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A variação da parte visível da lua é resumida em quatro fases: nova, crescente, cheia e minguante.
Sobre estas, assinale a alternativa correta.
A Na lua nova , quando a Terra está entre o sol e a lua, o observador localizado no hemisfério sul, enxerga um disco luminoso no céu.
B Na lua cheia, quando a lua está entre o sol e a Terra, o observador localizado no hemisfério sul, enxerga no céu um disco luminoso.
C A lua nova não é visível ao observador localizado no hemisfério sul, isso porque a lua está entre o sol e a Terra.
D No quarto crescente, o observador localizado no hemisfério sul, enxerga um semicírculo voltado para o leste, isso porque a lua está entre o sol e a Terra.
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Vamos analisar cada alternativa com base no conhecimento sobre as fases da Lua e sua posição relativa ao Sol e à Terra: A) "Na lua nova, quando a Terra está entre o sol e a lua, o observador localizado no hemisfério sul, enxerga um disco luminoso no céu." - Incorreto. Na lua nova, a Lua está entre o Sol e a Terra, não o contrário, e a Lua não é visível porque o lado iluminado está voltado para o Sol, e o lado escuro para a Terra. B) "Na lua cheia, quando a lua está entre o sol e a Terra, o observador localizado no hemisfério sul, enxerga no céu um disco luminoso." - Incorreto. Na lua cheia, a Terra está entre o Sol e a Lua, e a Lua aparece totalmente iluminada. A posição da Lua entre Sol e Terra é da lua nova. C) "A lua nova não é visível ao observador localizado no hemisfério sul, isso porque a lua está entre o sol e a Terra." - Correto. Na lua nova, a Lua está entre o Sol e a Terra, e o lado iluminado está voltado para o Sol, portanto não é visível da Terra. D) "No quarto crescente, o observador localizado no hemisfério sul, enxerga um semicírculo voltado para o leste, isso porque a lua está entre o sol e a Terra." - Incorreto. No quarto crescente, a Lua está em um ângulo de 90 graus em relação à linha Sol-Terra, e a orientação do semicírculo depende do hemisfério, mas a explicação da posição da Lua está errada. Portanto, a alternativa correta é: C) A lua nova não é visível ao observador localizado no hemisfério sul, isso porque a lua está entre o sol e a Terra.

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Leia o texto a seguir. Ao longo das últimas décadas, programas de observação em cosmologia física utilizaram radiotelescópios terrestres e satélites dedicados para mapear um campo de radiação eletromagnética presente em todas as direções do céu. As medições mostram que essa radiação preenche o espaço cósmico de forma quase isotrópica, com temperatura efetiva próxima de 2,7 K, e apresenta um espectro extremamente bem ajustado ao de um corpo negro em equilíbrio térmico. Observações de alta precisão revelaram ainda anisotropias de baixa amplitude, descritas em termos de flutuações de intensidade e de temperatura em diferentes ângulos na esfera celeste. Esses mapas de toda a abóbada celeste, construídos em coordenadas adequadas à expansão cosmológica, permitem analisar a estatística dessas anisotropias, os modos angulares associados às flutuações e sua compatibilidade com modelos de universo homogêneo e isotrópico em grande escala. Em particular, a combinação entre o espectro de corpo negro, a temperatura extremamente baixa atualmente medida e a quase uniformidade angular do sinal constitui um conjunto de dados central na confrontação entre diferentes cenários de evolução cosmológica.
Esse conjunto de dados constitui evidência de que o Universo teve uma fase
A muito fria e pouco densa, cuja energia se concentrou sobretudo na formação das primeiras grandes estruturas, gerando um campo de radiação associado principalmente às vizinhanças dessas estruturas e não ao espaço como um todo.
B extremamente quente e opaca, cuja radiação se desacoplou da matéria durante a expansão, gerando um campo de radiação de baixa temperatura hoje observado de forma quase isotrópica em toda a esfera celeste.
C em equilíbrio térmico apenas local e temporário, cuja distribuição de energia variou fortemente entre regiões, gerando um campo de radiação restrito a áreas específicas em vez de preencher todo o céu.
D em equilíbrio térmico permanente, cuja distribuição de energia se manteve praticamente inalterada, gerando um campo de radiação sem variações significativas no espaço e no tempo.

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