Ed
há 4 semanas
Vamos analisar as alternativas uma a uma, considerando as alterações introduzidas pela Lei nº 13.964/2019, que instituiu o juiz de garantias. A) O mesmo magistrado não poderia ter autorizado a busca e apreensão sem prévia oitiva do Ministério Público. - Essa afirmação não é correta, pois a autorização para busca e apreensão pode ser feita pelo juiz sem a necessidade de oitiva prévia do Ministério Público. B) O magistrado que conduz a instrução criminal deve ser o mesmo que acompanhou a investigação, para garantir a continuidade da análise dos fatos. - Isso não é verdade, pois a Lei nº 13.964/2019 estabelece que o juiz de garantias deve ser diferente do juiz que julga a ação penal. C) O juiz que decide questões da fase de investigação não pode, posteriormente, atuar na fase de instrução e julgamento. - Esta afirmação está correta, pois a lei determina que o juiz de garantias não pode atuar na fase de instrução e julgamento. D) O juiz de garantias tem competência para julgar o mérito da ação penal quando houver conexão com crimes praticados na fase investigativa. - Isso não é correto, pois o juiz de garantias não julga o mérito da ação penal. E) O magistrado responsável pela investigação deve, obrigatoriamente, participar da elaboração da sentença para garantir a coerência das decisões. - Isso também não é correto, pois o juiz de garantias não participa da elaboração da sentença. Portanto, a alternativa correta é: C) O juiz que decide questões da fase de investigação não pode, posteriormente, atuar na fase de instrução e julgamento.