Ed
anteontem
Para responder à sua pergunta, precisamos analisar as alternativas em relação ao que o artigo 57 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) propõe sobre a inserção de crianças e adolescentes excluídos do ensino fundamental obrigatório. Vamos analisar as opções: A) Incentivar a aquisição de valores culturais, artísticos e históricos além do contexto social da criança e do adolescente. - Embora importante, não é uma prática direta de inserção no ensino. B) Estimular pesquisas, experiências e novas propostas relativas a calendário, seriação, currículo, metodologia, didática e avaliação. - Esta opção se relaciona mais a melhorias no sistema educacional do que à inserção direta. C) Destinar recursos e espaços para programações televisivas e midiáticas com o intuito de estimular a aprendizagem. - Isso pode ajudar na educação, mas não é uma prática de inserção direta. D) Oferecer aos educandos dos ensinos infantil e fundamental matrícula em escolas privadas. - Essa prática não se alinha com a ideia de inclusão, pois pode criar barreiras financeiras. E) Possibilitar aos pais ou responsável a matrícula de seus filhos ou pupilos em escolas bilíngues ou de línguas estrangeiras. - Embora isso possa ser uma opção, não é uma prática de inclusão para todos. A alternativa que melhor se alinha com a prática do poder público para a inserção de crianças e adolescentes excluídos do ensino fundamental obrigatório é a B), pois envolve a busca por novas propostas que podem facilitar a inclusão no sistema educacional.