Ed
há 6 meses
Para responder à pergunta sobre o Princípio do melhor interesse da criança, vamos analisar cada uma das alternativas: a) É vedado o divórcio extrajudicial quando o casal tem filhos menores. - Esta afirmação não é verdadeira, pois o divórcio extrajudicial é permitido, desde que haja consenso entre as partes. b) Até a promulgação da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, o casamento era indissolúvel no País. - Embora o casamento fosse considerado indissolúvel antes de 1988, essa informação não se relaciona diretamente ao melhor interesse da criança. c) Com base em nossa estrutura social, a guarda dos filhos cabe à mãe. - Essa afirmação é uma generalização e não reflete o princípio do melhor interesse da criança, que deve considerar o que é melhor para a criança, independentemente do gênero dos pais. d) Uma vez que o processo de guarda é conduzido por um juiz competente, não cabe a presença de um psicólogo em uma eventual oitiva da criança. - Essa afirmação é incorreta, pois a presença de um psicólogo pode ser importante para garantir que a oitiva da criança seja conduzida de maneira adequada e respeitosa. e) Caso o genitor seja o principal provedor da criança, atos de alienação parental não influenciam a manutenção de sua guarda. - Essa afirmação é falsa, pois atos de alienação parental podem impactar negativamente a relação da criança com o genitor e, consequentemente, influenciar a decisão sobre a guarda. Após analisar todas as alternativas, nenhuma delas apresenta corretamente uma situação que se aplique ao Princípio do melhor interesse da criança. Portanto, a resposta correta não está entre as opções apresentadas. Você pode precisar revisar as alternativas ou o contexto da pergunta.
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