A maior rede de estudos do Brasil

Cite as fases da fecundação (10 etapas)


2 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

User badge image

RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

As etapas da fecundação são:

Passagem do espermatozóide através da corona radiata;

liberação de enzimas pelo acrossomos;

Penetração da zona pelúcida;

Fusão das membranas plasmáticas do ovócito e espermatozóides;

Fim da segunda divisão meiótica;

formação de um corpúsculo polar;

formação do pronúcleo feminino;

Formação do pronúcleo masculino;

Formação do zigoto.

As etapas da fecundação são:

Passagem do espermatozóide através da corona radiata;

liberação de enzimas pelo acrossomos;

Penetração da zona pelúcida;

Fusão das membranas plasmáticas do ovócito e espermatozóides;

Fim da segunda divisão meiótica;

formação de um corpúsculo polar;

formação do pronúcleo feminino;

Formação do pronúcleo masculino;

Formação do zigoto.

User badge image

Amanda

Há mais de um mês

Fases da Fertilização

1) Passagem do espermatozóide através da corona radiata:

Acredita-se que a enzima hialuronidase, liberada do acrossoma do espermatozóide, é responsável pela dispersão das células foliculares da corona radiata. Mas não é só isso que facilita a passagem, os movimentos da cauda do espermatozóide junto às enzimas da mucosa tubária também contribuem bastante.

2) Penetração da zona pelúcida:
Esta é uma fase importante para o início da fertilização. É provável que as enzimas esterasesacrosinaneuraminidase, também liberadas pelo acrossoma, causem o rompimento da zona pelúcida, agindo como facilitador da chegada do espermatozóide ao ovócito. Assim que este penetra a zona pelúcida, ocorre a reação zonal, uma mudança que torna esta zona impermeável a outros espermatozóides. A composição desta cobertura é feita por glicoproteínas extracelularmente e muda após a fertilização. Alguns estudiosos acreditam que a reação zonal seja o resultado da ação das enzimas lisossomais liberadas por grânulos corticais.
fecundacao

3) Fusão das membranas plasmáticas do ovócito e espermatozóides:

Nesta fase estas membranas se unem e se rompem no exato lugar onde se uniram. A cabeça e a cauda do espermatozóide entram no ovócito, mas a membrana plasmática do espermatozóide fica de fora.

4) Término da segunda divisão meiótica e formação do pronúcleo feminino:

Quando o espermatozóide penetra o ovócito, ele o estimula a completar a segunda divisão meiótica, resultando num ovócito maduro e num segundo corpo polar. A partir disso, há a condensação dos cromossomos maternos e o núcleo já maduro do ovócito evolui para um pronúcleo feminino.

5) Formação do pronúcleo masculino:

O núcleo do espermatozoide aumenta no interior do citoplasma do ovócito com objetivo de compor o pronúcleo masculino e a cauda, então, sofre degeneração. Enquanto acontece o crescimento dos pronúcleos, que são indistinguíveis morfologicamente, eles replicam seu DNA. O ovócito que contém dois pronúcleos haplóides é chamado de oótide.

6) Formação do zigoto:

Logo que os pronúcleos se juntam em um conjunto único e diplóide, a oótide se transforma em um zigoto. Os cromossomos neste zigoto arranjam-se em um fuso de clivagem, preparando-se para a divisão que irá sofrer. Esta estrutura é geneticamente única, já que metade dos seus cromossomos vem da mãe e a outra metade do pai, formando assim uma nova combinação cromossômica, diferente da contida nas células dos pais. Este fato forma a base da herança biparental e, consequentemente, da variação da espécie humana.

Fontes:
MOORE, K.L.; PERSAUD, T.V.N. The developing human: clinically oriented embryology. 7ª  ed. Elsevier. USA, 2003.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas