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Estudo longitudinal que parte do fator de risco para avaliar sua implicação num determinado agravo é o:
a) de coorte.
b) transversal.
c) caso-controle.
d) ensaio clínico.
e) relato de caso.
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Para responder à sua pergunta, vamos analisar as opções: a) Estudo de coorte: Este tipo de estudo é longitudinal e parte de um grupo exposto a um fator de risco para acompanhar a ocorrência de um determinado agravo ao longo do tempo. Portanto, é uma opção válida. b) Estudo transversal: Este estudo avalia a relação entre fator de risco e agravo em um único ponto no tempo, não sendo longitudinal. c) Estudo caso-controle: Este estudo parte de um agravo (casos) e busca identificar fatores de risco comparando com um grupo controle, não é longitudinal. d) Ensaio clínico: Este é um tipo de estudo experimental que pode ser longitudinal, mas não se foca especificamente em fatores de risco. e) Relato de caso: Este é um relato descritivo de um único caso, não é um estudo longitudinal. Diante da análise, a alternativa correta é: a) de coorte.

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Programa Nacional de Imunizações por meio de Nota Técnica Conjunta n° 70/2024 alerta sobre aumento global dos casos de coqueluche. Só no Paraná são 535 casos confirmados e 1 óbito divulgados no boletim da Secretaria de Estado da Saúde de 25/09/2024. A coqueluche é uma doença infecciosa aguda, de alta transmissão respiratória, de distribuição universal, e de notificação compulsória. Com base nesta informação marque a única resposta correta.
a) A vacinação da coqueluche nos últimos anos também entrou no calendário vacinal das gestantes, com a vacina triplice bacteriana acelular do adulto (dTpa, contendo toxoides contra tétano e a difteria e componente pertussis acelular) idealmente entre 27 e 36 semanas e com intervalo de dez anos entre as doses.
b) A vacinação de tétano, difteria e coqueluche (dTpa) apenas é recomendada na gestação a fim de diminuir as taxas de mortalidade neonatal e infantil em situações especiais como casos de surtos ou epidemias.
c) O benefício da vacinação contra coqueluche ocorre na gestação pela passagem de anticorpos para o feto, portanto, antes da alta hospitalar, no puerpério, não é necessário checar a situação vacinal da mãe.
d) A vacina triplice bacteriana acelular é recomendada a partir de 20 semanas, também com objetivo de oferecer imunidade passiva ao lactente contra a coqueluche.
e) Gestantes vacinadas com esquema completo com pelo menos 3 doses de vacina com componente único, não precisam receber uma dose de dTpa a partir de 20 semanas de gestação.

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