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“Empregada no desenho de plantas e templos, a razão áurea ficou famosa por construir a noção de simetria matemática do que se considerava belo. Conforme explica Hom (2013), em 1509 o matemático italiano Luca Pacioli (1447–1517), colaborador de Leonardo Da Vinci (1452–1519), escreveu um livro em que se refere ao número como a “proporção divina”. Tal proporção foi retomada e ilustrada por Da Vinci (1452–1519) na sua famosa ilustração chamada Homem de Vitrúvio. Além de Da Vinci, artistas famosos como Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni (1475–1564), Raffaello Sanzio da Urbino (1483–1520), mais conhecido como Raphael, Rembrandt Harmenszoon van Rijn (1606–1669), Georges-Pierre Seurat (1859–1891) e Salvador Dalí (1904–1989) fizeram uso dessa razão”.
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Yago Melo

há 24 horas

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há 24 horas

A razão áurea, ou proporção divina, é um conceito matemático que tem sido amplamente utilizado na arte e na arquitetura para criar obras que são visualmente agradáveis e equilibradas. Essa proporção é frequentemente associada à simetria e à beleza, sendo aplicada em diversas obras de artistas renomados ao longo da história. Luca Pacioli, em seu livro de 1509, destacou a importância dessa proporção, que foi ilustrada por Leonardo Da Vinci no Homem de Vitrúvio, uma obra que exemplifica a relação entre o corpo humano e a razão áurea. Outros artistas, como Michelangelo, Raphael, Rembrandt, Seurat e Dalí, também incorporaram essa proporção em suas criações, demonstrando sua relevância na busca pela harmonia estética. A razão áurea continua a ser um tema fascinante na história da arte, refletindo a intersecção entre matemática e estética.

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