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De acordo com a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) n. 50 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de 21.02.2002, a classificação dos ambientes se divide em áreas: não críticas, semicríticas e áreas críticas. As áreas consideradas críticas são as: Que englobam espaços ocupados por pacientes com doenças de baixa transmissibilidade e não infecciosas, como internações gerais, ambulatórios e consultórios. Que compreendem os espaços com maior potencial de infecção, onde são realizados procedimentos de risco, com ou sem a presença de pacientes, ou ainda onde estão localizados pacientes imunodeprimidos. Como exemplos podem ser citados o centro cirúrgico, a unidade de terapia intensiva (UTI), a central de material esterilizado (CME) entre outros. Que possuem espaços não ocupados por pacientes, como áreas sociais, recepções e espaços de apoio, onde não ocorrem procedimentos assistenciais de risco e não representam riscos ocupacionais aos colaboradores Que compreendem os espaços contaminados, onde são realizados procedimentos de risco e onde não há a presença de pacientes. Como exemplos podem ser citados os laboratórios.
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Andréia Goldoni

anteontem

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