(Ano: 2022 Banca: Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional – IDECAN Prova: IDECAN - IBGE - Agente Censitário - Área: Pesquisas por Telefone – 2022) Fenômenos migratórios podem ser categorizados de distintas maneiras, de acordo com os motivos principais que impulsionam determinado deslocamento populacional. Baseando-se em dados dos censos populacionais entre 2000 e 2010, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), publicaram em 2013 um estudo que diagnostica os padrões espaciais de migrações nas áreas metropolitanas do Estado de São Paulo. Observe o mapa: Mapa 2: Principais fluxos pendulares com origem na Macrometrópole Paulista — 2010 Sobre o padrão das migrações pendulares na macrometrópole paulista, assinale a afirmativa correta. Clique na sua resposta abaixo Não é possível afirmar com substância que as regiões metropolitanas são distintas em sua relação de migração pendular, exceto a RM da Baixada Santista, que claramente participa como grande área de gravidade atraindo migrantes pendulares. A dinâmica espacial da mobilidade pendular é mais concentrada na RM de São Paulo e RM de Campinas, respectivamente, com direções para o entorno da região, prevalecendo, em ambas, forças de atração e repulsão. Demonstra desigualdade de atração, sendo a RM de São Paulo o único grande polo atrativo, enquanto em todas as outras RMs, predomina o padrão espacial de repulsão, isto é, o envio de migrantes pendulares. O mapa de mobilidade pendular da macrometrópole paulista apresenta um perfil de migrações compatível com a desigual e desequilibrada distribuição das ofertas de emprego no Estado de São Paulo, que só são positivos na RMSP, enquanto seu entorno carece de oportunidades. Permanece igual para todas as RMs, porque em toda macrometrópole paulista os movimentos pendulares são concentrados somente no entorno da RM de São Paulo, estendendo-se, no máximo para a RM do Vale do Paraíba e Litoral Norte.