A escoliose é classificada em três tipos: A congênita, que tem como característica a carga genética e as alterações na formação musculoesquelética no desenvolvimento fetal do indivíduo acarretando a formação anormal das vértebras do feto. A neuromuscular, que é desencadeada por doenças, como paralisia cerebral e distrofia muscular. E a idiopática, que não possui causa conhecida e normalmente desenvolve-se durante a fase da puberdade. Na avaliação fisioterapêutica, ao realizar a caracterização física do paciente que tem diagnóstico clínico de escoliose, precisamos realizar a avaliação quantitativa da angulação da curvatura escoliótica em graus, para isto utilizamos uma medição conhecida como Ângulo de Cobb, utilizando uma radiografia simples em incidência antero-posterior (AP) ou póstero-anterior (PA) do paciente em questão e uma régua. Freitas MGS, Medeiros SML, Câmara GLG. Recursos fisioterapêuticos nos desvios posturais da coluna vertebral: uma revisão integrativa. Rev Pesqui Fisioter. 2020;10(2):355-364. doi: 10.17267/2238-2704rpf.v10i2.2829 Diante do exposto, descreva as angulações que classificam o seu grau em leve, moderado e grave.