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Redação

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1) "Para casa, os María, 900 euros a expressão 'não chegar ao fim do mês' ainda não é precisa. 'Não estamos nem no dia 10 e já não dá mais', diz, sem perder o sorriso. Em sua entram. Só (3.440 reais) que seu marido ganha como motorista e 0 pouco que ela consegue tirar ao dar uma mão em um bar tão que mais tarde para acabaram o aluguel já são 750 euros. Esta cubana de 30 anos está entre os milhões de imigrantes que chegaram à Espanha no saem boom da construção rápido quanto e pagando pelos excessos daqueles dias. Desde então, sofrem com empregos precários e mal pagos. Seu perfil se encaixa perfeitamente com um fenômeno que, apesar de não ser novo, tem crescido em decorrência da crise:"o dos trabalhadores pobres. As estatísticas europeias mostram que este é um problema em alta em todo o continente, mas especialmente grave na Espanha, país que serviu de inspiração para a nova legislação trabalhista brasileira que entrou em vigor no sábado. Entre os espanhóis, 13,1% dos trabalhadores vivem em lares não alcançam 60% da renda média. Só Romênia e Grécia têm números piores nesse triste indicador. E o risco de pobreza ameaça ainda mais
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Arianne Oliveira

anteontem

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anteontem

Parece que você está compartilhando um trecho de um texto que aborda a situação de trabalhadores imigrantes na Espanha, destacando a dificuldade de muitos em chegar ao fim do mês devido a salários baixos e empregos precários. Essa realidade é um reflexo de um fenômeno mais amplo, que é o aumento do número de trabalhadores pobres na Europa, especialmente na Espanha. Se você tiver uma pergunta específica sobre esse tema ou precisar de ajuda com um aspecto particular do texto, fique à vontade para perguntar!

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