Ed
há 2 meses
Analisando o caso, a paciente é uma mulher trans que já faz uso de hormônios por conta própria, tem parceiros sexuais ocasionais sem uso consistente de preservativo e busca testagem para IST. A abordagem deve ser acolhedora, sem julgamento, abrangente e respeitar a especificidade da população trans, incluindo avaliação do uso de hormônios e oferta de prevenção combinada (como PrEP), além de vacinação e encaminhamento especializado. Vamos analisar as alternativas: A) Acolhimento sem julgamento, testagem para HIV + sífilis + hepatites B e C, oferta de PrEP, vacinação contra HPV e hepatite B se não imune, avaliação do uso de hormônios e encaminhamento para ambulatório especializado de saúde trans se disponível. — Completa, abrangente e adequada. B) Realizar testagem para HIV, sífilis e hepatites virais, orientar uso consistente de preservativos e programar retorno para avaliação complementar conforme os resultados. — Parcial, não contempla acolhimento, avaliação do uso de hormônios nem oferta de PrEP. C) Suspender temporariamente o uso de hormônios até avaliação especializada, priorizando investigação clínica e laboratorial inicial antes da continuidade do acompanhamento. — Errado, suspender hormônios sem avaliação pode causar danos e não é recomendação inicial. D) Solicitar sorologias para IST, orientar medidas de prevenção combinada e agendar retorno após os resultados para definição das próximas condutas e possíveis encaminhamentos. — Parcial, não menciona acolhimento, avaliação do uso de hormônios nem vacinação. Portanto, a alternativa correta é: A) Acolhimento sem julgamento, testagem para HIV + sífilis + hepatites B e C, oferta de PrEP, vacinação contra HPV e hepatite B se não imune, avaliação do uso de hormônios e encaminhamento para ambulatório especializado de saúde trans se disponível.
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