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qual seria o papel da natureza na politica de aristoteles


4 resposta(s) - Contém resposta de Especialista

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RD Resoluções Verified user icon

Há mais de um mês

Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Introdução ao Estudo de Direito.


A política aristotélica é essencialmente unida à moral, porque o fim último do estado é a virtude, isto é, a formação moral dos cidadãos e o conjunto dos meios necessários para isso. O estado é um organismo moral, condição e complemento da atividade moral individual, e fundamento primeiro da suprema atividade contemplativa. A política, contudo, é distinta da moral, porquanto esta tem como objetivo o indivíduo, aquela a coletividade. A ética é a doutrina moral individual, a política é a doutrina moral social. Desta ciência trata Aristóteles precisamente na Política, de que acima se falou.

O estado, então, é superior ao indivíduo, porquanto a coletividade é superior ao indivíduo, o bem comum superior ao bem particular. Unicamente no estado efetua-se a satisfação de todas as necessidades, pois o homem, sendo naturalmente animal social, político, não pode realizar a sua perfeição sem a sociedade do estado. O estado surge, pelo fato de ser o homem um animal naturalmente social, político. O homem é um animal político, o que significa que um animal com uma propensão inata a desenvolver comunidades complexas do tamanho de uma cidade ou vila. Como um animal político, em contraste com a sua família e vida no clã, o homem vive na sua racionalidade - mais plenamente na criação de leis e tradições.


Portanto, o papel da natureza na política de Aristóteles está intimamente ligado ao surgimento do Estado, outro elemento fundamental na política aristotélica. O estado surge, pelo fato de ser o homem um animal naturalmente social, político, ou seja, devido à natureza humana.

Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Introdução ao Estudo de Direito.


A política aristotélica é essencialmente unida à moral, porque o fim último do estado é a virtude, isto é, a formação moral dos cidadãos e o conjunto dos meios necessários para isso. O estado é um organismo moral, condição e complemento da atividade moral individual, e fundamento primeiro da suprema atividade contemplativa. A política, contudo, é distinta da moral, porquanto esta tem como objetivo o indivíduo, aquela a coletividade. A ética é a doutrina moral individual, a política é a doutrina moral social. Desta ciência trata Aristóteles precisamente na Política, de que acima se falou.

O estado, então, é superior ao indivíduo, porquanto a coletividade é superior ao indivíduo, o bem comum superior ao bem particular. Unicamente no estado efetua-se a satisfação de todas as necessidades, pois o homem, sendo naturalmente animal social, político, não pode realizar a sua perfeição sem a sociedade do estado. O estado surge, pelo fato de ser o homem um animal naturalmente social, político. O homem é um animal político, o que significa que um animal com uma propensão inata a desenvolver comunidades complexas do tamanho de uma cidade ou vila. Como um animal político, em contraste com a sua família e vida no clã, o homem vive na sua racionalidade - mais plenamente na criação de leis e tradições.


Portanto, o papel da natureza na política de Aristóteles está intimamente ligado ao surgimento do Estado, outro elemento fundamental na política aristotélica. O estado surge, pelo fato de ser o homem um animal naturalmente social, político, ou seja, devido à natureza humana.

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Fernando Scherer

Há mais de um mês

Cara, se eu não to enganado ele entende natureza como uma visão de um ser apolítico, "selvagem" digamos assim, ele define o homem como um animal político, e não admite uma forma de vida que não esteja associada à vida em sociedade, porque o homem em estado de natureza e isolado só pode ser um deus ou um animal. Existe também aquela teoria dele da "Natureza da Pólis", que é a natureza diferente de cada homem que a torna (a Plólis) poderosa, e não a quantidade de seus habitantes.

Não sei se é essa sua pergunta, mas de momento, é a unica relação entre natureza e Aristóteles que me veio a cabeça!

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Ana Vitória

Há mais de um mês

ela determia todas as coisas

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Andre Smaira

Há mais de um mês

Para responder essa pergunta devemos colocar em prática nosso conhecimento sobre Introdução ao Estudo de Direito.


A política aristotélica é essencialmente unida à moral, porque o fim último do estado é a virtude, isto é, a formação moral dos cidadãos e o conjunto dos meios necessários para isso. O estado é um organismo moral, condição e complemento da atividade moral individual, e fundamento primeiro da suprema atividade contemplativa. A política, contudo, é distinta da moral, porquanto esta tem como objetivo o indivíduo, aquela a coletividade. A ética é a doutrina moral individual, a política é a doutrina moral social. Desta ciência trata Aristóteles precisamente na Política, de que acima se falou.

O estado, então, é superior ao indivíduo, porquanto a coletividade é superior ao indivíduo, o bem comum superior ao bem particular. Unicamente no estado efetua-se a satisfação de todas as necessidades, pois o homem, sendo naturalmente animal social, político, não pode realizar a sua perfeição sem a sociedade do estado. O estado surge, pelo fato de ser o homem um animal naturalmente social, político. O homem é um animal político, o que significa que um animal com uma propensão inata a desenvolver comunidades complexas do tamanho de uma cidade ou vila. Como um animal político, em contraste com a sua família e vida no clã, o homem vive na sua racionalidade - mais plenamente na criação de leis e tradições.


Portanto, o papel da natureza na política de Aristóteles está intimamente ligado ao surgimento do Estado, outro elemento fundamental na política aristotélica. O estado surge, pelo fato de ser o homem um animal naturalmente social, político, ou seja, devido à natureza humana.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos especialistas