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Você acredita as teorias do Criacionismo ou Evolucionismo?

Hoje em dia, falar de Criacionismo x Evolucionismo, é um assunto polêmico e conflitante. Por isso, cada um tem a sua perspectiva e acreditar o que lhe sinta a certeza como real e verídica.


2 resposta(s)

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Anderson

Há mais de um mês

Richard Dawkins - O Maior Espetáculo da Terra - as Evidências da Evolução

DAWKINS, Richard. O maior espetáculo da Terra: as evidências da evolução. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. trad. Laura Teixeira Motta

https://www.passeidireto.com/arquivo/3599173/richard-dawkins---o-maior-espetaculo-da-terra---as-evidencias-da-evolucao

Richard Dawkins - O Maior Espetáculo da Terra - as Evidências da Evolução

DAWKINS, Richard. O maior espetáculo da Terra: as evidências da evolução. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. trad. Laura Teixeira Motta

https://www.passeidireto.com/arquivo/3599173/richard-dawkins---o-maior-espetaculo-da-terra---as-evidencias-da-evolucao

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Alexandra

Há mais de um mês

Olá Diogo!

 

Realmente esse é um assunto muito polêmico, mas apenas para aqueles que não querem enxergar a verdade. Minha resposta à sua pergunta baseia numa revista intitulada "A vida - Teve um Criador?" publicada pelas Testemunhas de Jeová.

Vamos a resposta, leia com atenção e chegue a sua própria conclusão.

Evolução — mitos e fatos

“Assim como o calor do Sol é um fato, a evolução também é um fato”, afirmou o professor Richard Dawkins, destacado cientista evolucionista.16 Naturalmente, experiências e observações diretas provam que o Sol é quente. Mas será que experiências e observações diretas dão ao ensino da evolução o mesmo apoio inquestionável?

Antes de respondermos a essa pergunta, há algo que precisa ser esclarecido. Muitos cientistas notaram que, com o tempo, os descendentes de seres vivos podem sofrer leves mudanças. Por exemplo, os humanos podem cruzar cães de modo seletivo para que mais tarde os descendentes tenham pernas mais curtas ou pelo mais longo que seus antepassados.* Alguns cientistas chamam essas leves mudanças de “microevolução”.

No entanto, os evolucionistas ensinam que essas pequenas mudanças lentamente se acumularam no decorrer de bilhões de anos e produziram as grandes mudanças necessárias para transformar peixes em anfíbios, e criaturas simiescas em seres humanos. Essas supostas grandes mudanças são definidas como “macroevolução”.

Charles Darwin, por exemplo, ensinou que as pequenas mudanças que podemos observar significam que mudanças bem maiores — nunca observadas — também são possíveis.17 Ele achava que com o passar de longos períodos, algumas formas de vida originais, chamadas de vida simples, evoluíram — por meio de “modificações extremamente leves” — para os milhões de diferentes formas de vida na Terra.18

Muitos acham razoável essa afirmação. Eles se perguntam: ‘Se pequenas mudanças podem ocorrer dentro de uma espécie, por que a evolução não produziria grandes modificações com o passar de longos períodos?’* Na realidade, porém, o ensino da evolução se baseia em três mitos. Considere o seguinte.

Mito 1. As mutações suprem a matéria-prima necessária para se criar novas espécies. O ensino da macroevolução baseia-se na suposição de que as mutações — mudanças aleatórias no código genético de plantas e animais — podem produzir não apenas novas espécies, mas também famílias inteiramente novas de plantas e animais.19

Os fatos. Muitas características de uma planta ou de um animal são determinadas pelas instruções contidas em seu código genético, o projeto, ou planta, presente no núcleo de cada célula.* Os pesquisadores descobriram que as mutações podem produzir alterações nos descendentes das plantas e dos animais. Mas será que as mutações podem realmente produzir espécies inteiramente novas? O que um século de estudo no campo da pesquisa genética revelou?

Em fins dos anos 30, os cientistas adotaram entusiasticamente um novo conceito. Eles já achavam que a seleção natural — o processo pelo qual o organismo mais bem adaptado ao ambiente teria mais chance de sobreviver e procriar — poderia produzir novas espécies de plantas por meio de mutações aleatórias. Assim, eles agora presumiam que a escolha artificial de mutações, ou seja, a escolha manipulada pelo homem, deveria ser capaz de fazer o mesmo com mais eficiência. “Espalhou-se a euforia entre os biólogos em geral e em especial entre os geneticistas e criadores de plantas e animais”, disse Wolf-Ekkehard Lönnig, cientista do Instituto Max Planck de Melhoramento Genético em Plantas, na Alemanha.* Por que a euforia? Lönnig, que já passou cerca de 30 anos estudando a genética das mutações em plantas, disse: “Esses pesquisadores pensavam que o tempo de revolucionar o método tradicional de criação de plantas e de animais havia chegado. Achavam que, por induzir e selecionar as mutações favoráveis, poderiam produzir plantas e animais novos e melhores.”20 De fato, alguns esperavam produzir espécies inteiramente novas.

Cientistas nos Estados Unidos, Ásia e Europa lançaram programas de pesquisa solidamente financiados que usavam métodos que prometiam acelerar a evolução. Depois de mais de 40 anos de intensas pesquisas, quais foram os resultados? “Apesar do enorme gasto financeiro”, diz o pesquisador Peter von Sengbusch, “a tentativa de desenvolver variedades cada vez mais produtivas por meio de irradiação [para causar mutações] mostrou ser um fiasco total”.21 E Lönnig disse: “Nos anos 80, a esperança e a euforia entre os cientistas acabou num fracasso global. O melhoramento genético como campo específico de pesquisa foi descontinuado nos países ocidentais. Quase todos os mutantes . . . morriam ou eram mais fracos que os espécimes naturais.”*

Mesmo assim, os dados agora disponíveis depois de uns cem anos de pesquisa de mutações em geral, e de 70 anos de melhoramento genético em especial, possibilitam que os cientistas tirem conclusões sobre a capacidade das mutações de produzir novas espécies. Após examinar as provas, Lönnig concluiu: “As mutações não podem transformar uma espécie original [de planta ou animal] em outra totalmente nova. Essa conclusão está de acordo com o conjunto de todas as experiências e resultados sobre mutação realizados no século 20 e também com as leis da probabilidade.”

Portanto, podem as mutações fazer com que uma espécie evolua para uma espécie de criatura inteiramente nova? Não, segundo as evidências. As pesquisas de Lönnig levaram-no a concluir “que espécies geneticamente bem definidas têm limites reais que não podem ser anulados ou ultrapassados por mutações acidentais”.22

Pense nas implicações dos fatos mencionados acima. Se cientistas altamente qualificados não conseguem produzir novas espécies por induzir e escolher de modo artificial as mutações favoráveis, seria provável que um processo sem inteligência fizesse um trabalho melhor? Se a pesquisa mostra que as mutações não podem transformar uma espécie original em outra totalmente nova, então exatamente como é que a macroevolução teria ocorrido?

Mito 2. A seleção natural levou à criação de novas espécies. Darwin acreditava que aquilo que ele chamou de seleção natural favoreceria as formas de vida mais bem adaptadas ao ambiente, enquanto as formas de vida menos adaptadas acabariam se extinguindo. Os evolucionistas modernos ensinam que, ao passo que as espécies se espalharam e se isolaram, a seleção natural escolheu as espécies cujas mutações genéticas as tornaram mais adaptadas ao novo ambiente. Eles especulam que, em resultado disso, esses grupos isolados por fim evoluíram para espécies totalmente novas.

Os fatos. Como já mencionado, as evidências obtidas pelas pesquisas científicas indicam fortemente que mutações não podem produzir espécies de animais ou plantas inteiramente novas. Mesmo assim, que provas os evolucionistas apresentam para apoiar sua afirmação de que a seleção natural escolhe as mutações mais favoráveis para produzir novas espécies? Uma brochura publicada em 1999 pela Academia Nacional de Ciências (NAS), nos Estados Unidos, refere-se às “13 espécies de tentilhões estudadas por Darwin nas ilhas Galápagos, agora conhecidos como os tentilhões de Darwin”.23

Nos anos 70, um grupo de pesquisa liderado por Peter e Rosemary Grant, da Universidade de Princeton, começou a estudar esses tentilhões e descobriu que, depois de um ano de seca nas ilhas, os tentilhões que tinham o bico ligeiramente maior sobreviviam com mais facilidade que os de bico menor. Visto que observar o tamanho e o formato do bico é uma das maneiras principais de classificar as 13 espécies de tentilhões, essas descobertas foram encaradas como significativas. A brochura NAS continua: “O casal Grant calculou que, se houvesse uma seca a cada dez anos nas ilhas, uma nova espécie de tentilhão poderia surgir em apenas uns 200 anos.”24

No entanto, a brochura da NAS deixou de mencionar que nos anos que se seguiram à seca os tentilhões com bicos menores voltaram a dominar a população. Os pesquisadores descobriram que, conforme mudava o clima na ilha, os tentilhões de bicos mais longos dominavam num ano, mas depois quem dominava eram os de bicos menores. Perceberam também que algumas das supostas espécies de tentilhões se cruzavam e produziam descendência que sobrevivia melhor que seus pais. Eles concluíram que, se esse cruzamento continuasse, poderia resultar na fusão de duas “espécies” numa só.25

Portanto, será que a seleção natural realmente criou espécies inteiramente novas? Décadas atrás, o biólogo evolucionista George Christopher Williams começou a questionar se a seleção natural tinha tal capacidade.26 Em 1999, o teórico evolucionista Jeffrey H. Schwartz escreveu que a seleção natural pode ajudar as espécies a se adaptarem às exigências variáveis da existência, mas não cria nada novo.27

De fato, os tentilhões de Darwin não estão se transformando em algo “novo”. Ainda são tentilhões. E o cruzamento entre eles lança dúvidas sobre os métodos usados por alguns evolucionistas para definir uma espécie. Além disso, as informações sobre essas aves revelam que até mesmo academias científicas de prestígio não estão imunes a apresentar provas de maneira tendenciosa.

Mito 3. O registro fóssil prova mudanças macroevolucionárias. A já mencionada brochura da NAS passa para o leitor a impressão de que os fósseis encontrados pelos cientistas são provas mais do que suficientes da macroevolução. Ela diz: “Foram descobertas tantas formas intermediárias entre peixes e anfíbios, entre anfíbios e répteis, entre répteis e mamíferos e nas linhagens dos primatas, que muitas vezes se torna difícil identificar categoricamente quando ocorre a transição entre uma espécie e outra.”28

Os fatos. Essa declaração confiante feita na brochura da NAS é muito surpreendente. Por quê? Niles Eldredge, um evolucionista ferrenho, diz que o registro fóssil não mostra que houve um gradativo acúmulo de mudanças, mas sim que, por longos períodos, “pouca ou nenhuma mudança evolucionária se acumulou na maioria das espécies”.*29

Até hoje, cientistas do mundo inteiro já desenterraram e catalogaram uns 200 milhões de fósseis grandes e bilhões de microfósseis. Muitos pesquisadores concordam que esse vasto e detalhado registro mostra que todos os principais grupos de animais surgiram de repente e permaneceram praticamente inalterados, com muitas espécies desaparecendo de modo tão repentino quanto surgiram.

Crer na evolução é um “ato de fé”

Por que muitos evolucionistas de destaque insistem que a macroevolução é um fato? Richard Lewontin, um influente evolucionista, escreveu candidamente que muitos cientistas estão dispostos a aceitar afirmações científicas não comprovadas “porque já [assumiram] outro compromisso, um compromisso com o materialismo”.* Muitos cientistas se recusam até mesmo a considerar a possibilidade de que exista um Projetista inteligente porque, como escreve Lewontin, “não podemos permitir que a ciência abra a porta à ideia de um Deus”.30

Nesse respeito, o sociólogo Rodney Stark é citado na revista Scientific American como tendo dito: “Há 200 anos se propaga a ideia de que, se você quer ser um cientista, tem de manter a mente livre dos grilhões da religião.” Ele disse ainda que nas universidades em que se faz pesquisa “os religiosos ficam de boca fechada”.31

Para aceitar o ensino da macroevolução como verdade, você tem de acreditar que os cientistas agnósticos ou ateus não se deixam influenciar por suas crenças pessoais ao interpretar as descobertas científicas. Tem de acreditar que as mutações e a seleção natural produziram todas as complexas formas de vida, mesmo que um século de pesquisas tenha mostrado que as mutações não transformaram nem uma única espécie bem definida em algo inteiramente novo. Tem de acreditar que todas as criaturas evoluíram de forma gradual de um ancestral comum, apesar de o registro fóssil indicar de modo eloquente que as principais espécies de plantas e de animais surgiram de repente e não evoluíram para outras, mesmo ao longo de incontáveis eras. Esse tipo de crença parece basear-se em fatos ou em mitos? Realmente, crer na evolução é um “ato de fé”.

[Nota(s) de rodapé]

As mudanças que os criadores de cães conseguem produzir muitas vezes resultam de falha genética. Por exemplo, a baixa estatura do bassê deve-se a uma falha no desenvolvimento normal da cartilagem, causando nanismo.

Apesar de a palavra “espécie” ser usada com frequência nesta seção, deve-se notar que esse mesmo termo, no livro bíblico de Gênesis, é muito mais abrangente. Muitas vezes, o que os cientistas decidem chamar de evolução para uma nova espécie trata-se, na verdade, de uma variação dentro da “espécie” referida no relato de Gênesis.

Pesquisas mostram que o citoplasma da célula, suas membranas e outras estruturas também desempenham um papel na modelação de um organismo.

Lönnig acredita que a vida teve um Criador. Os seus comentários nesta publicação são de sua autoria, mas não representam a opinião do Instituto Max Planck de Melhoramento Genético em Plantas.

Os experimentos com mutações revelaram vez após vez que o número de novos mutantes diminuía constantemente, ao passo que os mesmos tipos de mutantes continuavam a surgir. Além disso, menos de 1% das mutações em plantas foi selecionado para pesquisa adicional, e menos de 1% desse grupo foi considerado próprio para uso comercial. Mas nenhuma espécie inteiramente nova foi criada. Os resultados das tentativas de melhoramento genético em animais foram ainda piores que os realizados em plantas, e o procedimento foi descontinuado por completo.

Até mesmo os poucos exemplos do registro fóssil ao qual os pesquisadores apontam como prova da evolução estão abertos ao debate. Veja as páginas 22 a 29 da brochura A Origem da Vida — Cinco Perguntas Que Merecem Resposta, publicada pelas Testemunhas de Jeová.

“Materialismo”, nesse sentido, refere-se à teoria de que tudo no Universo, incluindo toda vida, veio à existência sem nenhuma intervenção sobrenatural.

 

Espero ter ajudado!

Bons estudos.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes