Ed
há 12 meses
Vamos analisar as alternativas apresentadas: A) É um óbito fetal por sífilis congênita. O médico deve notificar o caso à Vigilância Epidemiológica do local, por ser doença de notificação compulsória, emitir a Declaração de Óbito (DO) e encaminhar a mãe para fazer tratamento da sífilis e seguimento na UBSF. - Correta em relação à notificação e tratamento, mas o termo "óbito fetal por sífilis congênita" não é o mais adequado, pois o feto não sobreviveu. B) É um natimorto. O médico deve encaminhar a mãe para UBSF para fazer tratamento e seguimento da sífilis e para ser notificado o caso pela Vigilância Epidemiológica por ser doença de notificação compulsória. - O termo "natimorto" é correto, mas não menciona a sífilis congênita como causa. C) É um natimorto por sífilis congênita. O médico deve notificar o caso à Vigilância Epidemiológica do local, por ser doença de notificação compulsória, encaminhar a mãe para fazer tratamento e seguimento na UBSF, emitir a declaração de nascimento (DN) e emitir a Declaração de óbito (DO). - Esta opção é a mais completa, pois reconhece o natimorto e a sífilis congênita, além de incluir as condutas corretas. D) É um óbito fetal. O médico deve: encaminhar a mãe para UBSF para tratamento e seguimento da sífilis e para ser notificado o caso pela Vigilância Epidemiológica por ser doença de notificação compulsória. - Embora mencione o encaminhamento e a notificação, o termo "óbito fetal" não é o mais apropriado, pois o feto nasceu sem vida. Após analisar as alternativas, a resposta correta é: C) É um natimorto por sífilis congênita. O médico deve notificar o caso à Vigilância Epidemiológica do local, por ser doença de notificação compulsória, encaminhar a mãe para fazer tratamento e seguimento na UBSF, emitir a declaração de nascimento (DN) e emitir a Declaração de óbito (DO).
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