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O ELO PERDIDO: CORRELACIONANDO HISTÓRIA, IMAGEM E SOM NO DIAGNÓSTICO VOCAL Na unidade III, estudamos que as disfonias não são eventos isolados, mas consequências de desequilíbrios. Aprendemos a classificar os distúrbios em orgânicos, funcionais e orgânico-funcionais, sendo esta última categoria caracterizada por lesões que surgem devido ao comportamento vocal inadequado (fonotrauma). Já na unidade IV, aprofundamos a importância de correlacionar o que ouvimos (qualidade vocal) com o que vemos nos exames de imagem (laringoscopia/estroboscopia), entendendo que cada alteração estrutural gera um impacto específico na vibração das pregas vocais. SITUAÇÃO PRÁTICA: Você recebe em seu consultório Ricardo, 45 anos, vendedor de feira livre há 20 anos. Queixa Principal: “minha voz está cada dia mais grossa, rouca e falhando. Sinto que tenho que fazer muita força para falar e fico sem ar no final das frases”. Histórico: Ricardo relata uso intenso da voz em forte intensidade (gritando) diariamente, além de ser tabagista (fumante) há 25 anos. Avaliação Fonoaudiológica e Exames: Avaliação Perceptivo-Auditiva: voz extremamente grave, rugosa (“molhada”) e com pitch
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SILVANE DA SILVA BARBOSA

há 2 semanas

Respostas

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há 2 semanas

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