A maior rede de estudos do Brasil

Piaget, Wallon e Vygotsky

A partir das teorias estudadas de Vygostsky, Wallon e Gardner, novos olhares foram lançados sobre a prática pedagógica. Analisando as três teorias, desenvolva um texto sobre os pontos convergentes e divergentes entre essas teorias e as contribuições para a prática docente.


3 resposta(s)

User badge image

Eliete Silvestre

Há mais de um mês

Segundo Vygostsky, existem duas zonas de desenvolvimento: a Real e a Potencial. Enquanto uma afirma que a criança, em tese, faz sozinha, com autonomia e independência, sem precisar de terceiros; a segunda diz que a criança pode produzir sozinha, mas com ajuda de alguém, nesse caso os mediadores.

E aí entra a zona Proximal, onde o professor atua intensificando o desenvolvimento da criança através do aprendizado e percebendo o andamento, que vai do aspecto social para os aspectos pessoais da criança – a Internalização.

O professor trabalha para aproximar as duas zonas dando à criança condições de fazer coisas que na faixa etária dela, não seria possível, mas em um ambiente estimulado, as trocas de significados intensificam esse desenvolvimento, através das trocas entre culturas e o meio social.

Já na Teoria de Wallon, ela é impulsiva e emocional.

A criança, desde o nascimento, expressa sua afetividade através dos movimentos descoordenados. Quando começa a falar, se volta para o mundo exterior – são os estágios sensório-motor e projetivo.

Em seguida no personalismo, o próprio nome já diz que é o processo de construção da personalidade através da oposição, sedução e imitação. Com isso a criança começa a perceber a diferença entre o eu e o outro (predominância categorial). E mais a frente vem a predominância funcional onde a criança começa a explorar o próprio corpo em busca de uma intimidade autônoma, se contrapondo aos valores interpretados pelos adultos. E aí começam a surgir as perguntas: Quem sou eu? Quem serei no futuro?

É importante que o professor perceba a criança além do cognitivo dentro desses estágios citados, percebendo como um todo, um ser completo com emoções, vontades, etc. E trabalhar, desta forma, para que a criança se reconheça dentro do meio em que vive.

Por fim, Gardner, que surge com a Teoria das Inteligências Múltiplas. E fala sobre dois processos:

Individualizar a Educação à Ao invés de ensinar a mesma coisa, da mesma forma para todos, deve-se aprender o máximo de cada aluno e usar formas de ensinar que faça sentido para a forma de pensar daquele aluno.

Pluralização à Ensinar o que é importante de diversas formas. Nada importante deve ser ensinado de uma única forma, pois os aprendizados são diferentes e acontecem de maneiras distintas. Pluralizar faz você alcançar mais jovens, ou mais adultos através do estímulo ao interesse e fazer com que esse indivíduo sinta prazer em aprender. Com isso, o meu aluno aprende para o resto da vida e se torna um cidadão mais aceito e desejável no meio social.

Segundo Vygostsky, existem duas zonas de desenvolvimento: a Real e a Potencial. Enquanto uma afirma que a criança, em tese, faz sozinha, com autonomia e independência, sem precisar de terceiros; a segunda diz que a criança pode produzir sozinha, mas com ajuda de alguém, nesse caso os mediadores.

E aí entra a zona Proximal, onde o professor atua intensificando o desenvolvimento da criança através do aprendizado e percebendo o andamento, que vai do aspecto social para os aspectos pessoais da criança – a Internalização.

O professor trabalha para aproximar as duas zonas dando à criança condições de fazer coisas que na faixa etária dela, não seria possível, mas em um ambiente estimulado, as trocas de significados intensificam esse desenvolvimento, através das trocas entre culturas e o meio social.

Já na Teoria de Wallon, ela é impulsiva e emocional.

A criança, desde o nascimento, expressa sua afetividade através dos movimentos descoordenados. Quando começa a falar, se volta para o mundo exterior – são os estágios sensório-motor e projetivo.

Em seguida no personalismo, o próprio nome já diz que é o processo de construção da personalidade através da oposição, sedução e imitação. Com isso a criança começa a perceber a diferença entre o eu e o outro (predominância categorial). E mais a frente vem a predominância funcional onde a criança começa a explorar o próprio corpo em busca de uma intimidade autônoma, se contrapondo aos valores interpretados pelos adultos. E aí começam a surgir as perguntas: Quem sou eu? Quem serei no futuro?

É importante que o professor perceba a criança além do cognitivo dentro desses estágios citados, percebendo como um todo, um ser completo com emoções, vontades, etc. E trabalhar, desta forma, para que a criança se reconheça dentro do meio em que vive.

Por fim, Gardner, que surge com a Teoria das Inteligências Múltiplas. E fala sobre dois processos:

Individualizar a Educação à Ao invés de ensinar a mesma coisa, da mesma forma para todos, deve-se aprender o máximo de cada aluno e usar formas de ensinar que faça sentido para a forma de pensar daquele aluno.

Pluralização à Ensinar o que é importante de diversas formas. Nada importante deve ser ensinado de uma única forma, pois os aprendizados são diferentes e acontecem de maneiras distintas. Pluralizar faz você alcançar mais jovens, ou mais adultos através do estímulo ao interesse e fazer com que esse indivíduo sinta prazer em aprender. Com isso, o meu aluno aprende para o resto da vida e se torna um cidadão mais aceito e desejável no meio social.

User badge image

Renata Pereira

Há mais de um mês

descreva o discurso do pensamento para Vygotsky

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes