Ed
há 7 dias
No caso apresentado, a prisão em flagrante de João da Silva pelo crime de homicídio tentado está correta, pois ele teria disparado contra a vítima, causando lesões sem risco de morte imediato. A audiência de custódia realizada no dia seguinte resultou na conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, fundamentada na necessidade de resguardar a ordem pública e garantir a instrução processual, evitando interferência em testemunhas e vítima. A decisão do juiz da Vara do Júri está alinhada com o Código de Processo Penal, que prevê a prisão preventiva quando presentes os requisitos da garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal ou segurança da aplicação da lei penal (art. 312 do CPP). A negativa de liberdade provisória baseia-se na ausência de prova inequívoca de legítima defesa, que, para ser reconhecida, deve estar clara e incontestável nos autos. Portanto, a prisão preventiva é medida cautelar adequada e proporcional diante da gravidade do crime, do risco à ordem pública e da necessidade de assegurar a coleta de provas e depoimentos.


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