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ontem
Para identificar a afirmativa que se relaciona ao quadro de pré-eclâmpsia grave, precisamos considerar os critérios diagnósticos estabelecidos para essa condição. A pré-eclâmpsia grave é caracterizada por: - Pressão arterial elevada (sistólica ≥ 160 mmHg ou diastólica ≥ 110 mmHg) - Sinais de comprometimento de órgãos, como distúrbios visuais, dor epigástrica, elevação de enzimas hepáticas, entre outros. - Proteinúria significativa. Agora, vamos analisar as alternativas: A) Pressão arterial diastólica maior ou igual a 120mmHg, cefaleia, distúrbios visuais, proteinúria superior a 0,3g/24h, elevação de bilirrubina. - Esta opção apresenta pressão diastólica elevada e outros sinais, mas a proteinúria não é suficientemente alta para pré-eclâmpsia grave. B) Pressão arterial sistólica maior ou igual a 140 mmHg, dor epigástrica, poliúria, creatinina plasmática acima de 1,2mg/dL, edema periférico. - A pressão não é alta o suficiente e a poliúria não é um sinal típico. C) Pressão arterial sistólica maior ou igual a 150mmHg, oligúria, dor em hipocôndrio direito, cefaleia associada à hipertensão arterial. - A pressão é elevada, mas a oligúria não é um critério específico para pré-eclâmpsia grave. D) Pressão arterial diastólica maior ou igual a 110mmHg, sinais de comprometimento fetal, distúrbios visuais, proteinúria superior a 0,6mg/24h. - Esta opção apresenta pressão diastólica elevada, sinais de comprometimento e proteinúria significativa, o que é compatível com pré-eclâmpsia grave. E) Pressão arterial diastólica maior ou igual a 110mmHg, distúrbios visuais e cefaleia associados à hipertensão arterial, elevação de enzimas hepáticas. - Embora tenha pressão elevada e distúrbios visuais, não menciona proteinúria, que é um critério importante. A alternativa que melhor se relaciona ao quadro de pré-eclâmpsia grave é: D) Pressão arterial diastólica maior ou igual a 110mmHg, sinais de comprometimento fetal, distúrbios visuais, proteinúria superior a 0,6mg/24h.