade de exercício , sendo que todos nós adquirimos a capacidade de direito logo quando nascemos , e a capacidade de exercício ou de fato, adquirimos quando podemos sozinhos , praticar os atos da vida civil, ou seja, de nos auto-representar, e para terminar, a capacidade jurídica está ligada com a Legitimação , que se distingue das que primeiramente mencionei, pois está relacionada com atos jurídicos que podemos ou não praticar, um exemplo bem legal, é um pai que possui três filhos , e querendo vender um imóvel para um deles, não possui a vontade (acordo) dos outros dois filhos , e fica assim impedido de realizar o negócio , pois se olhar bem, o pai é capaz civil plenamente , porém não possui capacidade jurídica naquele ato que pretendia realizar, não possui legitimidade por os outros dois filhos não concordarem com o feito, para terminar, outro exemplo bem convincente é dois irmãos que, embora maiores e civilmente plenos de capacidade, não podem se casar entre eles, por não possuírem legitimidade para realizar aquele ato jurídico.
Capacidade civil plena é aquela que o sujeito adquiri quando possui capacidade de direito juntamente com a capacidade de exercício , sendo que todos nós adquirimos a capacidade de direito logo quando nascemos , e a capacidade de exercício ou de fato, adquirimos quando podemos sozinhos , praticar os atos da vida civil, ou seja, de nos auto-representar, e para terminar, a capacidade jurídica está ligada com a Legitimação , que se distingue das que primeiramente mencionei, pois está relacionada com atos jurídicos que podemos ou não praticar, um exemplo bem legal, é um pai que possui três filhos , e querendo vender um imóvel para um deles, não possui a vontade (acordo) dos outros dois filhos , e fica assim impedido de realizar o negócio , pois se olhar bem, o pai é capaz civil plenamente , porém não possui capacidade jurídica naquele ato que pretendia realizar, não possui legitimidade por os outros dois filhos não concordarem com o feito, para terminar, outro exemplo bem convincente é dois irmãos que, embora maiores e civilmente plenos de capacidade, não podem se casar entre eles, por não possuírem legitimidade para realizar aquele ato jurídico.
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Hugo Figueira

Há mais de um mês

Obrigado eu Matheus, sempre que precisar , estamos aí. Um abraço

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes