Ed
há 7 dias
Vamos analisar o caso: - Homem de 48 anos, sem histórico prévio de hipertensão. - Pressão arterial muito elevada: 190 x 100 mmHg. - Sintoma: dor de cabeça. - Sem dor precordial, dispneia ou déficit neurológico. - Exame físico sem sinais de lesão de órgão-alvo aguda. Segundo a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial (SBC 2025): - Emergência hipertensiva exige lesão de órgão-alvo aguda, o que não ocorre aqui. - Urgência hipertensiva é pressão muito alta sem lesão de órgão-alvo, mas geralmente com sintomas mais graves. - Elevação acentuada da pressão arterial é quando há pressão alta sem sintomas graves ou lesão de órgão-alvo, e o tratamento é oral com acompanhamento. - Pseudocrise hipertensiva é quando a elevação da pressão é transitória e relacionada a estresse, sem necessidade de tratamento imediato. No caso, o paciente tem elevação acentuada da pressão arterial, sem lesão de órgão-alvo, e sintomas leves (cefaleia). Portanto, a conduta correta é: Classificar como Elevação Acentuada da Pressão Arterial; a conduta baseia-se no uso de medicamentos por via oral (como Captopril ou Clonidina) e na orientação para seguimento ambulatorial precoce. Resposta correta: Classificar como Elevação Acentuada da Pressão Arterial; A conduta baseia-se no uso de medicamentos por via oral (como Captopril ou Clon) e na orientação para seguimento ambulatorial precoce.
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