A Lei nº 12.485/11, conhecida como Lei da TV Paga, representou um marco nas políticas audiovisuais do governo de Dilma Rousseff. Ela estabeleceu a obrigatoriedade de exibição de conteúdos nacionais em canais por assinatura, o que gerou um impacto direto na estrutura das empresas produtoras brasileiras. Essa regulamentação não apenas afetou o setor televisivo, mas também permitiu que empresas produtoras menores e mais jovens tivessem acesso a novas formas de rentabilidade, não dependendo exclusivamente da bilheteria de longas-metragens para o cinema. Isso contribuiu para o adensamento de atores no terceiro período analisado pelo estudo (2011-2018) e para o aumento do alcance do produto nacional, formando novos públicos e consolidando parcerias estratégicas.+4
TAÑO, Debora Regina; CÂNDIDO, Silvio Eduardo Alvarez; TORKOMIAN, Ana Lúcia Vitale. Dinâmicas de campos, redes e políticas públicas na produção e pós-produção do cinema brasileiro. Políticas Culturais em Revista, Salvador, v. 18, n. 1, p. 317-343, jan./jun. 2025.
Qual foi o principal efeito da Lei da TV Paga na dinâmica das empresas produtoras independentes, segundo o artigo?
Alternativas
Alternativa 1:
A proibição de parcerias entre produtoras jovens e empresas consolidadas.
Alternativa 2:
A redução da demanda por produções nacionais em canais de televisão a cabo.
Alternativa 3:
A possibilidade de novas formas de rentabilidade além dos longas-metragens.
Alternativa 4:
O fechamento de empresas menores devido à alta concorrência.
Alternativa 5:
A centralização de toda a produção nacional em uma única emissora de TV aberta.
Ed
semana passada
O principal efeito da Lei da TV Paga na dinâmica das empresas produtoras independentes, segundo o artigo, foi a possibilidade de novas formas de rentabilidade além dos longas-metragens. Portanto, a alternativa correta é: Alternativa 3: A possibilidade de novas formas de rentabilidade além dos longas-metragens.
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